Curta no Facebook

segunda-feira, 31 de maio de 2010

"Fúria de Titãs" de Louis Leterrier (2009)






E fui eu, sábado, ver o remake de “Fúria de Titãs”.
Amigos...
Desnecessário.
Nada a acrescentar.
Nem o 3D ajuda. Aliás quase não se justifica. Poucas cenas são válidas o suficiente para que o recurso tivesse sido utilizado num filme como este. Sem contar que o tal 3D acaba meio que se perdendo na movimentação e velocidade intensíssimas das cenas de luta e perseguições, na proximidade da câmera nestas mesmas situações e na escuridão da fotografia. Pra piorar ainda mais, com todo o dinheiro, efeitos especiais, tantas dimensões e tudo mais, a ambientação do Olimpo com os deuses em pé sobre umas nuvenzinhas e a caracterização de Zeus com uma roupitcha brilhante-desfocada são ridiculas. Com toda a limitação de técnica e de recursos da época, os efeitos do clássico são bem mais legais do que os do novo, até mesmo pela importância e inovação no contexto daquele momento.
Agora vamos à história em si: outro desperdício!
O roteiro consegue destruir elementos extremamente interessantes do clássico de 1981 que eram a pureza de Perseu e a predileção dos deuses por ele. O novo Perseu, ao mesmo tempo que é alheio aos interesses dos nobres e deuses no seu conflito, é um jovem orgulhoso e movido pela vingança pela morte dos seus pais adotivos e não pelo amor pela bela Andrômeda como no antigo, o que o tornava naquele caso realmente envolvido com os objetivos da jornada na qual irá se lançar. Em nome de uma dinâmica e adrenalina para o filme, o herói acaba se mostrando bem menos racional e inteligente que seu predecessor oferecendo-nos apenas uma sucessão de correrias, lutas, vôos e saltos. Prova disso é a diferença da cena da Medusa na versão original, na qual Perseu pensa, aguarda o momento certo e finalmente age; sendo que nesse novo desde que entram no covil da Górgona, é só “loucura total”, culminando numa desenfreada perseguição entre as ruínas do mundo subterrâneo que vai, aí sim desfechar-se da mesma maneira que no outro filme mas de um modo muito mais ‘heróico”, com um salto acrobático e tudo mais. E a atual Medusa também não ajuda. Ainda guardando resquícios de sua extinta beleza não é nem sombra da apavorante criatura da primeira versão que, lembro, me impressionou muito na época.
A ajuda dos deuses, desprezada pelo diretor Louis Leterrier (de “O Incrível Hulk”) e conseqüentemente negada pelo seu Peseu, seria elemento importante na tramae, creio, enriquecedor para os novos objetivos de um remake. O herói teria bem mais "brinquedinhos", apetrechos, equipamentos, sendo quase que um James Bond de Argos com um recurso para cada situação difícil. A espada, o cavalo alado Pégasus, o elmo e o escudo que inclusive o salva no confronto com a Medusa, que apareciam como oferendas das entidades do Olimpo ao filho de Zeus; neste novo, Perseu  por "beicinho" e orgulho insiste em não utilizar até que lá pelo final, acaba no aperto, tendo que usar a espada e montar no cavalo, mas muito contrariado. O escudo, antes presente dos deuses, é substituído agora, por um feito da carcaça dos escorpiões gigantes que eles mataram e o elmo da invisibilidade, é esquecido.
Trama mal amarrada, mal explorada, diálogos infantis, motivações pueris e atuações caricatas...
Olha,... bem fraco.
Mas desta vez eu mereci. Eu sabia que não ia ser grande coisa e tentei.
Bem feito.
Quem não assistiu, procure o antigo em DVD. Vale a pena.




Cly Reis

sábado, 29 de maio de 2010

Berinjela Beligerante

Os Causo de Dois Morro - A Copa de ATRÂNTIDA 1922

Como é ano de Copa dos Mundo, queria  alembrar os amigo e informá os que não sabe que o premêro selecionado a representa o Brasir em um Mundiar foi um combinado de Dois Morro. O primêro Camponato Mundiar mesmo foi em 1922 na extinguida Atrântida que depois se afundô-se n'água, mas como naquela época não existia a tar de FIFA, entonce que aquela Copa não foi reconhecida. Só dispois em 1930, teve a tar da Copa no Uruguai e como não chamaro os doismorrense de novo, logicasmente que o Brasir perdeu.
Mas a Copa de 1922 foi cousa mui bonita de se vê.
Participava a Prússia, a seleção de Lorena & Alsácia (que anos despois ia sê Itália), a seleção da Babilônia, a de Esparta que era muito briguenta e a fortíssima seleção da Mesopotâmia, além, é craro da seleção brasilêra que era o Doismorrense. Arguém se alembra do escalamento? Era o legendário Cambraia no gôlo, dispois Prego, Marafo e Morrão ero os beque e o Panete fazia a esquerda.
Miscorete, Caiana e Restilo no meio e os foruárdi  ero Uca, Xinapre e Zuninga.
Copa mui disputada!
O Brasir-Doismorrense atropelava todo mundo: Fêiz 25x3 na Manchúria, 8x0 na Pérsia e só 1x0 nos dono da casa, a seleção de Altlântida, num jogo mui difícer.
Nas quarta-de-finar ganhêmo de Esparta, que tinha aquele famoso jogador, o Leônidas, por 4x3, e fomo pras semifinar contra a Babilônia. Os babilônico tinho um time de se tirá o chapér. Ainda lembro do escalamento, era: Alexandre, Hitita, Sumério, Sargão e Assírio, Assurbanípal, Hamurabi e Nabucodonosor, Ciro, Dario e Xérxenes. Sei que a peleia foi braba e só ganhêmo nos penárti.
Na finar peguemo a seleção do Império Romano e metemo 4x1 Eles tinho um baita dum time. Formavo com Júlio César, Otaviano, Diocleciano, Tibério e Marco Antônio; no meio, Galiano, Tito Flávio e Renato Augusto, na frente o ataque que era conhecido como o "triunvirato" era Constantino, Adriano e Trajano. Só fizemo 4 purque nosso time era especiar de bom.
Uma cousa importanta foi que nessa Copa hove a premêra grande revolução tática do futebór. Isso graças ao treinador do Doismorrense, o genial Arlindo Cachaça que inventô o sistema "1-10" que consistia-se basicamente em um pegar c'as mão e os otro déiz chuta c'os pé. Gênio!!!
Doismorro representando o Brasir levô aquela Copa e dispois disso Atrântida, como eu já falei, afundô e dexô de existí.
A delegação vitoriosa levô o caneco pra casa mas infelizmente ele foi derretido.
Mas a taça não foi robada e derretida que nem aquela ôtra que o Brasir ganhô em '70. Essa derreteu-se sozinha quando levaro pra Dois Morro porque fazia mutcho calor por lá naquela época do ano. Dois Morro no verão é terrível!
O probrema é que não ficô rezistro nenhum de que Dois Morro ganhô verdaderamente uma Copa pro Brasir antes de existí essas Copa de hoje e aí ninguém sabe e muitos duvida. Fazê o que?
Mas que aconteceu, aconteceu. Eu garanto.

postado por Chico Lorotta

****************************

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Presentes Colorados

Ganhei (a meu pedido) recentemente uma verdadeira enxurrada de livros sobre o meu time, o Sport Club Internacional.
Dois deles do professor Luís Augusto Fischer, apaixonado e constante colaborados nas publicações do clube. Dele, ganhei o pocket “O Time do Meu Coração”, uma publicação mais informativa voltado para novos torcedores ou curiosos, com números, goleadores, datas, títulos etc., e que traz junto uma pequena revista em quadrinhos voltada para o público infantil, chamado “Colorado das Glórias, Orgulho do Brasil”; e o outro, “Sangue, Suor e Talento – O Segredo Colorado”, com muita informação e história também porém mais autoral, pessoal e apaixonado.
Também aproveitei e levei pra casa “Os 10 Mais do Internacional” onde figuram os grandes jogadores que vestiram a camisa colorada na visão do jornalista Kenny Braga com suas respectivas biografias, detalhes e curiosidades; um destes craques, Paulo Roberto Falcão é o autor de outro dos que foram lá pra casa, chamado  “O Time que Nunca Perdeu” que conta a trajetória do Inter de 1979, o único time brasileiro campeão nacional invicto.Ainda acrescentei à minha biblioteca colorada “Internacional - Autobiografia de Uma Paixão” de Luís Fernando Veríssimo, livro bem ao estilo dele; bem humorado, sagaz, inteligente; com a diferença de neste estar tratando sobre seu clube do coração. Adorável! Independente de ser colorado ou não é uma leitura agradabilíssima pra quem gosta de futebol.
Agora com a estante praticamente vermelha é ir relembrando as grandes glórias enquanto se espera pelas próximas.
E que venha o Bi da América.