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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Melhores do Ano Accirs 2024

O ano de 2024 foi desafiador para todo gaúcho por conta dos desastres climáticos de maio. A área do cinema, claro, foi bastante afetada, seja pela interrupção das atividades, seja pelo prejuízo material a espaços e salas de cinema, seja pela natural inserção no cenário local enquanto atividade cultural e econômica, Claro que, indireta e até diretamente em alguns casos, a Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (Accirs), em seu 16º ano de atividade, também foi afetada. Atividades que ocorreriam em junho não se realizaram e outras nem se pode cogitar isso. Porém, uma delas, foi mantida: a já tradicional eleição dos Melhores do Ano, que tem por base produções lançadas em mostras e festivais, no circuito comercial e também em plataformas de streaming, no caso, de 2024.

Dividida em dois turnos, a votação selecionou os melhores longas-metragens estrangeiro, brasileiro e gaúcho, além do melhor curta gaúcho do ano. Ainda, os membros da associação entregam, desde a primeira edição dos Melhores do Ano, o Prêmio Luís César Cozzatti, que reconhece filmes, projetos, instituições ou pessoas de destaque no cenário audiovisual gaúcho. Os vencedores foram revelados em primeira mão durante evento sobre crítica online e atuação internacional com o historiador e crítico de cinema Waldemar Dalenogare, realizado no dia 14 de janeiro, na Sala Paulo Amorim da Casa de Cultura Mario Quintana, o qual tive o privilégio de mediar. Sala lotada, público interessado, muitas interações e selfies.

Confira, então, os vencedores do Prêmio Accirs 2024:

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Melhor curta-metragem gaúcho:
"Pastrana", de Melissa Brogni e Gabriel Motta

É hat-trick que se fala quando no esporte alguém atinge a marca de repetir três vezes o mesmo feito, né? Podemos dizer que "Pastrana", dos jovens cineastas Melissa e Gabriel, marcou esse triplete. Primeiro, no 52º Festival de Gramado, em agosto, quando nosso júri do "Gauchão", o Prêmio Accirs para curtas-metragens gaúchos dentro da Mostra Assembleia Legislativa, votou nesta produção para o filme. Mais adiante, em novembro, igual: nosso júri de crítica formado para o 2º Festival de Cinema de Canoas o escolheu. Agora, para ratificar, o grupo de membros consagra este belo documentário de montagem ágil, imagens impactantes e narrativa tocante que presta, por meio de um enfoque muito pessoal, homenagem ao skatista de downhill Allysson Pastrana, falecido trágica e precocemente em 2018 durante uma competição.



Melhor longa-metragem gaúcho:
"Até Que a Música Pare", de Cristiane Oliveira

A Accirs ainda não havia premiado Cristiane nem com o belo "A Primeira Morte de Joana", de 2023,  como também ao brilhante "Mulher do Pai", de 2017, um dos mais importantes filmes da nova cinematografia gaúcha. Agora, enfim, veio o reconhecimento ao seu terceiro longa, que conta a história de Chiara, matriarca de uma família de descendência italiana, e seu marido, Alfredo, que decide acompanhá-lo em uma de suas viagens a trabalho para não ficar só em casa depois que o último de seus filhos sai do lar para morar sozinho. A sensível história, contada com ainda mais sensibilidade pela cineasta, põe o casal diante do maior desafio de suas vidas com o casamento de 50 anos à prova. 



Longa-metragem nacional:
"Ainda Estou Aqui", de Walter Salles

O filme que arrebatou crítica e, incrivelmente, público fora e dentro do Brasil. Mas o fenômeno "Ainda Estou Aqui", embora raro para o cinema brasileiro, tendo em vista o tema e a abordagem competentes mas nada pop como as comédias da Globo Filmes, é totalmente merecido. O filme que levou Fernanda Torres ao Globo de Ouro e o Brasil ao Oscar é uma sensível e comprometida reconstrução da história real da família Paiva, que viu o pai de cinco filhos e marido da resistente Eunice Paiva ser levado pelos militares para nunca mais voltar. Obra forte e necessária - principalmente, no atual momento em que as manifestações fascistas volta a ameaçar as democracias e os direitos humanos.



Longa-metragem Internacional:
"Anatomia de uma Queda", de Justine Triet

O que os olhos enxergam? Que olhos são esses, o do espectador? O da diretora? O de um personagem cego? Os de um cão de olhos sadios, mas irracional? O olhar da Justiça? O brilhante e incomum thriller de Justine é um misto muito bem argumentado de drama familiar, filme de tribunal e análise sociocomportamental da sociedade francesa. Todas as interrogações que o filme levanta e convida o espectador a acompanhar o desenrolar da trama, ora desvendando, ora impondo novos questionamentos. Com isso, outros pontos também surgem: o cinema não seria exatamente isso, a dúvida do que se vê ou se escuta? Mesmo com outros ótimos filmes internacionais em 2024, como "Dias Perfeitos", "Os Colonos" e "Pobres Criaturas", a Accirs teve a lucidez de premiar "Anatomia de uma Queda", outra obra de cineasta mulher assim como os brasileiros "Pastrana" e "Até que...". 



Prêmio Luís César Cozzatti (destaque gaúcho):
Hélio Nascimento

Um dos mais respeitados críticos de cinema em atividade no Brasil, Hélio Nascimento assina há 64 anos uma coluna semanal sobre cinema no Jornal do Comércio, de Porto Alegre. Atualmente com 88 anos de idade, foi agraciado, em 2022, com o Prêmio Gramado 50 Anos no Festival de Cinema de Gramado, honraria destinada a pessoas cujas trajetórias em cinema se destacaram ao longo das décadas. Hélio tem dois livros lançados: "Cinema Brasileiro", de 1981, e "O Reino da Imagem", de 2002, e integra o livro "50 Olhares da Crítica Sobre o Cinema Gaúcho", publicado em 2021 pela Accirs e da qual é sócio-honorário.


Daniel Rodrigues

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Globo de Ouro 2025 - Os Vencedores


 

E deu Fernanda Torres no Globo de Ouro! Fernanda levou o prêmio de Melhor Atriz em Filme de Drama por sua atuação no lindo "Ainda Estou Aqui", de Walter Salles Jr., esse fenômeno de bilheteria no Brasil que vem emocionando plateias ao redor do mundo. Confirmando as expectativas de alguns (e contrariando as dos pessimistas), a atriz brasileira, que interpreta Elaine Paiva no filme, atinge esse feito histórico e cheio de significado para o Brasil com totais méritos mas não sem dificuldades. Afinal, ela concorria com, pelo menos, quatro grandes e premiadas atrizes muito mais "internacionais" que uma sul-americana como ela: as britânicas Tilda Swinton e Kate Winslet, a norte-americana Angelina Jolie e a australiana Nicole Kidman - além da "porn celebrity" Pamela Anderson, que passa longe de ser "grande atriz".

Repetindo o feito histórico de sua mãe, a grandiosa Fernanda Montenegro, indicada ao mesmo prêmio em 1999 e que levou com Waltinho o de Melhor Filme em Língua Não-Inglesa por "Central do Brasil" naquele ano, a vitória de Fernanda, para além do eficiente marketing que Sony Pictures vem investindo em "Ainda Estou Aqui" no mercado norte-americano, reforça aquilo que, a partir de agora, tornou-se o próximo objetivo a ser alcançado: o Oscar. 

Neste caso, o buraco é mais embaixo, mas não impossível. Enquanto os indicados ao Oscar não saem, o que deve ocorrer em 17 deste mês, há duas hipóteses visíveis. Uma delas, é Fernanda, sendo realmente indicada, disputar diretamente com Demi Moore, forte concorrente pelo ótimo "A Substância". No Globo de Ouro, esse embate não ocorreu, pois ambas estavam em categorias diferentes, sendo que Demi, na de Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical, também foi premiada. Ou seja: em relação a Nicole, Tilda, Angelina e Kate, outras possíveis indicadas, Fernanda já largou uma cabeça à frente. Falta ver agora se terá fôlego pra ultrapassar Demi no páreo.

Há um fator que, curiosamente, pode contribuir positiva ou negativamente: a conquista de sua mãe anos atrás. Naquele feita, a Academia do Oscar valeu-se da indicação de Fernandona por seu papel de Dora em "Central..." e a premiação do mesmo (também de Walter Salles, informações essencial) como salvo-conduto para não premiar uma "não-americana". Embora merecesse - a própria Gwyneth Paltrow, vencedora daquele Oscar, concordava com isso -, a brasileira teve de se contentar com o Globo de Ouro., jamais previsto a uma senhora de um país exótico diante das figuras estelares de Hollywood àquela época. No caso de Fernanda Torres, essa correlação com a mãe é também favorável, pois os norte-americanos gostam de valorizar a ancestralidade - como produto, claro.

Por outro lado, por mais que se precise fazer algum esforço para acreditar que o pessoal do Oscar evoluiu de lá para cá - haja vista os reconhecimentos a atrizes estrangeiras como a nipônica Michelle Yeoh, em 2023, para se centrar nessa categoria -, é possível que uma visão mais moderna (e equânime) dos tempos atuais favoreça Fernanda. Afinal, a conquista do Globo de Ouro sempre foi um indicativo a qualquer vencedor de que este é um forte candidato ao Oscar. Isso, mais o lobby da Sony, o prestígio e a carreira internacionais de Waltinho, o espelhamento com o que já acontecera com "Central...", a pré-indicação de "Ainda..." ao Oscar de Melhor Filme Internacional e, principalmente, a força da atuação de uma atriz já reconhecida internacionalmente (vale lembrar que Fernanda Torres é Palma de Ouro em Cannes por "Eu Sei que Vou te Amar", de 1986) dão a ela totais condições de superar Demi. Talvez o filme em si seja o favorito para que o Brasil vença o Oscar, mas, na prática, é bastante cabível pensar que Fernanda também posso levar.

Resta agora saber se a Academia permitirá que se faça justiça nessa corrida "cabeça a cabeça" entre Fernanda e Demi.

Confira a lista completa dos vencedores do Globo de Ouro 2025:

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Melhor Filme (Drama)

O Brutalista


Melhor Filme (Musical ou Comédia)

Emilia Pérez


Melhor Diretor

Brady Corbet, O Brutalista 


Melhor Ator (Drama)

Adrien Brody, O Brutalista


Melhor Atriz (Drama)

Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui 


Melhor Ator (Musical ou Comédia)

Sebastian Stan, Um Homem Diferente 


Melhor Atriz (Musical ou Comédia)

Demi Moore, A Substância 


Melhor Ator Coadjuvante (Musical, Comédia ou Drama)

Kieran Culkin, A Verdadeira Dor 


Melhor Atriz Coadjuvante (Musical, Comédia ou Drama)

Zoe Saldaña, Emilia Pérez 


Melhor Roteiro

Conclave 


Melhor Filme em Língua Não Inglesa

Emilia Pérez


Melhor Filme de Animação

Flow 


Melhor Canção Original

El Mal, Emilia Pérez, música e letras de Clément Ducol, Camille e Jacques Audiard 


Melhor Trilha Sonora Original

Rivais 


Maior realização cinematográfica e em bilheteria

Wicked 


Melhor Série Dramática

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão 


Melhor Série de Comédia ou Musical

Hacks 


Melhor Série Limitada, Antologia ou Filme para TV

Bebê Rena 


Melhor Ator Em Série Dramática

Hiroyuki Sanada, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão 


Melhor Atriz Em Série Dramática

Anna Sawai, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão 


Melhor Ator em Série Musical ou Comédia

Jeremy Allen White, O Urso 


Melhor Atriz em Série Musical ou Comédia

Jean Smart, Hacks 


Melhor Atriz Coadjuvante (Musical, Comédia ou Drama)

Jessica Gunning, Bebê Rena 


Melhor Ator Coadjuvante (Musical, Comédia ou Drama)

Tadanobu Asano, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão 


Melhor Ator (Série Limitada, Antologia ou Filme para TV)

Colin Farrell, Pinguim 


Melhor Atriz (Série Limitada, Antologia ou Filme para TV)

Jodie Foster, True Detective: Terra Noturna 


Performance em Comédia Stand-up para TV

Ali Wong 


Daniel Rodrigues


segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Globo de Ouro 2022 - Os Vencedores


Saíram os vencedores do Globo de Ouro, um dos principais prêmios de cinema e televisão dos Estados Unidos, que sempre é um bom termômetro em relação aos possíveis indicados e favoritos para o Oscar, a principal premiação do cinema norte-americano e, possivelmente, a mais conhecida e conceituada no mundo, que acontecerá em março.

No Globo de Ouro que esse ano foi meio secreto, sem transmissão por TV, o grande destaque ficou por conta do bom "Ataque dos Cães", da diretora Jane Campion, que vem impressionando por onde passa, e que levou prêmios de direção, filme de drama, roteiro e ator coadjuvante, para o jovem Kodi Smit-McPhee. Já o badalado "Não Olhe Para Cima", que concorria em quatro categorias, não levou nenhum, perdendo, inclusive na de melhor filme de comédia, para o musical "Amor, Sublime Amor", de Steven Spielberg. Mas não é de se surpreender. Vamos ver se o filme, de necessária reflexão, terá melhor sorte no Oscar que, por seu turno, vem desenvolvendo conceitos um pouco mais abrangentes nos últimos anos.

Confira a baixo a lista dos vencedores:


Benedict Cumberbatch em "Ataque dos Cães".


CINEMA:

  • Melhor filme – drama

‘Belfast’

‘No Ritmo do Coração’

‘Duna’

‘King Richard: Criando Campeãs’

Ataque dos Cães’


  • Melhor diretor – Filme

Kenneth Branagh (‘Belfast’)

Jane Campion (‘Ataque dos Cães’)

Maggie Gyllenhaal (‘A Filha Perdida’)

Steven Spielberg (‘Amor, Sublime Amor’) 

Denis Villeneuve (‘Duna’) 


  • Melhor atriz em filme – drama

Jessica Chastain (‘The Eyes of Tammy Faye’)

Olivia Colman (‘A Filha Perdida’)

Nicole Kidman (‘Apresentando os Ricardos’)

Lady Gaga (‘Casa Gucci’)

Kristen Stewart (‘Spencer’)


  • Melhor ator em filme – drama

Mahershala Ali (‘Swan Song’)

Javier Bardem (‘Apresentando os Ricardos’)

Benedict Cumberbatch (‘Ataque dos Cães’)

Will Smith (‘King Richard: Criando Campeãs’)

Denzel Washington (‘The Tragedy of Macbeth’) 


  • Melhor filme – musical ou comédia

‘Cyrano’

‘Não Olhe Para Cima’

‘Licorice Pizza’

‘Tick, Tick … Boom!’

‘Amor, Sublime Amor’


  • Melhor atriz em filme – musical ou comédia

Marion Cotillard (‘Annette’)

Alana Haim (‘Licorice Pizza’)

Jennifer Lawrence (‘Não Olhe Para Cima’)

Emma Stone (‘Cruella’)

Rachel Zegler (‘Amor, Sublime Amor’) 


  • Melhor ator em filme – musical ou comédia

Leonardo DiCaprio (‘Não Olhe Para Cima’)

Peter Dinklage (‘Cyrano’)

Andrew Garfield (‘Tick, Tick … Boom!’)

Cooper Hoffman (‘Licorice Pizza’)

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’)


  • Melhor ator coadjuvante em qualquer gênero

Ben Affleck (‘Lar Doce Lar’)

Jamie Dornan (‘Belfast’)

Ciarán Hinds (‘Belfast’) 

Troy Kotsur (‘No Ritmo do Coração’)

Kodi Smit-McPhee (‘Ataque dos Cães’) 


  • Melhor atriz coadjuvante em qualquer gênero

Caitríona Balfe (‘Belfast’)

Ariana DeBose (‘Amor, Sublime Amor’)

Kirsten Dunst (‘Ataque dos Cães’)

Aunjanue Ellis (‘King Richard: Criando Campeãs’)

Ruth Negga (‘Identidade’)


  • Melhor roteiro – filme

‘Licorice Pizza’

‘Belfast’

‘Ataque dos Cães’

‘Não Olhe Para Cima’

‘Apresentando os Ricardos’


  • Melhor filme – animação

‘Encanto’

‘Flee’

‘Luca’

‘My Sunny Maad’

‘Raya e o Último Dragão’


  • Melhor trilha sonora original

‘A Crônica Francesa’

‘Encanto’

‘Ataque dos Cães’

‘Madres Paralelas’

‘Duna’


  • Melhor filme em língua estrangeira

‘Compartment No. 6’

‘Drive My Car’

‘A Mão de Deus’

‘A Hero’

‘Madres Paralelas’


  • Melhor canção original – Filme

‘Be Alive’ (‘King Richard: Criando Campeãs’)

‘Dos Orugitas’ (‘Encanto’)

‘Down to Joy’ (‘Belfast’)

‘Here I Am (Singing My Way Home)’ (‘Respect’)

‘No Time to Die’ (‘007: Sem Tempo para Morrer’)


TELEVISÃO:

  • Melhor série de comédia ou musical

‘The Great’

‘Hacks’

‘Only Murders in the Building’

‘Reservation Dogs’

‘Ted Lasso’


  • Melhor atriz em série de comédia ou musical

Hannah Einbinder (‘Hacks’)

Elle Fanning (‘The Great’)

Issa Rae (‘Insecure’)

Tracee Ellis Ross (‘Black-ish’)

Jean Smart (‘Hacks’)


  • Melhor ator em série de comédia ou musical

Anthony Anderson (‘Black-ish’)

Nicholas Hoult (‘The Great’)

Steve Martin (‘Only Murders in the Building’)

Martin Short (‘Only Murders in the Building’)

Jason Sudeikis (‘Ted Lasso’)


  • Melhor minissérie ou filme para TV

‘Dopesick’

‘Impeachment: American Crime Story’

‘Maid’

‘Mare of Easttown’

‘The Underground Railroad’


  • Melhor atriz em minissérie ou filme para TV

Jessica Chastain (‘Scenes From a Marriage’)

Cynthia Erivo (‘Genius: Aretha’)

Elizabeth Olsen (‘WandaVision’)

Margaret Qualley (‘Maid’)

Kate Winslet (‘Mare of Easttown’)


  • Melhor ator em minissérie ou filme para TV

Paul Bettany (‘WandaVision’)

Oscar Isaac (‘Scenes From a Marriage’)

Michael Keaton (‘Dopesick’)

Ewan McGregor (‘Halston’)

Tahar Rahim (‘The Serpent’)


  • Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme

Jennifer Coolidge (‘White Lotus’)

Kaitlyn Dever (‘Dopesick’)

Andie MacDowell (‘Maid’)

Sarah Snook (‘Succession’)

Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’)


  • Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme

Billy Crudup (‘The Morning Show’)

Kieran Culkin (‘Succession’)

Mark Duplass (‘The Morning Show’)

Brett Goldstein (‘Ted Lasso’)

Oh Yeong-su (‘Round 6’)


  • Melhor ator em série de drama

Brian Cox (‘Succession’)

Lee Jung-jae (‘Round 6’)

Billy Porter (‘Pose’)

Jeremy Strong (‘Succession’)

Omar Sy (‘Lupin’)


  • Melhor atriz em série de drama

Uzo Aduba (‘In Treatment’)

Jennifer Aniston (‘The Morning Show’)

Christine Baranski (‘The Good Fight’)

Elisabeth Moss (‘The Handmaid’s Tale’)

Mj Rodriguez (‘Pose’)


  • Melhor série de drama

‘Lupin’

‘The Morning Show’

‘Pose’

‘Round 6’

‘Succession’



C.R.