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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Coluna dEle #9





Aquela ilustríssima participação neste blog.
Com vocês, Ele.


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Aê, galera! Cheguei!
Queria, primeiramente Me desculpar pela dor e sentimento de perda que causei a muitos ao trazer o Michael aqui pra cima comigo. Mas fazer o que? Todo mundo tem que vir pra cá um dia. E, cá entre nós, com a quantidade de bobagem que o cara tava fazendo e com a quantidade de remédios que ele tava tomando, Eu na ia ter muito como segurar, mesmo.
E outra: nunca mais fez nada de MUUUIIITO bom depois do “Thriller”, né? Ali Eu tenho que admitir que dei uma forcinha jogando aquela “luz’ em cima do cara. Aí deu no que deu. Discaço!
Mas não, não. Não estou reivindicando os méritos pra Mim. Ao contrário do dono deste blog, que não aprecia muito, eu curtia pra caralho o Jacko. Eu até tentava fazer aquela dancinha andando pra trás. Nunca consegui fazer direito. Só ele mesmo pra fazer.
Pra Mim foi o verdadeiro Deus do Pop.


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A propósito de obituário, quase passou batido por causa do MJ, a morte da pantera Farrah Fawcett. É a vida. Como eu disse, todo mundo vai embora um dia.
Muito assisti às Panteras nos anos 70, cara! Curtia de montão! E na época ela era gata, hein!
Vi muito Mulher Biônica, A Ilha da Fantasia, Chips. Puts! Todos aqueles enlatados. Me amarrava.


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E enquanto isso aí na terra do Pau-Brasil tenho visto neguinho ta pintando e bordando com nepotismo, viagem pra lá e pra cá, contratação de assessor fantasma, ato secreto... É a festa de sempre!
E o Zé Ribamar sabendo de tudo isso e ainda não quer que investiguem. E também não quer largar o osso.
Eu não agüento ver essas coisas daqui de cima e ficar quieto mas, olha, vocês que elegeram agora que agüentem esses caras
Só rindo pra não chorar, mesmo!


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Vendo um noticiário de vocês, dia desses levei um susto. O cara falando “Jesus vai desfilar no São Paulo Fashion Week”, “Jesus quer camarim exclusivo”,“Jesus na balada”. Eu, meio mal-informado fui tirar satisfação com o meu guri. Que história era essa de ficar se exibindo por aí? Desde aquele negócio de Ressurreição eu já tinha falado pra não ficar passeando lá por baixo. Aí que ele me explicou que o tal do Jesus é o novo “peguete” da Madonna. Cara! E eu que nem sabia disso!
Aliás que casal mais sugestivamente incestuoso, hein: Madonna e Jesus.
Deus nos livre e guarde... Ou melhor, Eu Nos livre e guarde... Ou... Eu os livre e guarde.
Haaaaa!!! Esquece!
Fiquem Comigo!


Duvidas, sugestões, desejos, súplicas, orações, pelo e-mail
god@voxdei.gov

sábado, 27 de junho de 2009

Fabric - Londres (09/05/09)





Ainda sobre a viagem e ainda sobre Londres, que como disse foi o lugar que mais me impressionou dentre minhas estações na Europa, não podia ter estado lá, na casa das raves e não ter ido em uma. Não foi exatamente daquelas "maratonas eletrônicas" de dias num sítio afastado, foi uma festa de música eletrônica. Também não quis ir em nenhuma muito "marginal", ainda que provavelmente estas sejam mais legais, mas hoje em dia, ao que parece a polícia está em cima e a maioria destas festas ilegais não acabam, recolhem tudo, confiscam equipamento às vezes e neste caso, na condição de estrangeiro, não quis me meter em roubada e (sabe-se lá, né...) ir preso junto, ser acusado de qualquer merda... Europeus já estão tão ressabidos de estrangeiros. Melhor não correr risco.
Sendo assim, procurei uma boa referência e na feirinha de Camden perguntei a um carinha que tinha um estandezinho de CD's de música eletrônica se poderia me recomendar alguma rave ou festa do gênero. Ele me deu um flyer de um lugar chamado Fabric. Vi as atrações da semana. Conhecia alguns que tinham tocado durante a semana e que tocariam lá no dia. Pareceu uma boa pedida. Depois, em casa, vi numa revista de programação de eventos, turismo, gastronomia e tudo mais, a TimeOut, que a tal da Fabric era o point do momento e tida como das melhores da noite londrina. Uhuu!!! É pra lá que eu vou.
Mesmo não sendo "da casa" não tive grandes dificuldades pra chegar no lugar à noite e de metrô. Fácil, seguro, tranqüilo.
O lugar realmente lembra uma instalação industrial. Por dentro aquele visual tijolinho inglês. Passsagens em arco, mezaninos metálicos, alguns corredores estreitos, meio labiríntico em alguns pontos. E grande o local! No dia que fui havia três pistas funcionando mas li que funcionam até cinco.
Das três pistas, curti mais a house da parte de cima (a pista 2), que estava mais vazia e me possibilitava DANÇAR, o que era impossível na pista 1, embaixo, que tocava um house mais popular, menos elaborado. Já a pista 3 estava um horror. Um eletro tão ruim que eu não consegui parar lá por muito tempo nenhuma das vezes que tentei. Talvez melhorasse mais tarde, mas saí de lá quase 4 da manhã e continuava um lixo. Acho que não melhorou, não.
Mas no geral me diverti. Não foi tudo o que esperava para uma rave inglesa, numa casa noturna inglesa. Já fui em festas melhores em Porto Alegre ainda que a casa em si, a Fabric, tenha sido com certeza bem impressionante.
Como curiosidade, é impressionante como, seja em Porto Alegre ou em Londres, o pessoal deve me achar com cara de chapado ou de traficante. Sei lá. Não raro vêm pessoas me perguntando se eu tenho "algo", se eu sei onde consegue e tal. Já me pediram alguma vezes em POA. Lá não foi diferente. Nada menos que 3 pessoas vieram a mim com esse interesse. Um rapaz perguntou se eu tinha Ecstasy, uma garota foi mais abrangente e perguntou se eu tinha drogas (essa topava o que fosse) e um outro, ouvindo a menina me perguntar, se aproximou interessado mas logo viu que eu era mais careta que o Primeiro-Ministro e começou a conversar de outras coisas. Falamos brevemente da Fabric, dos DJ's, da minha estada em Londres, de Camden e aí eu troquei de pista. Fui dançar.
Enfim, etapa obrigatória cumprida: Beats in London!



Cly Reis


sexta-feira, 26 de junho de 2009

ELVIS

clique na imagem para ampliar

MJ is Dead


Nunca fui muito fã de Michael Jackson ainda que reconheça plenamente sua importância, originalidade e, por que não, genialidade. A música pop do início dos anos 80 deve a ele e sua ousadia boa parte da sua propagação mundo afora. Era momento do final do punk, da modinha new-wave, da decadência da disco e de uma falta de identidade da música negra. Ele e seu padrinho, não menos genial, Quincy Jones, botaram tudo no liquidificador e praticamente solidificaram a linguagem pop de uma época. "Off the Wall" e "Thriller" são inegavelmente marcos da música. Este segundo, além da qualidade musical e inovação, apresenta seus impressionantes números de vendagem imbatíveis até hoje e acabou também por tornar-se um marco na história do videoclipe com aquele pequeno filme de terror da faixa título "Thriller", que revolucionou a linguagem do gênero.
Respeito muitíssimo toda sua história, obra , influência, mas acho que a essas alturas não vai fazer mais falta nenhuma enquanto artista. Não o via mais capaz de produzir alguma coisa de relevante. Já fazia algum tempo não saía dele nada que valesse a pena. Com boa vontade, o "Bad" ainda tinha alguma sobra de genialidade mas com certeza muito pouco, e a partir dali foi cada vez menos e seria cada vez menos ainda daqui para a frente.
Como homem, então, não se tem o que falar. Se autodestruindo, se autodeformando, destruindo sua fortuna, imagem e reputação. Sua atual contribuição humana era ainda menor do que a musical.
Costumo dizer que o que eu gosto eu tenho em casa e, apesar de ter na minha prateleira de CD's o "Off the Wall" e o "Thriller", eles não são meus, são da minha esposa. Ou seja, reconheço tudo que fez, toda sua história, mas não é dos meus preferidos, não. Não me prendo muito a estilo de música. Não gosto simplesmente porque o fulano é metal, ou deixo de gostar porque é funk, mas no caso de Michael Jackson, acho que seu estilo é fundamental para que não o aprecie muito. Não gosto muito daquele estilo de pop, aquele jeito, sabe? E MJ foi ficando cada vez mais repetitivo e o pior, imitando a si próprio incansavelmente e isto não aguento nem com os artistas que gosto muito.



Cly Reis

segunda-feira, 22 de junho de 2009

ARQUIVOS DE VIAGEM (PARIS)














À margem do Sena.

A incrível Notre Dame...




A vista da ilha, as gárgulas cuspindo água e os arcobotantes da estrutura.






A fantástica Torre Eiffel.



Na Champs-Élysées com a camisa do Colorado e com o Arco do Triunfo ao fundo.

E agora, já no Arco do Triunfo.




No novo arco, o La Defénse, na parte nova de Paris.
















E a praça em frente a ele cheia de esculturas e monumentos.
ARTE!





A Cidade Luz à noite. A Torre ao fundo na primeira foto e na outra um chafariz na Place de La Concorde.



A Sacre Coeur com um ambiente muito legal. O pessoal sentado na escadaria, fazendo um lanche, conversando, ouvindo um som de um carinha que tocava REM com a voz do Michael Stipe.



O Opera de Paris.



O famoso Museu do Louvre.





A igualmente famosa Monalisa ao fundo, a pirâmide maior vista por baixo e a pirâmide invertida (lembram do "Código da Vinci"?)




















Este, o Centre Pompidou, um museu de arte moderna, moderno desde a concepção arquitetônica. No interior, um painel-instalação brincando com nomes de artistas modernos. Annie Warhol? Miss Vann der Rohe?
Totalmente POP!


















Aí é o Musée D'Orsay, uma antiga estação de trem. Este mais na linha realista e impressionista.




Dando um pulo fora de Paris, chegamos a Versailles. No palácio onde viveu Maria Antonieta (e de onde saiu para a gulhotina, também). Muito luxo e riqueza. Notem só o belíssimo jardim.




E fechando com a cidadezinha que nos hospedou. A simpática Etampes, com sua milenar fortificação no alto de uma colina, La Guinette, e com suas igrejas históricas por sua idade, com quase mil anos, e pelo fato de seus motivos, imagens e santos terem sido decapitados na época da Revolução Francesa (notem na foto). Atravessando séculos e acompanhando a História.