quinta-feira, 2 de abril de 2026
Parque Estadual de Ibitipoca - Município de Lima Duarte /MG
segunda-feira, 23 de março de 2026
Costa da Lagoa - Lagoa da Conceição - Florianópolis/SC
Um dos passeios que desejávamos fazer nessa curta temporada em Florianópolis era à Lagoa da Conceição, que eu visitara há uns bons 20 anos atrás e adorara. Pela manhã, após atravessarmos de carro a sinuosa e bonita estrada que corta o Morro da Lagoa, que desemboca nela lá embaixo, descemos no centrinho, mas não ficamos pela famosa Avenida das Rendeiras, mais movimentada no fim do dia. Isso porque ali mesmo soubemos que havia um passeio de barco para a região de pescadores, a chamada Costa da Lagoa. Já queríamos andar em alguma embarcação pela ilha desde que havíamos visto a existência de um catamarã que saía da Beira-Mar Norte, na região do Centro. Porém, era um custo exorbitante, feito para turista gringo e espetaculoso. Então, além de super em conta, o barco era perfeito para o que buscamos: um passeio pelas águas da Lagoa da Conceição.
Embora não estivesse previsto, foi a melhor coisa que Leocádia e eu fizemos. Num dia lindo de sol, cruzamos por cerca de 1 hora a Lagoa em direção à Costa admirando a impressionante vegetação de Mata Atlântica preservada dos morros que costeiam a caudalosa lagoa. Rochas faraônicas, muito verde, casas encravadas em meio à mata fechada. Por trás daquela vegetação toda, que subia até o alto dos morros, ainda há uma trilha. De 12 km! Dessa vez, não deu pra fazer, mas me aguardem na próxima!
Enfim, depois dessa viagem no balanço que as águas proporcionam, chegamos à Costa da Lagoa para conhecer a pequena vila. Uma igrejinha muito simpática e uma subidinha – numa trilha – rumo à cachoeira pelo Caminho da Costa da Lagoa, integrante do Refúgio de Vida Silvestre Municipal Meiempibe. Passeio feito, descemos o sopé do morro para almoçar frutos do mar no excelente e premiado restaurante Sabor da Costa, onde fomos recebidos pelo simpático Savas e sua atenciosa equipe.
“Y mas não digo”, como falaria o saudoso Edy Star, pois as fotos estão aí para registrar melhor essa adorável manhã em que – enfim! – passeamos de barco pela ilha de Florianópolis.
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| Vista da estação, prestes a embarcar |
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| Já na Costa, a pequena prainha |
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| Trapiche em direção da lagoa |
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| A briga do pneu com a água |
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| Vista de cima da vila de pescadores |
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| Leocádia em frente à simpática igrejinha da vila |
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| De dentro da igreja |
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| O Santo no caminho para a cachoeira |
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| E eu - bem menos santo - também na cachoeira |
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| Pessoal se refrescando nas quedas d'água |
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| Novamente na beira do lago. Paisagem que parece quadro |
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| Casinha de pescador, sempre um barato |
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| À espreita dos peixes |
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| O barco Dourado chegando... |
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| ...E o Escorpião atracado |
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| Outra vista que daria uma pintura |
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| Estes dois passeadores felizes como o inesperado passeio quase retornando à ilha |
segunda-feira, 9 de março de 2026
Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui - Florianópolis/SC
Havia anos que queríamos conhecer Santo Antônio de Lisboa, bairro na região litorânea da ilha de Florianópolis, em Santa Catarina, e primeiro núcleo de colonização do Estado, criado no século XVIII. Em visita a Floripa, então, reservamos uma manhã para visitar este que é um dos mais charmosos, românticos, bonitos e antigos cantos da Baía Norte. Com suas construções em estilo açoriano e suas ruas estreitas, que desembocam nas calmas águas dessa pequena vila de pescadores, Santo Antônio de Lisboa parece manter em si as características da freguesia fundada por famílias portuguesas na outrora Nossa Senhora do Desterro em 1698. Isso porque a sensação que se tem é de quem o relógio ali conta mais devagar suas voltas de tão pacata e bucólica.
Mal se caminha pela rua que costeia a prainha e já se chega à praia ao lado, a igualmente agradável (e balneável, por sinal, diferente de Santo Antônio de Lisboa, cujo banho é prejudicado pela presença dos barcos pesqueiros) Sambaqui. Mas é em Santo Antônio mesmo que a magia se encontra, como na bonita igrejinha Nossa Senhora das Necessidades, de longínquos anos de 1750. Além da beleza natural do balneário e da rica e intensa vegetação dos morros à volta, tem ainda as fachadas das casinhas e as ruazinhas, dentre elas a histórica Roldão da Rocha Pires, a primeira com calçamento de toda Santa Catarina, feito para a visita de Dom Pedro II ao Estado, em 1845, cinco anos após sua coroação, na primeira visita oficial como Imperador.
Como se vê, muita história num lugarejo só, o que fica ainda mais evidente nos registros de fotos e vídeos que Leocádia e eu fizemos na passagem por esse encantador lugar.
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| Os barcos pesqueiros e a beleza natural do lugar |
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| A história primeira rua calçada de Florianópolis, ainda quando se chamava Nossa Senhora do Desterro |
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| Eu pisando o calçamento feito para Dom Pedro II pisar |
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| Prainha linda num dia lindo |
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| E o que dizer das belas casinhas em estilo açoriano? |
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| Mais da arquitetura típica do bairro |
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| A antiga igreja Nossa Senhora das Necessidades, uma atração à parte |
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| Uma graça por dentro a igreja |
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| Santo Antônio carregando o menino Jesus |
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| Não entrei, só fotografei |
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| Veni Sancte Spiritus inscrito no teto assim mesmo, espelhado |
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| A esplendorosa vista de dentro da igreja para a praça com o mar ao fundo |
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| Casal de turistas saindo da igreja |
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| De volta à rua, hora de conhecer o ótimo espaço de arte e artesanato Casa Açoriana |
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| Uma visão geral da Casa Açoriana, com mais de 40 anos e muito bom gosto na seleção, que tem desde originais de Volpi a J. Borges |
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| Parece uma foto do alto da vila, mas é só um artesanato |
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| Seguindo nosso passeio pelas ruas de Santo Antônio de Lisboa |
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| Mais casa, mas essa com a simplicidade bonita das de pescador |
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| Pela beira do mar chegamos em poucos metros a Sambaqui |
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| É ou não é altamente convidativa essa prainha de Sambaqui? |
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| Voltando para Santo Antônio, essa vista do barco recolhido para o mar |
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| Os barcos no horizonte e, lá do outro lado, o Centro de Florianópolis |
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| Mais um pouco da beira da praia de Santo Antônio |
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| As gaivotas se refestelando na areia |
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| Nós dando um "até logo" à querida Santo Antônio de Lisboa |

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