Outra das coisas que descobri na viagem para a Europa, mas que podia perfeitamente ter ouvido antes aqui, foi a Lily Allen. Principalmente na Itália tocava incansavelemente na TV o clipe de “Not Fair”. Clipe legal, revival de programas de auditório dos anos 60, ritmo puxando para um country bem marcado, retrozinho mas com a dose certa de contemporaneidade.
Preciso ouvir outras coisas dela. Por enquanto, por conta de “Not Fair” a primeira impressão foi muito boa.
Dêem uma conferida:
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
"A Era do Gelo 3", de Carlos Saldanha (2009)

Fui ver, sábado, o Era do Gelo 3.
Ruim.
Sabe quando a série já deu tudo o que tinha que dar?
É.
É isso.
A piada do bichinho correndo atrás da noz já tá mais que gasta.
Sem falar da incoerência, mas isso eu nem cobro. Deixo aberto que uma obra de ficção possa ter essa "licença cinematográfica". Vimos os Flintstones a infância inteira e achávamos um barato o Fred conviver com os dinossauros. Sei que não tínhamos noção na época dessa mentira histórica mas o pior é que crescemos e continuamos achando um barato e perdoando a agradável mentira.
Por que não perdoar a Era do Gelo?
Sou mal-humorado mas nem tanto. Lógico que dá pra dar umas risadas mas nem nesse sentido é muito legal. Não consegue fazer rir com muita frequência. Uma piadinha aqui outra ali e só.
Pra completar o fracasso, fui ver em 3D pra pelo menos valer a pena. Pra piorar nem isso valeu.
Não sei se era a qualidade de projeção, se eram os óculos, se foi a concepção original em 3D mas não era aquela coisa de praticamente saltar da tela, de impressionar. Vi por exemplo o U23D e aquilo sim foi um grande barato. Esse não. A gente até via algumas cenas mais legaizinhas e tal mas via que podia ser mais bem explorado.
Cly Reis
ARQUIVOS DE VIAGEM (FLORENÇA)
(a foto ficou assim tremida pq não podia fotografar lá dentro. foi o que deu pra conseguir)
Ao lado, vista da fachada ricamente detalhada e ornamentada com mármores variados.
e a fachada lateral, mostrando a cúpula.
À esquerda, o belíssimo palácioVecchio e à direita, a entrada da Galleria dell'Uffizzi, com um Perseu e sua Medusa decapitada. Neste museu é onde fica a famosa 'Vênus' de Botticcelli.
Vista do Rio Arno e da ponte Vecchio, próxima ao palácio.
Atravessando a ponte Vecchio, um pouco adiante o Palazzo Pitti...
...no seu interior, o belíssimo e tranquilo Jardim
de Boboli
Dante Allighieri, filho ilustre da cidade.
As estreitas vielas da cidade e as bicicletas, meio de transporte totalmente comum entre os habitantes e muito apropriado para esta configuração urbana.
E, na praça do Mercado, o Monumento a Pinocchio, personagem do florentino Carlo Collodi.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Os Causo de Dois Morro - "A Cidade"
Me utilizo-me deste ilustroso espaço que o mui ilustroso bloguero me concede pra contá uns causo curioso da minha amada Dois Morro, mas acabo por não falando do lugar em simesmo que é uma belezura de lindeza.
Conformes já se falô no primeiro causo, lááá atrás, Dois Morro é uma cidade que fica ali entre a Província Cisplatina e a Província de São Pedro, fazendo fronteira com a Terra de Vera Cruz e a Terra de Santa Cruz, aqui no meu Rio Grande.
Tem uma vastitude de terra que é maior que os Estadozunido só que não aparece nos mapa de jografia por uns poblema de direito de image. Não quizero pagá o que Dois Morro merece, então não fazemo questã de aparece.
Zimportante mesmo é qui si tome conhecimento qui Dois Morro, por ezempo, foi a primeira capitar do Brasí; qui os mais antigo osso de anemar préstórico fôro achado em Dois Morro; qui Dois Morro sobreviveu-se ao grande alagamento que inundô Atrântida, e só resistiu porcausdeque como os morro são mui alto, mui acima do níver do mar, a água não chegô em nóis e nóis fiquemo tudo lá de cima do morro da direita se rindo nos atrântidense tudo boiando lá embaxo qui nem qui uns monte cocô na patente.
A despropósito dos morro, o mais arto é o da direita, conhecido por Morro da Direita e o ôtro, o da esquerda nóis chamamo de Morro da Esquerda. Procê tê uma idéia o Morro da Direita é tão arto, mais tão arto que nóis botamo uns peão lá no arto do morro, subido nuns banquinho, pra trabalhá consertando uns buraquinho que aparecero na camada d’ozônio.
Dois Morro tem o maior rio do universo que é o Rio Entremorros qui tem esse nome porcausdequê passa no meio dos Dois Morro e tem maior lagoa de água doce do mundo, a sanga da Coca-Cola que tem esse nome porcausdequê em vêis d’água tem Coca-Cola, mesmo. A piazada se farta nadando e tomando Coca-Cola na sanga. É uma coisa linda di si vê!
Dois Morro é conhecida mundialmente no mundo todo porcaus do seu produzimento agropecuariano. Lá tem as maior plantação de presunto, de sucrilhos, de churros e de spaggetti. O pé de spaggetti parece um chorão-choroso. Mui lindo.
E sem esquecê das famosa plantação de ovo qui são de uma vastitude, de uma belezura tamanha qui são até de fazê aguá no zóio do vivente. Liiindo! Branco até aonde a vista alcança!
Ah, e os bicho! As vaca dão uísque, os cavalo nasce nas árvre e os porquinho da Índia não tem porqui são da Índia e não são porquinho de Dois Morro.
Mas tem os famoso profiteróle de Dois Morro, mas dos profiteróle eu vou falar outra hora.
Por agora chega. Vou me encostar na sombra desse pezinho de buceteiro e bodiá o resto do dia todinho.
Com sua licença.
postado por Chico Lorotta
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Não deu!

Achava que dava, mas não deu!
E realmente tudo podia acontecer e aconteceu do Corinthians sair ganhando cedo e derrubar o restinho de ânimo do Colorado. E então com um altíssimo aproveitamento, chutar a segunda bola em gol e fazer o segundo gol. Aí, o que era difícil passou para a casa do impossível.
O time foi bravo no segundo tempo. Gostei da atitude e acho que poderíamos assustar um pouco mais se depois do segundo gol o carinha não tivesse feito aquela cêra, o D'Ale não tivesse caído na deles , sido expulso e com um a menos em campo sepultado qualquer chance até mesmo de um milagre.
Não gostei da formação inicial do Inter mantendo os três volantes. Preferia começar com Andrezinho desde o início. Acho que já seria uma mostra de intenções. Não gostei também da postura do início do jogo. Faltou uma "faca no dentes". Faltou ir realmente pra cima quase que inconsequentemente, sufocar, amassar, marcar firmememente a saída de bola. Se era para tomar 2x0 jogando o jogo, como acoteceu, que levasse nos contra-ataques por estar pressionando o adversário. Dava na mesma.
Apesar destas críticas, reconheço os méritos do atual plantel e do treinador, que mesmo com seus erros (e todos cometemos) tem grandes qualidades e na minha opinião deve continuar com respaldo à frente da comissão técnica do Internacional. Pois vejamos, desde que assumiu tirou o time de uma posição de quase rebaixamento no Brasileiro passado e deixou em sexto, com aproveitamento pessoal que colocaria no G4. No mesmo período levou o clube a uma final e título de torneio continental, a Sulamericana, que inegavelmente é menor que a Libertadores mas mesmo assim de relevância. Vence o Gaúcho de maneira implacável passando por cima de todo mundo, em um campeonato que pode não ser o "mais difícil do mundo", mas onde poucas vezes se viu um time ganhar invicto com uma altíssima média de gols, goleando quase todo mundo. O mesmo treinador leva o clube, 17 anos depois a uma final de Copa do Brasil, que Muricis, Abéis, Autuoris, não conseguiram levar. Ganhar contra outro clube grande em igualdade de condições, é outra história. Aí volta o negócio do tudo pode acontecer e foi o que se viu ontem.
Tenho confiança, sim, que se não se fizer terra arrasada, se o grupo mantiver o equilíbrio e a direção mantiver as convicções podemos ter uma conquista maior logo ali adiante. O Brasileiro que não conquistamos faz 30 anos e que seria a cereja no bolo do centenário.
Cly Reis
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