quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
The Smiths - "The Smiths" (1984)
"Agora eu sei como Joana D'Arc se sentiu
Enquanto as chamas subiam até seu perfil romano
E seu walkman começava a derreter."
verso de "Bigmouth strikes Again"
A propósito de show cover dos Smiths, já postei aqui sobre discos de diversas bandas mas nunca desta que é uma das minhas preferidas. Há um certo consenso dos fãs em torno da preferência pelo álbum “The Queen Is Dead”, que inegavelmente é um discaço, com as clássicas “Bigmouth Strikes Again” e “There’s a Light that Never Goes Out”; mas particularmente, poucas vezes ouvi um disco de estréia tão notável quanto “The Smiths” de 1984. Chegando com um nome simples, em contraponto aos elaborados de outras bandas da época e com um som limpo e TOCADO, num contexto cheio de bandas que só ligavam os sintetizadores e a bateria eletrônica e o resultado acabava sendo quase o mesmo; o quarteto de jovens de Manchester não demorou nada a se destacar no cenário musical. Parecia que era tudo o que o pop precisava. Melodias, guitarras, sensibilidade, letras inteligentes e bem elaboradas, vocal singular e autêntico. Era finalmente uma banda de gente. De gente como a gente. Não à toa, logo os jovens perceberam que Morrissey se colocava muito próximo a eles nas suas angústias, nas suas aflições, no seu sarcasmo e medida agressividade e a relação fãs-banda, desde então, passou as ser mais do que meramente musical.
"The Smiths (1984)” é doce, é violento, é apaixonante e apaixonado. “Reel Around the Fountain” que abre a seleção traz um início com uma bateria marcada que logo deixa entrar a voz terna de Morrissey cantando sobre uma relação complicada que sofreu acusações de pedofilia na época do lançamento do álbum. Johnny Marr já mostra seu cartão de visitas, com uma melodia aparentemente simples mas, como o restante da obra virá a mostrar, é altamente bem elaborada mas sem espalhafato, distorções ou grandes solos. “Miserable Lie”, uma das minhas prediletas do álbum é quase uma exceção a obra dos caras, com sua estrutura diferenciada, partindo de uma levada lenta até explodir em fúria e passar daí a evoluções vocais extremamente afetadas. Tudo isso com uma bateria inapelavelmente punk e curiosamente com uma guitarra sem distorção.
“This Charming Man”, um dos grandes clássicos da banda, que não saiu na edição inglesa, é outra destas coisas primorosas da história do rock com aquele riff marcante e inconfundível de Johnny Marr e com aquele vocal totalmente auto-revelador de Morrissey.
“Still Ill” é outra das fantásticas! Esta mais vigorosa e com a verve potente de Moz. Falar da guitarra de Marr já é redundância. Ele simplesmente dilacera tudo do início ao fim.
“What Difference Does It Make?”, falando sobre rejeição provavelmente seja uma das que representam mais perfeitamente a mistura amor-ódio-sarcasmo do mestre . Talvez tenha as frases mais apaixonadas e frustradas da história do rock: “...eu me jogaria em frente a uma bala voando por você”, ou “eu roubei e menti (...) porque você me pediu”, trazem toda a dedicação e o desgosto com uma pessoa amada.
A rotação depois dela dá uma aliviada com as ótimas “I Don’t Owe You Anything” e “Suffer Little Children” com aquele final provocante com umas risadinhas safadas.
Ainda hoje, mais ou menos uns 12 ou 13 anos depois de tê-lo ouvido pela primeira vez, ainda me impressiona e me faz acabar a audição com um sorriso no rosto.
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FAIXAS:
1. Reel Around The Fountain 5:55
2. You've Got Everything Now 3:58
3. Miserable Lie 4:27
4. Pretty Girls Make Graves 3:41
5. The Hand That Rocks The Cradle 3:45
6. This Charming Man 2:52
7. Still Ill 3:19
8. Hand In Glove 3:23
9. What Difference Does It Make? 3:49
10. I Don't Owe You Anything 4:04
11. Suffer Little Children 5:29
7. Still Ill 3:19
8. Hand In Glove 3:23
9. What Difference Does It Make? 3:49
10. I Don't Owe You Anything 4:04
11. Suffer Little Children 5:29
Globo de Ouro 2010 - Premiados
| O badalado "Avatar de James Cameron |
Melhor filme de drama
Avatar, de James Cameron
Melhor atriz coadjuvante
Mo´Nique, por Preciosa
Melhor atriz em série de TV (comédia ou musical)
Toni Colette, por United States of Tara
Melhor ator coadjuvante em série de TV
John Lithgow, por Dexter
Melhor animação
Up - Altas Aventuras
Melhor ator em série de TV (drama)
Michael C. Hall, por Dexter
Melhor atriz em série de TV (drama)
Julianna Margulies, por The Good Wife
Melhor canção original
The Weary Kind, de T-Bone Burnett e Ryan Bingham, do filme Crazy Heart
Melhor trilha sonora
Up - Altas Aventuras, de Michael Giacchino
Melhor minissérie ou filme feito para TV
Grey Gardens
Melhor atriz de comédia ou musical
Meryl Streep, por Julie & Julia
Melhor ator em minissérie ou filme para TV
Kevin Bacon, por Taking Chance
Melhor atriz em minissérie ou filme para TV
Drew Barrymore, por Grey Gardens
Melhor Roteiro
Jason Reitman e Sheldon Turner, por Amor sem Escalas
Melhor ator em série de TV comédia ou musical
Alec Baldwin, por 30 Rock
Melhor filme estrangeiro
A Fita Branca (Alemanha)
Melhor série de TV drama
Mad Men
Melhor atriz coadjuvante em série de TV, minissérie ou telefilme
Chlöe Sevigny, por Big Love
Melhor ator coadjuvante em filme
Christoph Waltz, por Bastardos Inglórios
Homenagem do ano
Martin Scorsese, pelo conjunto da carreira
Melhor diretor de cinema
James Cameron, por Avatar
Melhor série de Tv de comédia ou musical
Glee
Melhor filme de comédia ou musical
Se Beber Não Case
Melhor atriz de drama
Sandra Bullock, por O Lado Cego
Melhor ator de comédia ou musical
Robert Downey Jr., por Sherlock Holmes
Melhor ator de drama
Jeff Bridges, por Crazy Heart
domingo, 17 de janeiro de 2010
The Smiths Cover - Rio Rock & Blues Club - Rio de Janeiro (16/01/10)
Na minha Porto Alegre, quando morava lá, costumava ir muito nas noites de terça-feira a um bar chamado 8 e 1/2, onde acontecia a "Terça Clássica", a noite com apresentações de bandas cover dos clássicos do rock. Lá vi covers de Doors, Hendrix, Pink Floyd, Stones, Raul; algumas muito boas, outras nem tanto. Mas de qualquer forma adorava ir ao 8 e 1/2 para ver fãs, como eu, tocando as músicas dos nossos heróis.Logo que cheguei ao Rio de Janeiro senti falta de ter lugares deste tipo, com rock, covers de bandas e tal. Infelizmente, ainda que se encontre este tipo de programa, a cultura local predominante é samba e funk, e lugares qualificados com boa música não são assim tão fáceis e comuns.
Aqui, depois de alguma procura, depois de alguma demora, fui brindado com a existência do Rio Rock & Blues Club que me proporciona estas oportunidades, das quais com alguma frequência desfruto. Ontem, em especial tive uma das melhores experiências neste local. A casa apresentou uma banda cover do quarteto de Manchester, The Smiths. Pela fila, pela espera, pelas camisetas, pelos topetes já se via que não seria uma apresentação cover como as outras da casa. Quando se fala em The Smiths, em Morrissey, a gente sabe que existe aquela coisa meio "religiosa" dos fãs. E, de fato, foi um dos shows cover mais emocionantes que já assisti.
Contando com um vocalista simpaticíssimo e músicos competentes a banda empolgou mesmo os espectadores mais exigentes. O Morrissey-cover não se limitava às imitações de postura e trejeitos do original e mandou bem no microfone conseguindo se aproximar do timbre do inglês, e o nosso Johnny Marr, impressionantemente, não fez feio e segurou até algumas difíceis como "Still Ill", por exemplo. Tá certo que quando alguém pediu "Girl Afraid" o vocalista disse que aí teria que chamar o próprio Marr, mas a gente compreende. Seria complicado mesmo.
Pontos altos pra mim foram a ótima e muito bem executada "Handsome Devil"; a surpresa de "Headmaster Ritual" que não é das mais conhecidas e a já citada "Still Ill" que eu tinha mesmo expectativa de ouvir. Mas o ápice do show foi "Suedehead", da carreira solo de Morrissey, que o vocalista definiu como uma "quase Smiths". Eu já tinha visto pessoas cantarem juntas lá no RR&BC refrões conhecissimos e populares do rock como "can't buy me loooove" ou "smoooke on the water...", mas nunca tinha presenciado o bar todo em uníssono entoar um refrão, e assim foi com "i'm so sorry" de "Suedehead". Todos juntos. Lindíssimo. Verdadeiramente incrível!
Como se não bastasse tudo isso, me pegaram de surpresa com a inusitada "Last Night I Dreamt that Somebody Love Me" que invariavelmente me emociona. Nunca imaginei que fossem tocá-la até porque não foi dos hits da banda. O fato de ser a "cópia" dela não fez com que me tocasse menos e o resultado foi que quase cheguei às lágrimas.
Mas como disse o prórpio vocalista, Robeto Freitas, gostar de bandas como Smiths e Legião (que faria o show cover de fundo) não é pra qualquer um, "tem que ter sensibilidade" disse ele, ao que alguém respondeu de algum lugar da platéia, "tem que ter coração". E é mesmo. É por isso que um show assim consegue provocar todas estas reações. Os fãs de Smiths tem, sobretudo, coração.
Cly Reis
sábado, 16 de janeiro de 2010
cotidianas #15 - Cidade Irmã
Hora da faxina
(Quando o sol entrar pelos
fundos)
Você sai
na sua corrida maluca
Eu fico só
Amo Você como louco, louco
louco, louco
Nada que nos una
Vendo a lua saindo de um
prédio
Tantas luzes
Que piscam na zona sul
Estrelas mortas
Amo Você como louco, louco
louco, louco
Nada que nos una
Eu vejo navios
Paris no tempo do rei sol
Folheia um livro
Você toma banho de espuma
Eu fico só
Amo você como louco
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"Cidade Irmã"
(Cadão Volpato)
Ouça:
Fellini Cidade Irmã
*PS: A última estrofe aparece no encarte mas não foi gravada no álbum "Amor Louco" de 1989.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Sex Pistols "Nevermind the Bollocks, Here's the Sex Pistols" (1977)
"Eu sou o anticristo
Eu sou um anarquista"
da letra de
"Anarchy in the U.K."
Um aquisição tardia, mas ainda muitíssimo válida foi a que fiz recentemente do clássico “Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols”. Já tivera por algum tempo o LP em minha casa mas não era meu, depois gravei numa fita cassete e adorava ouvir no walkman, agora finalmente o tenho em um formato decente, com qualidade, na versão remasterizada em CD.
Lançado em 1977, “Never Mind the Bollocks...” permanece ainda hoje como um dos álbuns mais importantes e influentes de todos os tempos, não se limitando à esfera musical; na qual diga-se de passagem, não teve grande contribuição técnica de qualidade, uma vez que os músicos eram extremamente amadores e fracos; mas estendeu-se a níveis até mesmo comportamentais e sociais; só que em dizendo-se que a música era pobre tecnicamente, não significa dizer eu não fosse boa. Pelo contrário. Os riffs simples, melodias criativas com três ou quatro notas, o peso, a crueza, a aspereza do som lhe conferiram o caráter eterno dentro do mundo da música. Legado valioso que permanece até hoje desde uma Lady GaGa até um Slipknot.
É certo que não foram os Pistols que criaram a fórmula. A coisa foi chegando até lá: Velvet, Doors, Stooges, Television, todos estes fizeram o caminho. Mas foi com o time do sagaz Johnny Rotten que se encontrou a química perfeita. “Nevermind the Bollocks...” tem a fúria, a sujeira, o sarcasmo e a audibilidade na medida certa.
O disco abre com sons de uma marcha de soldados, encaminhando “Holidays in the Sun” seguida da pedrada “Bodies” com sua letra crua sobre aborto. “Liar” é outra bomba, “Problems” é marcante principalmente pelo seu final maquinal, “EMI” é toda deboche à indústria fonogáfica, mas é em “Anarchy in the UK” que Johnny Rotten sintetiza toda a fúria punk quando cospe toda sua raiva vociferando “Eu sou o anticristo, eu sou um anarquista”. No fim das contas ouvindo a predição pessimista de “God Save the Queen”, é de se pensar o que teria sido do futuro sem ‘Nevermind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols”?
Hoje sabemos. Ele precisava mesmo ter existido.
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FAIXAS:
01 - Holidays In The Sun
02 - Bodies
03 - No Feelings
04 - Liar
05 - Problems
06 - God Save The Queen
07 - Seventeen
08 - Anarchy In The U.K.
09 - Submission
10 - Pretty Vacant
11 - New York
12 - E.M.I
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Ouça:
Never Mind The Bollocks, Here The Sex Pistols
Cly Reis
sábado, 9 de janeiro de 2010
Christopher Lee, aos 87 anos, encarna Carlos Magno e grava álbum de metal
E não é que Christopher Lee, talvez o mais conhecido e lendário Drácula do cinema, vai gravar um disco de heavy metal? Pois é!
Também conhecido mais recentemente como o Saruman da trilogia "O Senhor dos Anéis", o ator aos 87 anos de idade, depois de emprestar sua voz soturna a alguns projetos de outros artistas resolveu fazer o seu disquinho!
O cara que se diz descendente direto de Carlos Magno, pretende realizar um projeto temático sobre o imperador saxônico numa linha metal com orquestrações que receberá o nome de "Charmelagne: By the Sword and the Cross" e você pode dar uma conferida aqui.
Particularmente não curto muito o som mas vale pela curiosidade.
C.R.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
The White Stripes - "Conquest"
Conheci ontem e adorei este clipe de uma das bandas que valem algo a pena nos últimos tempos, White Stripes. Com vocês o divertido clipe de "Conquest" do álbum "Icky Thump".
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Coluna dEle #15 - Revelações 2010
Galera, Comigo não tem dessas de previsão, tarô, búzios, numerologia, até porque Eu não preciso disso. Eu SEI o que vai acontecer e vou, aqui neste prestigiadíssimo blog revelar a vocês os acontecimentos do ano que recém se inicia:
REVELAÇÕES 2010
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Depois disso tudo, quem tiver dúvidas, perguntas, questões, interpelações, medos, temores, desesperos,
manifeste-se pelo e-mail: god@voxdei.gov
Que Eu lhes abencôe e fiquem Comigo.
REVELAÇÕES 2010
- Não é querer ser urubuzento mas tenho que contar a vocês que em 2010 vão rolar aí umas catástrofes naturais matando neguinho adoidado. Tsunamis na Indonésia, terremotos no Japão e enchentes aí no Brasil;
- Também não posso deixar de lhes contar que outro avião vai cair e a tripulação inteira vai morrer. Outras aeronaves também vão pro chão (e pra água) mas teremos variações: em alguns casos morrerá a metade, em outros casos só um ou dois e em outros Eu intercederei e vai sair todo mundo na boa;
- Também teremos terroristas, mas que não terão sucesso em aviões. No entanto, haverá um atentado suicida matando civis cuja autoria será reivindicada pelo Al-Qaeda;
- Fãs, preparem-se porque vou trazer pra cá pra cima um grande nome da música, mas não revelarei agora pra vocês não saírem comprando discos que nem loucos;
- Em compensação uma grande banda vai se reunir pra uma turnê e vai se apresentar na América do Sul, inclusive no Brasil. Só vou avisando que é só caça-níqueis, viu. Eles estão todos duros e vão desembarcar aí porque sabem que vocês ainda pagam pra ver. Mas... vai quem quer.
- Também vem aqui pra cima um grande nome do cinema. Todos lamentarão mas vão acabar concordando que já estava na hora. A vantagem é que os canais de TV e as salas de cinema vão fazer ciclos especiais;
- No BBB a Globo vai manipular de novo o resultado do troço mas vocês vão acreditar que deu o que vocês queriam. No fim das contas AFIRMO, com certeza que pelo menos uma paticipante gostosa vai posar nua para a Playboy;
- Em ano de Copa do Mundo, como o que mais recebo são preces, orações, e-mails, bilhetes, scraps pedindo pro Brasil ser campeão vou lhes contar o que vai acontecer: A Seleção terá dificuldades no primeiro jogo por nervosismo mas vai ganhar, depois melhora e passa com alguma facilidade pela primeira fase; terá um confronto dificil nas 8as. ou nas 4as. mas posso assegurar que é uma das favoritas ao título. Mais que isso não posso dizer. Já Me "acusam" de ser brasileiro, imagina se Eu adianto alguma coisa mais concreta;
- A propósito de futebol, aí do Brasil, um clube de São Paulo ganhará uma das competições nacionais e no Campeonato Brasileiro com certeza um dos gaúchos será vice e pelo menos um carioca brigará pra não cair. É batata!;
- Ainda no mundo da bola, um craque revelação do futebol brasileiro será vendido para o exterior por cifras que parecerão grande coisa para vocês mas que não farão nem "cosquinhas" no bolso dos europeus. Por conta da saída de jogadores na "janela" de transferências comentariastas chatos vão lamentar o baixo nível técnico do futebol nacional e blablablablablá;
- E quanto à outra paixão da galera aí no Brasil, o Carnaval; no Rio, debaixo de muita chuva a Beija-Flor vai ganhar (de novo). É, não posso fazer nada. E na Bahia, Ivete Sangalo pulará uma semana inteira, sem dormir, em todos os trios-elétricos possíveis, só parando pra dar de mamar à sua cria, isso se parar;
- Explodirá mais um grande escândalo financeiro na esfera política brasileira;
- Lula vai continuar falando besteira mas sua popularidade vai continuar alta;
- Caetano dará uma declaração polêmica;
- Pelé terá um desentendimento verbal com Maradona;
- Não será este ano ainda que um filme brasileiro ganhará o Oscar de Filme Estrangeiro;
- O verão vai ser de muuuuito calor;
- A Coréia do Norte vai cotinuar, sim, fazendo testes nucleares;
- Os EUA não vão arredar mesmo o pé do Iraque;
- E, não tem jeito, Israelenses e Palestinos vão continuar se matando.
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Depois disso tudo, quem tiver dúvidas, perguntas, questões, interpelações, medos, temores, desesperos,
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Que Eu lhes abencôe e fiquem Comigo.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
The Cult "Love" (1985)
"Nirvana" que abre o disco é uma mostra disso. Tem peso, tem energia, mas tem melodia e um refrão fantasticamente conduzido na voz de Ian Astbury. Segue com a ótima "Big Neon Glitter" com seu riff hipnótico de guitarra do início num crescendo arrebatador. E por aí vamos com a grande faixa-título "Love"; com a balada "Brother Wolf, Sister Moon"; as guitarradas de "Rain"; a boa "The Phoenix"; até chegar em outra das minhas preferidas, "Hollow Man" com outro grande riff inicial e uma pegada e tanto.
Como já tinha escrito aqui, quando do show do Cult aqui no Rio, os caras me agradam principalmente por um motivo. Ficam à parte de qualquer rotulação: hard-rock, metal, gótico, pop... Não! O Cult é uma banda de rock e sobremaneira, "Love" seu melhor trabalho é um GRANDE ÁLBUM DE ROCK.
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FAIXAS:
Álbum Original (1985)
- "Nirvana" – 5:24
- "Big Neon Glitter" – 4:45
- "Love" – 5:35
- "Brother Wolf, Sister Moon" – 6:49
- "Rain" – 3:55
- "The Phoenix" – 5:06
- "Hollow Man" – 4:45
- "Revolution" – 5:20
- "She Sells Sanctuary" – 4:23
- "Black Angel" - 5:22
"Expanded Edition" (2009) CD 2
- "She Sells Sanctuary" (Long Version) - 6:59
- "No. 13" - 4:40
- "The Snake" - 8:09
- "Here Comes the Rain" - 6:19
- "Little Face" - 4:54
- "Revolution" (Full Length Remix) - 5:29
- "Judith" - 5:29
- "Sunrise" - 5:11
- "All Souls Avenue" - 4:45
- "She Sells Sanctuary" (Howling Mix) - 8:26
- "Assault on Sanctuary" - 7:31
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Ouça:
Cly Reis
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