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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Devassa

Vocês viram quem será a garota propaganda da Devassa na próxima campanha?
É! Paris Hilton.
Tudo a ver. Ainda mais depois daqueles vídeos e tudo mais...
Gosto muito do chopp Devassa mas a cerveja não é tudo isso. É mais ou menos que nem a loirinha aí: é muuuito barulho pra pouca coisa. Bonitinha, gostosinha, é claro que eu comeria mas... era isso. A cerveja Devassa vai tranqüilo num dia de calor ou se não tiver outra na casa, mas se puder escolher outra melhor, eu troco.
Mas a campanha, capitaneada pelo cineasta Fernando Meirelles, de "Cidade de Deus" e "Ensaio sobre a Cegueira", foi bem sacada, com certeza.


C.R.

O Frango Atirador

Berinjela Beligerante

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

"Chéri", de Stephen Frears (2010)





Sempre gostei de Stephen Frears. Da sua maneira calculada de filmar, do seu estilo limpo, da natureza sórdida de seus personagens. "Chéri", que assisti na semana passada, o personagem que dá nome ao filme, é mais um destes protagonistas de caráter pouco elogiável na filmografia do diretor. Mas sua conduta e atitudes não são culpa exclusiva dele. Muito se devem ao meio no qual vive: a aristocracia francesa do final do século XIX, ou melhor, o segundo escalão desta classe, uma vez que nosso herói, um rapazote bon vivant é filho de uma cortesã "aposentada", digamos assim. A mãe do rapaz (Kathy Bates) bem como sua amiga, a outra protagonista, Léa, vivida por Michelle Pfeiffer, já estão meio "passadinhas" e agora apenas desfrutam do luxo e dinheiro obtidos no tempo de "labuta" entre os lençóis mais nobres da França.

O caso todo é que a mãe do rapaz pede a Léa que lhe sirva de tutora por algum tempo a fim de afastá-lo dos hábitos mundanos  e encaminhá-lo melhor. O problema é que mesmo com toda a experiência e frieza da profissão a ex-cortesã acaba-se deixando envolver pelo garoto e de repente ambos estão apaixonados, só que este envolvimento não significa que mudem suas naturezas vaidosas, egoístas e vis. Acrescente-se a isso ainda a grande diferença de idade entre os dois e a coisa toda fica complicada de verdade.
Frears, de certa forma, revive seu bom "Ligações Perigosas", desta vez porém, com menos crueldade que naquele. Mas as obras guardam semelhanças, sim, muito, até pela retomada do filme de época na filmografia do diretor e do retorno a Paris.
Boa pedida.


Cly Reis

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bar Duke - Ipanema - Rio de Janeiro (06/02/2010)

Tive notícias de um bar interessante, com características bem rock'n roll, tocando música legal que abrira em Ipanema e fui dar uma conferida. O lugar em questão, o Duke, acabou revelando-se não extamente isso. A informação que tinha, de que sua temática remetia ao ano de 1979, no som e na decoração, não procede totalmente. O ano de '79 é importante sim no que diz respeito à concepção do bar, mas basicamente no que diz respeito aos acontecimentos ligados à vida do fundador: sua primeira viagem à Inglaterra, seu primeiro beijo, sua mudança para NY,  a adoção do seu cão, o seriado que via na TV americana. Tudo isso de alguma forma ligado ao nome Duke que, por justiça, acabou batizando o estabelecimento.
De rock da época, só alguma menção no breve histórico que aparece no cardápio; e mesmo o som que toca lá é mais contemporâneo e não muito qualificado.
O chopp é bom, da marca Eisenbahn, e a comida é bem mais ou menos e com preços meio salgados. Mas aí que está: se é pra ouvir rock e tomar chopp em Ipanema, prefiro cotinuar mantendo as velhas tradições e hábitos, indo ao bom e velho Empório, o que além de tudo sai mais barato.
Valeu pra conhecer o tal do Duke - bonitinho, limpo, bom atendimento - mas não preciso voltar.