18:00 - Vim ver meu time e aproveitar para conhecer o Engenhão. O estádio é melhor do que eu imaginava, boas circulações, confortável, bonito, só é realmente meio ruim pra se chegar, distante da avenida principal do bairro e com ruas de acesso estreitas e 'esquisitas'.
Quanto ao jogo, o Internacional está numa fase melhor, temos um time melhor e não estamos pressionados como eles. Na teoria tudo a favor, mas como diz o sábio, futebol se resolve dentro das 4 linhas.
Depois do jogo a gente vê...
"Em minha vida fiz muitas coisa, ganhei muito dinheiro e me diverti muito. Mas também vivi em Nova Iorque nos anos do ápice da promiscuidade sexual. Se eu não pegar AIDS, ninguém mais pegará."
Este ilustre blogueiro na exposiçã
Visitei também no último feriado a expoição de Keith Haring, no Centro Caixa Cultural, aqui no rio de Janeiro.
Conhecia pouco do trabalho do cara, achava legal o que tinha visto por aí e tal, mas é mais apreciável ainda vendo assim em exposição, entendendo o conceito do trabalho, as sequências temáticas, as experimentações, os métodos e técnicas.
Muita cor, muito movimento, traços espessos típicos de grafiteiro, conceitos pop, um jeito irônico, inquieto e inconformado de ver o mundo, com mensagens e atitude expressas em cada gravura. Show de bola!
Um barato uma exposição dessas aqui, ao nosso alcance. Que outras como esta venham mais vezes.
Keith Haring(Reading, 4 de maio de 1958 – Nova Iorque, 16 de fevereiro de 1990) foi um artista gráfico e activista estadunidense. Seu trabalho reflecte a cultura nova-iorquina dos anos 1980.
Nascido no estado de Pensilvânia, cedo mostrou interesse pelas artes plásticas. De 1976 até 1978 estudou design gráfico numa escola de arte em Pittsburgh. Antes de acabar o curso, transfere-se para Nova Iorque, onde seria grandemente influenciado pelos graffitis, inscrevendo-se na School of Visual Arts. Homossexual assumido, o seu trabalho reflecte também um conjunto de temas homo-eróticos.
Keith Haring começou a ganhar notoriedade ao desenhar a giz nas estações de metro de Nova Iorque. As suas primeiras exposições formam,michelleis acontele era gayecem a partir de 1980 no Club 57, que se torna um ponto de encontro da elite vanguardista.
Na mesma década, participou em diversas bienais e pintou diversos murais pelo mundo - de Sydney a Amsterdão e mesmo no Muro de Berlim. Amigo pessoal de Grace Jones, foi ele quem lhe pintou o corpo para o videoclip "I'm Not Perfect".
Em 1988, abre um Pop Shop em Tóquio. Na ocasião, afirma: "Em minha vida fiz muitas coisa, ganhei muito dinheiro e me diverti muito. Mas também vivi em Nova Iorque nos anos do ápice da promiscuidade sexual. Se eu não pegar AIDS, ninguém mais pegará."
Meses depois declara em entrevista à revista Rolling Stone que tem o vírus HIV. Em seguida, cria a Keith Haring Foundation, em favor das crianças vítimas da AIDS. Em 1989, perto da igreja de Sant'Antonio Abate, em Pisa, Itália, executa a sua última obra pública - o grande mural intitulado 'Tuttomondo[1]', dedicado à paz universal. Haring morreu aos 31 anos de idade, vítima de complicações de saúde relacionadas a AIDS, tendo sido um forte activista contra a doença, que abordou mais que uma vez em suas pinturas. fonte: Wikipédia
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Exposição com 94 obras de Keith Haring de 28/09 a 28/11 Terças, Quartas, Quintas, Sextas e Sábados das 10:00 às 22:00 Domingos das 10:00 às 21:00 (não é permitido fotografar) Caixa Cultural - Rio de Janeiro (RJ) Endereço: Av. Almirante Barroso, 25. Centro - Rio de Janeiro (RJ) .
É legal ver o cinema nacional produzindo uma boa sequência como esta!
Com ousadia, coerência e qualidade.
O apresentador sensacionalista Fortunato (André Mattos) à frente do seu "Mira Geral"
Na minha opinião "Tropa de elite 2 - O Inimigo Agora é Outro" não chega a superar o primeiro, mas quantas continuações conseguiram ser melhores que os originais? "O Poderoso Chefão 2", provavelmente; os "Star Wars"; "Exterminador do Futuro 2", talvez; "Onze (Doze e Treze) Homens e um Segredo"?, pode ser; talvez mais um ou outro por aí. Assim sendo, podemos combinar que não é demérito algum não superar seu antecessor, ok? Na realidade, se formos para pra analisar, este segundo é até melhor no que diz respeito à produção no seu todo, é também mais bem acabado, talvez mais bem desenvolvido, mas o anterior tem a favor de si a condução quase documental, o realismo, a crueza e o impacto causado, não que este não tenha estes elementos ou parte deles, mas a surpresa, a novidade, a sensação, ficaram por conta do outro que a partir do momento que teve suas cópias pirateadas e foi visto em milhares de lares ilegalmente, até ser revisto no cinema por livre espontânea vontade por mais tantos (como eu) já se transformava num marco do cinema brasileiro.
A sequência tem todo este envolvimento político, de gabinete, do submundo, do que está por baixo dos panos e por trás das cortinas, e talvez por isso, em determinado momento perca um pouco de ritmo, mas certamente não de interesse; mesmo não sendo exclusivamente um filme de ação, o diretor José Padilha não perde o espectador em momento algum e por um interesse ou outro dentro da história permanecemos grudados na cadeira e vidrados na tela.
Seu Jorge mandando bem como líder da rebelião em Bangu 1
Wagner Moura novamente muito bem como o carismático Capitão Nascimento; Seu Jorge faz uma ponta muito legal ainda no início do filme; mas destaque mesmo para o humorista André Mattos fazendo papel de um destes apresentadores de noticiários policias sensacionalistas, com uma caracterização que lembra muuuito um tal de Wágner Montes. Coincidência? Aliás muitos personagens desta ficção lembram personlidades de meios políticos, sociais e jornalisticos. Tente identificar.
Comprei no último sábado, finalmente, o último Chemical Brothers, o "Further" . Demorei um pouco pra comprar desde o lançamento pois tinha lido algumas coisas que davam conta de uma certa mudança de comportamento, variações de sonoridade, viagens transcedentais e tal, e levei um pouco de medo.
(E pensar que eu hesitei...)
Cara, é chover no molhado dizer que Tom Rowlands e Ed Simons não são apenas DJ's, que não são apenas uma dupla de eletrônico, que são músicos, compositores criativos, artistas, mas neste, "Further", eles vão um pouco além de onde já chegaram.
Cada faixa é construída com paciência, com cuidado, com requinte, com arte. O álbum tem um quê de rock progressivo até, psicodélico, com a maior parte das faixas apenas instrumentais e quase todas bem longas e trabalhadas, mas contraditoriamente é mais eletrônico e futurista de todos que já fizeram até então.
"Escape Velocity", que foi a primeira faixa de divulgação do álbum, por exemplo, é uma longa sinfonia eletrônica de 12 minutos, montada, moldada aos poucos, depois caprichosamente desmoldada, ganhando então outra cara, outra nuance a todo instante. Assim como incorpora elementos os perde, assim como acelera, desacelera, num jogo longo e envolvente.
Em "Snow" que abre o disco, o início maquinal, eletrônico quase que desordenado, não parece que possa trazer dali a diante, assim que a faixa toma corpo, uma das canções mais doces da dupla. Um primor. Uma sonoridade leve como neve.
"Dissolve" namora o hard-rock com suas explosões sonoras que chegam a lembrar as guitarras do The Who; em "K+D+B" o legal é aquela percussão e bruta, pesada; e "Swoon", uma house embalada e contagiante, que remete um pouco mais os trabalhos anteriores dos caras, é uma das melhores do disco.
Mas o melhor ainda não é isso: "Horse Power", a minha favorita do disco, é um petardo eletrônico que justifica plenamente o nome que leva: é pura potência. Pronta pras pistas! Daquelas de fechar os olhos e dançar, dançar, dançar até não se saber mais onde se está nem quem é. Tem pelo menos uns 2500CV!
Posso afirmar sem medo que "Further" junta-se a "Dig Your Own Hole" e a "Surrender" como um dos melhores trabalhos dos caras.
(E pensar que eu hesitei...)
Feriadinho de Nossa Senhora Aparecida ou de Dia das Crianças, como prefiram. Fui ao centro do Rio e aproveitei que estava vazio, quase civilizado, para apreciar melhor os belos prédios e a arquitetura histórica da Cinelândia.
O prédioda Assembleia Legislativa
O belíssimo Teatro Municipal e sua fachada recentemente restaurada
E a fachada lateral com os capiteis dourados nas colunas
A imponente Biblioteca Nacional
E o Museu de Belas Artes
No interior do Belas Artes, esculturas em mármore
Salas de exposição com as artes plásticas brasileiras através dos tempos
Obras importantes da pintura nacional ('Baile à fantasia' de Rodolpho Chambelland)