terça-feira, 20 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
"À Prova de Morte", de Quentin Tarantino (2007)
Fui assistir ontem a "À Prova de Morte", de Quentin Tarantino e,... nossa, por que ainda tentei?O filme é muito ruim. RUIM, RUIM, RUIM!
Dir-me-ão que a proposta era esta, de fazer um filme com referências nos filmes de 5° categoria, exploitation, grindhouse, etc., sim, eu sei de tudo isso. Agora, então se a ideia era a de fazer um filme horrível, Tarantino teve sucesso, porque o troço é um lixo. (E escreve aqui alguém que gosta muito e admira este diretor)
Dirão muitos que provavelmente gosto de seus filmes pelos motivos errados, que não sei apreciar as sutilezas, sua estética própria e particular, seus diálogos e tal, mas neste projeto nem isso é bom.
Acabou acontecendo com "À Prova de Morte" o que eu temia que acontecesse, e por isso relutei em assistir a "Bastardos Inglórios"; uma mera repetição de tarantinismos: um amontoado de referências cinematográficas, uma série de exercícios estilísticos, auto-referências de uma marca consolidada, brincadeiras como as marcas de cigarro e fast-foods, violência extrema chocante, e aquela famosa "encheção de linguiça" dos diálogos longos e didáticos. Não estou desfazendo destes elementos que, no mais das vezes nas obras anteriores, aprecio muitíssimo, mas neste, ficam desvalorizados parecendo apenas ter intenção de homenagear ao próprio cinema e confirmar sua assinatura e grife. Os diálogos longos, então, outrora tão interessantes e instigantes (tome-se o do Cel. Hans Landa no início de "Bastardos Inglórios" ou a conversa sobre o Super-Homem de "Kill Bill 2" como exemplos), em "Death Proof" são absolutamente cansativos e improdutivos. Na metade do filme eu já estava impaciente para saber quando é que ia acabar aquela celeuma.
De bom mesmo, tem as duas cenas clímax das duas metades, por assim dizer, em que o filme se divide, pois praticamente consiste em duas enrolações longas com um ápice em cada uma; na primeira com a fantástica e hiper-real colisão dos carros, e no final da segunda metade com a empolgante perseguição na auto-estrada. Legal também o tipão do personagem principal, o Dublê Mike, o dono do carrão à prova de morte, que tirando a cicatriz, ficou parecido como Morrissey (hehehe).PS.:(e só para lembrar, eu adoro Tarantino)
trailer "À Prova de Morte"
Cly Reis
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Fazendo turismo na cidade onde vivo
Por incrível que pareça, mesmo morando no Rio há seis anos e já tendo visto um bocado de jogos no Maracanã, nunca havia feito a tour do estádio. Sábado passado, aproveitando a visita de meu irmão à capital fluminense, banquei de guia e ao mesmo tempo turista no legendário palco da Copa de 50.
| com a marca de Falcão, na Calçada da Fama |
Já no interior do estádio um grande hall traz imagens de momentos inesquecíveis vividos naquele palco, desde os títulos e decisões dos quatro grandes da capital, passando por momentos históricos como o Gol 1000 do Rei, até a momentos como shows de Sinatra , Madonna e Stones.
![]() |
| O Rei comemorando o milésimo gol. |
Agora, não sei por quê, desde a primeira vez que fui ao Maracanã, a imagem que tenho na cabeça olhando para o campo é a do Ghiggia invadindo pela direita em velocidade e chutando rasteiro no canto entre a trave e o goleiro Barbosa. Queira ou não queira, esta é minha imagem definitiva do estádio e que, provavelmente não se apagará nem com um título em 2014.
Ah, e a propósito, tenho uma camisa retrô do Ghiggia do gol de 50.
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| 'turistando' no gramado |
Está velho, ultrapassado e fora dos padrões atuais de conforto, acessibilidade e instalações.
Mãos à obra!
A Copa tá logo ali.
Cly Reis
quarta-feira, 14 de julho de 2010
"Toy Story 3", de Lee Unkrich (2010)
Fui assistir ontem a "Toy Story 3".
Cara, muito legal!
Lindo, lindo! Não sei se fico com essa impressão por ter sido uma criança que brincou muito, que valorizava seus brinquedos, e que tinha aquela criatividade de improviso com os brinquedos que tinha, como mostra no filme, mas sei que ele deixa essa gostosa sensação de nostalgia. Deixa também, em determinado momento uma certa sensação de culpa, é verdade, por não termos guardado até hoje brinquedos tão VALIOSOS para nós naquela fase da vida; mas depois, o próprio filme trata de nos conceder o perdão.
Mas não fica só no lado emocional da coisa: talvez dos três filmes da franquia, seja o que tenha mais ação e a mais intensa de todas. Só para se ter uma idéia, a creche onde vão parar os brinquedos do Andy; o dono do boneco xerife Woody, agora um adolescente pré-universitário; acaba se tornando uma espécie de campo de concentração do qual eles tem que fugir para não ser destroçados por crianças que não sabem conservá-los direito e para fugir do jugo de um ursinho de pelúcia que se torna malvado deposi de ter sido abandonado por sua antiga dona.Olha, um barato!!! Se não é algo assim brilhante, genial, um clássico, é emocionante para quem ainda é um pouco criança e adorava brinquedos na infância, e principalmente, é diversão garantida.
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Como único porém - não sei se eu que tô ficando muito chato, se não enxergo direito ou se as nossas salas de projeção não tem qualidade - achei o 3D praticamente desnecessário e , novamente justificável apenas por uma ceninha que outra. O que não tira de modo algum todos os méritos visuais do filme.
trailer "Toy Story 3"
Cly Reis
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