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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

The Who 'Live at Leeds" (1970)




"O melhor álbum de rock ao vivo de todos os tempos."
The New York Times


Vim ouvindo hoje no carro The Who “Live at Leeds”. Pra mim o melhor álbum ao vivo de todos os tempos. The Who é rock puro na sua essência e certamente uma das mais influentes bandas para estilos e gerações que se seguiriam, tendo, por exemplo, uma música gravada posteriormente pelos Sex Pistols, “Substitute”.
O disco saiu originalmente em 1970 em LP com apenas seis faixas e com uma capa que era uma espécie de pacote de papel pardo. Quando lançado em CD em 1996 agregou o restante do show e consolidou o set-list definitivo. “Summertime Blues” de Eddie Cochram ganha uma ótima versão,“Young Man Blues” está “matadora”, com Keith Moon endiabrado no final, “My Generation” fica quilométrica e recheada por diversas inserções. O álbum original fecha “Magic Bus” é simplesmente mágica.
Em 2001 uma versão luxo trouxe um segundo CD com a ópera-rock Tommy, que é legal também mas o clássico mesmo é o CD-1.

The Who “Live at Leeds”
CD 1
  1. "Heaven and Hell" (Entwistle) – 5:09
  2. "I Can't Explain" (Townshend) – 2:26
  3. "Fortune Teller" (Neville and Spellman) – 3:22
  4. "Tattoo" (Townshend) – 3:00
  5. "Young Man Blues" (Allison) – 5:56
  6. "Substitute" (Townshend) – 3:04
  7. "Happy Jack" (Townshend) – 2:13
  8. "I'm a Boy" (Townshend) – 2:45
  9. "A Quick One, While He's Away" (Townshend) – 8:51
  10. "Summertime Blues" (Capehart and Cochran) – 3:34
  11. "Shakin' All Over" (Kidd) – 4:34
  12. "My Generation" (Townshend) – 15:24
  13. "Magic Bus" (Townshend) – 8:21
CD 2
Tommy
  1. "Overture" (Townshend) – 6:53
  2. "It's a Boy" (Townshend) – 0:31
  3. "1921" (Townshend) – 2:26
  4. "Amazing Journey" (Townshend) – 3:18
  5. "Sparks" (Townshend) – 4:23
  6. "Eyesight to the Blind" a.k.a. "Born Blind" (Sonny Boy Williamson) – 1:58
  7. "Christmas" (Townshend) – 3:19
  8. "The Acid Queen" (Townshend) – 3:35
  9. "Pinball Wizard" (Townshend) – 2:25
  10. "Do You Think It's Alright?" (Townshend) – 0:22
  11. "Fiddle About" (Entwistle) – 1:13
  12. "Tommy, Can You Hear Me?" (Townshend) – 0:55
  13. "There's a Doctor" (Townshend) – 0:23
  14. "Go to the Mirror!" (Townshend) – 3:24
  15. "Smash The Mirror" (Townshend) – 1:19
  16. "Miracle Cure" (Townshend) – 0:13
  17. "Sally Simpson" (Townshend) – 4:01
  18. "I'm Free" (Townshend) – 2:39
  19. "Tommy's Holiday Camp" (Keith Moon) – 1:00
  20. "We're Not Gonna Take It" (Townshend) – 8:48
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OUÇA:
The Who Live at Leeds Deluxe Edition


Cly Reis

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Os Causo de Dois Morro - "O Meio-Voto"



Também aproveitarei este espaço para contar algumas histórias de um lugar mui, mui bonito, chamado Dois Morro. Trata-se é uma cidade que fica entre a Província Cisplatina e a Província de São Pedro, ali no Rio Grande. Muita gente diz que nem existe esse lugar, dada a grandiosidade dos acontecimentos que lá se passam. Não aparece no mapa, por problemas de direito de imagem, mas que existe, existe e existe bem!. Mas essas conversas da inexistência de Dois Morro é só inveja dessas outras cidadezinhas como Paris, Londres, Rio, que não chegam perto da grandiosidade de Dois Morro.
Pra falar a verdade eu nem vou contar os causos de Dois Morro. Vou deixar que um antigo morador da cidade, nascido e criado lá, se encarregue destes relatos históricos.
Contarei aqui a partir de hoje com a colaboração do meu compadre Chico Lorotta.
Com vocês os Causo de Dois Morro:

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Buenas! Coméquicêsvai?
Já qui tamo nessépoca de elegimento de prefeito e vereadorias, queria aproveitá pra contá um causo que eu sealembrei que aconteceu no preito de 1926. Cês tão achando que essa diferencia nos Rio de Janeiro foi apertada? Que aquilo ali foi eleiçã equilibrada? É porque cês num viro a de Dois Morro de milnovcentsvintceis!
Concorria o Coronel Agripino Roncoso, dono de terra, respeitado, home de bem e de muita poderância; e o Seu Hermenegildo da Farmácia, que não tinha tanto influenciamento e dinherância, mas tamém era mui respeitado e querido da populagem, por causa da sua boa prosa, simpaticismo, bondeza e por sê um home do povo, mesmo.
A campanhice eleitoresca foi desigualitária: o Coronel distribuía charque, dava churrascada e mais churrascada, fechava o putero e distribuía as chinoca pra peonada, enquanto que o Seu Hermenegildo fazia o que sempre feiz: trocava uma idéia com um ali no bolicho, tomava uma cachaça com outro ali adiante, dava um purgante de grátis pra quem tivesse de necessitamento e distribuía uns, tipo que uns, santinho com a fotografia dele e com o númbero pra votagem, que ele mandô fazê coas economia lá da drogaria.
Assim se seguiu o Coronel Roncoso fazendo uso de suas maneira e recur$$o pra ganhar a disputância e o Hermenegildo indo mais pela simpatia.
Até que chegou o dia do votacionamento! Aquele dia foi um alvorolço: as gente pra lá e pra cá de cavalo, de apé, de carroça, de tudo. Só pra ir votar.
No fim da tarde, quando acabou o troço, fôro pras apuaração. Contaro, contaro, contaro e era um voto aqui, otro ali. Um pro Coronel, otro pro Hermenegildo, um pro Hermenegildo, otro pro Coronel. Até qui quase seis meis dispois, porcaus do populamento sê muito grande, se chegou no último papelito (naquela época era a tar da célula eleitoral). Pois então que contaro tudo e não é que o Coronel Roncoso ganhou o preito por meio voto? Meio voto!!! Poi sim!
A festança foi grande. Teve, foi, uma bailanta que durou treis dia seguido. Coisa linda de se vê! A peonada tudo bêbada vomitando pelos canto.
Passada a festa foi que se veio a se sabê que a diferência de meio voto se deu-se por causdeque tinha um peão lá, um índio mui do indignado que não queria saber de votá no Coronel e tinha alardeado aos quatro vento, por todas as banda esse decisionamento, de modo a todo mundo tê sabiência.
Foi então que o Coronel resolveu aplicar um corretivo no tar. Foi éntão ele que mandou uns capanga dele cortá as perna do vivente de modo a ele não í votá. Mas adiantô? Que nada! Taura brabo, insitente, não ia se michá só por causa de um taiozinho nas perna.
Foi. Foi votá. Mal alcançô a urna mas conseguiu. O pobrema é que pramodefavorecimento do Coronel, o tar do juíz eleitorense, que já tava "no bolso", deu um jeito de só fazê valê só meio voto o do xirú de meio corpo. Aí que o preito que ia acabar empatado, foi vencido pelo Coronel Roncoso por meio voto, que aliás foi o nome pelo qual o gaudério ficou conhecido, Meio-voto.
Que barbaridade, hein! Judiação com o vivente!
Foi a disputa eleitorense mais peleada de Dois Morro e por conta do corretivo dado no cidadão o Coronel Roncoso se relegeu mais treis veiz até que veio a morrê com um tiro de espingarda, muitos anos dispois.



postado por Chico Lorotta

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

"Delicatessen", de Jean-Pierre Jeunet e Marc Caro (1991)



Assisti ontem à noite mais uma vez ao ótimo “Delicatessen”.do diretor francês Jean-Pierre Jeunet em parceria com o também francês, Marc Caro.

É um barato aquele filme com seu visual exótico, quase pictórico com algo de expressionismo nos seus cenários. Uma comédia de humor-negro que se passa provavelmente num futuro devastado onde a comida ficou escassa e carne é coisa rara.

O filme passa-se numa espécie de pensão na qual funciona um açougue, e onde o açougueiro emprega lá seus “meios” para abastecê-lo. Neste prédio vai morar um ex-artista de circo que se envolve com a filha do açougueiro que também é o dono do prédio e por aí a coisa vai.

Um grande barato os personagens: a mulher que sempre tenta se suicidar, o velho do porão com seus sapos e lesmas, a filha míope, os Trogloditas e tudo mais.

Este visual ao qual me referi, pitoresco e obscuro, provavelmente impressionou aos produtores americanos da 20th. Century Fox e acabou rendendo ao diretor a condição de filmar uma das seqüências da série Aliens (“Aliens Ressurrection” de 1997). Parecia que a coisa na teoria daria certo mas na prática não foi bem assim e o 4° filme da franquia alienígena ficou bem abaixo das expectativas.

O diretor voltaria a impressionar com "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain", mas isso já é outra história.

Cly Reis

domingo, 26 de outubro de 2008

The Ting Tings - "Shut up and Let me Go"

Uma das coisas que me chamaram a atenção nos últimos tempos foi o tal do The Ting Tings.
Vi o clipe meio que à distância em um bar onde eu estava que estava com a TV ligada no MTV Hits. Estava lá no tal bar para ouvir um blues mas enquanto não começava descobri esta bandinha que é uma dupla, ao contráaio dos White Stripes, com uma mulher nos vocais (e alguns instrumentos) e um carinha na bateria (complementando com outros instrumentos também).
A música? "Shut up and Let me Go".
Som interessante. Claramente pop, na sua excelência, mas evidentemente com qualidades. Lembra um pouco Talking Heads, num primeiro instante, guardadas as devidas proporções.
Ouvi o resto do álbum "We Started Nothing" pra ver se o restante seria tão bom quanto a que vi e ouvi no bar mas o resto não empolga. É legal, mas não empolga, não.

Quem quiser conferir o clipe, dê uma olhada aí.

sábado, 25 de outubro de 2008

MGMT - Tim Festival - Marina da Glória - Rio de Janeiro (24/10/0)




Marca do Festival na parte externa, recebendo o público


Conformei eu imaginava o tal do The Nationals não vale nada. Muito fraco.
O vocalista parece dispender um esforço hercúleo pra cantar e o pior é que não sai nada. Só fiquei torcendo para que acabesse de uma vez para eu ver o MGMT que eu esperva que confirmasse ao vivo a ótima impressão que me passaram no álbum.
Os caras corresponderam. Show competente e vibrante. E o que é legal: um show com alma. Poderia-se pensar que o show fosse frio por conta dos recursos eletrônicos que a dupla utiliza em estúdio, mas o caso é que eles vieram acompanhados de uma banda, aliás bem qualificada, que acabou por dar uma vibração muito legal pro show.
Achei que eles tinham gasto seu melhor cartucho quando tocaram o hit "Time to Pretend" lá pelo meio do show e que dali pra frente poderiam não sustentar muito bem. Que nada! Continuaram contagiados e contagiantes e encerraram maravilhosamente com "Kids".
MGMT no palco.
O MGMT tem um som muito peculiar no sentido de que traz muitas referências consigo sem, contudo, imitar efetivamente alguma coisa, estilo ou época. O som parece ir de Dylan a Bee Gees, de Rolling Stones a Stone Roses, de Cure a Pink Floyd e essa diversidade é um ingrediente interessantíssimo ao vivo.
A lamentar apenas a qualidade do som e duração do show. Curto demais. Mas também, neste caso, acho que eles não poderiam levar muito mais adiante, uma vez que só tem dois álbuns na carreira. Mas faltaram coisas, por exemplo, do último disco, "Oracular Spectacular" e mesmo que tocassem coisas mais desconhecidas do público do álbum de estréia , a galera tava curtindo e iria dar uma boa resposta.
Valeu o risco de ter ido ver uma novidade. Normalmente não arrisco assim.





Cly Reis

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Tim Festival - Rio (Marina da Glória)




Aguardo com alguma expectativa a noite de hoje para assistir ao Tim Festival.
Nesta noite que é chamada Ponte Brooklin me interessa mesmo o MGMT que, como já dissera neste espaço, foi uma das últimas coisas que me chamaram, realmente, a atenção nos últimos tempos, musicalmente falando. O grande mix psicodélico dos caras me conquistou arrebatadoramente e eis que poucos meses depois de tê-los conhecido, através do videoclip de "Time to Pretend", estarei lá para vê-los ao vivo.
A noite também trará a banda The National que, sinceramente, nem sei do que se trata. Pra falar a verdade nem sei se vou querer chegar cedo para vê-los. Talvez dê-lhes uma chance...


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abaixo o link do site oficial do festival:

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Inter 4x1 no "meia-boca" e 2x0 no Boca


Grande noite!

Grande partida!

O Internacional fez o que tinha que fazer meteu 2x0 no Boca e garantiu uma boa diferença para o segundo jogo.

Tenho lido em comentários de blogs a gremistada dizendo que foi contra reservas e tal. É verdade. Foi mesmo. Contra time suplente a gente até empata como foi nos greNal da Sul-Americana ou mete só 2 golzinhos como agora. A gente gosta mesmo é de pegar time completinho e meter um chocolate (remember 4x1).

Pô, alguém tinha que ganhar do Boca em Porto Alegre, né. Do Internacional eles nunca ganharam na nossa casa. Tem uns que tomam 2x0 no seu estádio e tal... Mas melhor nem falar disso.
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veja o destaque que a Conmebol dá à partida no seu site:

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Coluna dEle #3


Ele está de volta!
Hoje, novamente, aquela participação especialíssima daquele colunista que vocês tanto adoram.
Com vocês.... Ah, ‘cês sabem quem é.



Salve, salve! Como vai todo mundo? Bom Eu que deveria saber, né. É o Meu trabalho.
Mas deixa isso pra lá e vamos ao que interessa. Os assuntos do momento pra vocês que tão aí embaixo:

E esse negócio do mercado americano, hein! Crédito, bolsas e tal. Que pica!
Agora..., também tem uma coisinha: tudo pros caras é investir nisso, naquilo e blábláblá, liquidez, bolsa em alta, bolsa em baixa. Cara, podem Me chamar de velho mas pra mim grana bem guardada é embaixo do meu colchão.

E quer saber mais, pro dinheiro render, o máximo que eu faço é colocar umas moedinhas embaixo do meu Buda na estante.
Há muito tempo deixei de Me preocupar com mercado imobilliário. Comprei Meu lotezinho no céu faz um tempão e Me chamaram de louco na época.

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Mudando de assunto: estive vendo aquela lista de melhores filmes de todos os tempos da revista inglesa Empire que apareceu aqui neste mui ilustre blog.
O "Poderoso Chefão" tá na primeira posição, com "Indiana" em segundo, seguidos pelo "Império Contra-Ataca" na terceira, 'Um grito de Liberdade" em 4° e por aí vai.

Vi umas trocentas vezes "O Chefão" e acho um filmaço. Talvez até possa ser considerado, sim, o melhor. Até compreendo. Mas 'Indiana"? "Grito de Liberdade"? Tão de sacanagem!
Sabe que que foi? Botaram leitores pra votar. E o povo, principalmente essa galerinha mais nova, a meninada de Internet, não viu nenhum filme com mais de 15 anos. Aí dá nisso.
Dizem que a voz do povo é a Minha voz mas não é bem assim.
Na minha opinião devia estar me primeiro aí o "Je vous Salue, Marie", do Godard.
Filmão!

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Comi mosca de novo e perdi de comprar ingresso pra Madonna na segunda noite no Rio.
Já tinha deixado de comprar o primeiro lote e agora, sabe como é que é, muito trabalho e coisa e tal, perdi a segunda venda também.
Esse Eu queria ver ao vivo. Lá da pista.
Ah, mas foda-se! Vou ver aqui de cima numa nuvem bem fofa com uma gelada na mão.
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E essa coisa do caso da moça lá em Santo André? Que criaturas despreparadas aqueles polícia, meu!
Nesses casos, principalmente, de tanta maldade, crueldade, frieza de alguns de vocês aí de baixo, que Eu fico pensando onde foi que Eu errei.
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Sobre o Brasileirão, o Nélson, aqui em cima, o Rodrigues, tá preocupado com o Tricolor dele.
Já disse pra ele “Não posso fazer nada. Dêem seu jeito”.
Não vou mexer com nada mais disso!
(Mas, sinceramente, cá entre nós, acho que escapa)

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Bom, por hoje vou ficando por aqui.
A gente se fala!
Fiquem Comigo e que Eu os abençoe.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Internacional 2 x Atlético/PR 1 - Beira-Rio (19/10/08)


Matei a saudade da "minha casa". O Beira-Rio é minha casa. É a casa de todos os colorados.

Vou ao Beira-Rio (até onde sei) desde os 5 anos de idade. Segundo consta vi Falcão jogar. Não lembro disso mas me contaram que eu vi.

Tive bons e maus momentos lá. Vi o título da Copa do Brasil de 92, vi a derrota na final do Brasileiro de 88 para o Bahia, vi alguns títulos Gaúchos, vi a virada fantástica do greNal do século e mais tantos outros clássicos, felizmente com mais triunfos sobre o arqui-rival do que derrotas.

No Rio de Janeiro há quase três anos acabei deixando de ver ao vivo (no estádio) eventos grandiosos como os títulos da América e Recopa Sulamericana que foram vencidas no Gigante.

Sempre que posso vejo o Inter no Maracanã, felizmente também, mesmo no Rio, vi poucas derrotas. Mas não é a mesma coisa ver fora de casa. Sempre é o visitante e como tal, acaba-se inevitavelmente jogando mais cuidadosamente, às vezes acuado, às vezes recuado. Não é ver o time da casa jogando e cantando de galo no seu terreiro. Assim é no Beira-Rio. Lá o Inter fala mais alto, bate no peito e diz "eu sou o patrão". Lá o Colorado manda. A torcida ruge. Pode ter uma naba de time mas é sempre uma dificuldade ,seja pra quem for, pra sair de lá com uma vitória.

Tava com saudades do meu estádio.

Fui lá ver Inter e Atlético Paranaense. Jogo meio morno no primeiro tempo. Melhor no segundo, mas com um Internacional meio que já se poupando para o grande confronto com o Boca Juniors na quarta-feira no Gigante da Beira-Rio. Típico jogo que, se eu estivesse em Porto Alegre, com certeza iria assistir.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Brasil 0 x Colombia 0 - Maracana (15/10/08)



Como eu anunciei, fui assistir ao jogo da Selecao Braileira na quarta-feira.
Como eu ja imaginava a Selecao nao jogou nada!
Um lixo o jogo!


Um dos piores jogos que ja fui assistir.


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Seleção Brasileira 3 x Seleção Gaúcha 3 - Beira-Rio (17/06/1972)

A propósito da relação dos gaúchos com a Seleção Brasileira, há um caso famoso de um confronto histórico do selecionado do país contra a Seleção Gaúcha.
O jogo aconteceu em 17 de junho de 1972 e marcou o recorde de público no estádio Beira-Rio do Sport Club Internacional, 106.554 pessoas. O jogo acabou 3x3 (não nos venceram!!!) mas o fato curioso que conta-se é que, lá pelas tantas, no segundo tempo, o Brasil faz um gol e um torcedor apenas, solitário, comemora, então se ouve lá do meio da multidão o grito de alguém: "MATA QUE É BRASILEIRO!"
Pra vcs verem como é que é.


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Como curiosidade, a Seleção Gaúcha formou com:
Schneider, Espinosa, Figueroa, Ancheta, Everaldo - Carbone, Tovar, Torino - Valdomiro, Claudiomiro, Oberti (Mazinho)
Técnico: Carlos Froner (corrigido: Aparício Vianna e Silva)

e a Seleção Brasileira com:
Leão (Palmeiras), Sérgio (São Paulo), Zé Maria (Corinthians), Brito (Botafogo), Vantuir (Atlético-MG), Marco Antônio (Fluminense), Piazza (Cruzeiro), Clodoaldo (Santos), Jairzinho (Botafogo), Leivinha (Palmeiras), Rivellino (Corinthians) e Paulo César Caju (Flamengo)
Técnico: Zagallo

e os gols foram de Jairzinho, Paulo César Caju e Rivellino para a Seleção Brasileira, e Tovar, Carbone e Claudiomiro para a Seleção Gaúcha.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

The Cult no Circo Voador (13/10/08)



Uau, cruzes, putaquipariu, nossa! Sem palavras!
Estive no show do Cult ontem à noite no Circo Voador e, amigos, vou lhes falar,
foi um dos melhores shows de rock que eu já fui, e por um simples motivo: é um show de ROCK.
Cara, é uma pedrada atrás da outra. Só as melhores, as empolgantes, as fodonas!
A música de entrada da banda já foi matadora, o tema do filme Laranja Mecânica, aí a banda entra e explode com "Li'l Devil", e aí, velho... só seguiu quebrando tudo.
Tocaram "Spiritwalker" que eu gosto muito e achei que não ia rolar, tocaram "Wild Flower" com uma 'ameaça' de emendar "Jean Jeanie" do Bowie e uma "Love Removal Machine" arrasadora que nem eu com meu dedão machucado me contive e tive que ir lá pro meio, pro alvoroço.
Tudo muito bom, fora a segunda parte do show, no bis, onde claramente o vocalista Ian Astbury já não tinha um fio de voz.
O pessoal na "concentração" antes do show..
Voltaram tocando uma das minhas favoritas, 'Nirvana", na qual ele se limitou a cantar o refrão silabicamente pra não precisar esticar a voz e fecharam com a esperadíssima "She Sells Sanctuary" mas que foi um pouco decepcionante por causa do estado vocal do cara e por causa da qualidade de som do local que foi piorando gradualmente.
Mas salvo estes pequenos poréns, um showzaço vibrante e eletrizante.
Nunca tinha visto o Cult. Eliminei mais uma das minhas pendências com uma das minhas bandas favoritas dos anos 80.






Cly Reis

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Faith No More "Angel Dust" (1992)


"Be agressive/
B-e a-g-g-r-e-s-s-i-v-e"




Angel Dust do Faith No More.
Pra mim um dos melhores álbuns dos anos 90.
Um disco de uma banda que estourou com um super-hit, "Epic", e que depois não dava pra saber o que esperar dos caras. E eis que eles melhoraram, amadureceram e fizeram um disco que é uma pedrada.
Minhas preferidas são "Caffeine" com sua introdução pesadíssima e a descontraída "Be Agressive" com seu coro de meninas que soletram o nome da música quase às gargalhadas no refrão. Destaque também para a violentíssima (mesmo que levada suavemente em um piano) "R.V." e os ótimos hits do álbum "Midlife Crisis" e "Small Victory".

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FAIXAS:
  1. "Land of Sunshine" (Gould, Bottum) - 3:44
  2. "Caffeine" (Gould, Patton) - 4:28
  3. "Midlife Crisis" (Bottum, Bordin, Gould, Patton) - 4:21
  4. "RV" (Bottum, Patton, Gould) - 3:43
  5. "Smaller and Smaller" (Gould, Bordin, Bottum, Wallace) - 5:11
  6. "Everything's Ruined" (Gould, Bottum, Patton) - 4:33
  7. "Malpractice" (Patton) - 4:02
  8. "Kindergarten" (Gould, Martin) - 4:31
  9. "Be Aggressive" (Bottum) - 3:42
  10. "A Small Victory" (Gould, Bottum, Bordin, Patton) - 4:57
  11. "Crack Hitler" (Gould, Bottum, Bordin) - 4:39
  12. "Jizzlobber" (Martin) - 6:38
  13. "Midnight Cowboy" (Barry) - 4:12
  14. "Easy" (Richie) - 3:04
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Ouça:

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Temporada de shows internacionais bombando





A temporada de shows pelo Brasil está "bombando" neste final de ano e vou gozar deste benefício (ainda que seja um "benefício" caro).
Além do badalado show da Madonna em dezembro, que já é de conhecimento geral, anuncia-se agora Cindy Lauper e Duran Duran, também em turnê pelo país.
Provavelmente vou ver a Cindy Lauper (aqui no Rio, dia 15 de novembro). O Duran em São Paulo custará R$200,00 e imagino que deva ser mais ou menos isso aqui no Rio, com apresentação prevista para 23 de novembro. Aí, tô fora. É legal mas não vale duzentas pratas.
Vou também ao Tim Festival ver o MGMT, que conforme havia postado aqui anteriormente, foi uma das coisas que mais me impressionou sonoramente nos últimos tempos e que se apresentam aqui no dia 24 deste mês.
Perdi o Justice pq estava lesionado e mal podia andar ou pular e curtir e também perdi o NIN e o Cult que não vieram ao Rio.
Em compensação, já tô com o ingresso na mão pra ver a Madonna, que como falei, também aqui neste espaço, não me empolga muito com o novo álbum, mas é sempre Madonna.

Os 500 melhores filmes de todos os tempos




Mais uma lista daquelas de melhores filmes de todos os tempos...
Esta da revista inglesa Empire escolhida por leitores e cineastas.
Chama a atenção a inclusão do recentíssimo "O Cavaleiro das Trevas" e a posição curiosa de 28° para "Cidadão Kane", quase sempre colocado nas listas como o número 1, ou senão entre os 5, pelo menos.
Na ponta aparece o "...Chefão 1", que eu não concordo, mas compreendo e já vi nesta condição em outras listas, mas o 2° lugar pro "Indiana..." é muita areia pro caminhãozinho do Sr. Jones.




Confiram aí os 30 primeiros e a lista completa no site da revista no link logo abaixo:

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1. "O Podereso Chefão", de Francis Ford Coppola (1972)
2. "Indiana Jones Os caçadores da arca perdida", de Steven Spielberg (1981)
3. "Star Wars: O Império contra-ataca", de Irvin Kershner (1980)
4. "Um sonho de Liberdade", de Frank Darabont (1994)
5. "Tubarão", de Steven Spielberg (1975)
6. "Os Bons Companheiros", de Martin Scorsese (1990)
7. "Apocalipse Now", de Francis Ford Coppola (1979)
8. "Cantando na chuva", de Stanley Donen e Gene Kelly (1952)
9. "Pulp Fiction", de Quentin Tarantino (1994)
10. "Clube da Luta", de David Fincher (1999)
11. "Touro Indomável", de Martin Scorsese (1980)
12. "Se meu Apartamento Falasse", de Billy Wilder (1960)
13. "Chinatown", de Roman Polanski (1974)
14. "Era uma vez no Oeste", de Sergio Leone (1968)
15. "O cavaleiro das trevas", de Christopher Nolan (2007)
16. "2001: Uma Odisséia no Espaço", Stanley Kubrick (1968)
17. "Taxi Driver", de Martin Scorsese (1976)
18. "Casablanca", de Michael Curtiz (1942)
19. "O Poderoso Chefão - Parte II", de Francis Ford Coppola (1974)
20. "Blade Runner", de Ridley Scott (1982)
21. "O Terceiro Homem", de Carol Reed (1949)
22. "Star Wars: Uma Nova Esperança", de George Lucas (1977)
23. "De volta para o futuro", de Robert Zemeckis (1985)
24. "O Senhor dos Anéis: A sociedade do anel", Peter Jackson (2001)
25. "Três Homens em Conflito", de Sergio Leone (1967)
26. "Dr. Fantástico", Stanley Kubrick (1964)
27. "Quanto mais quente melhor", de Billy Wilder (1959)
28. "Cidadão Kane", de Orson Welles (1941)
29. "Duro de matar", de John McTiernan (1988)
30. "Aliens - O resgate", de James Cameron (1986)

A lista da Empire:

"O Alienista", adaptação de César Lobo e Luís Antônio Aguiar, para HQ do conto de Machado de Assis (ed. Ática - 2008)




Já tinha a versão para os quadrinhos de Fábio Moon e Gabriel Bá, para a obra O Alienista, de Machado de Assis, e agora, ontem comprei a outra, de Luiz Antônio Aguiar e César Lobo.
Esta adaptação trabalha um pouco mais fortemente com a loucura, que é o tema principal do livro mas que com eles fica mais presente e mais contundente. Mais insana, até. Esta adaptação tem como diferencial da outra, principalmente, a introdução de um elemento paralelo à realidade que ora conversa, complementa pensamentos do médico, ora participa da narração que não é nada mais nada menos que a própria loucura. O lado louco de Simão Bacamarte. A outra metade.
A versão anterior, de Bá e Moon, era um pouco mais dentro do texto, até mesmo com balões longos de pensamentos e diálogos. Não é defeito. Só uma constatação de características diferentes.
Pra quem gosta de HQ's vale a pena conferir.
Eu gosto dos dois: de HQ e de Machado.


Cly Reis

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

As 10+1 grandes frases finais de filmes




Tem aquelas frases que marcam o final de um filme e agente lembra delas ainda muito tempo depois e cita e menciona em diversas situações e diálogos cotidianos. Quero colocar aqui algumas das minhas preferidas. As 10 mais!
Mas não são diálogos finais. São um encerramento. Aquela última coisa que um personagem diz e aí baixam os créditos, sobe a música, escurece a tela.
Posso estar esquecendo de alguma mas acho que não. Dei uma ‘busca’ legal na minha cachola.
Aí vão:


Christine, indestrutível.
Será?
1. "Chistine: O Carro Assasino", de John Carpenter (1983)
Para mim, a frase campeã está neste filme. A menina ex-namorada do dono de um carro que sempre começava a tocar rock'n roll sozinho quado matava, ao destruir o carro numa compactadora de ferro-velho, declara cheia de ódio:
"Eu odeio rock'n roll!".
Detalhe: a tela escurece e começa a tocar "Bad to the Bone", de George Thorogood". Seria o carro revivendo mais uma vez ou apenas a música final?
Demais!




Clássico de Brian De Palma


2. "Os Intocáveis", de Brian de Palma (1987)
Depois de uma empreitada ardorosa para apanhar o chefão da máfia e do tráfico de bebidas, Al Capone, quando perguntado o que faria se a Lei Seca fosse revogada, o agente Elliot Ness responde com bom humor e bom sendo:
“Vou tomar um drink.”.
E sobe a exepcional trilha de Ennio Morricone, a câmera sobe por uma avenida de Chicago, se afasta e acompanha Elliot Ness se afastando. Grande final!






Dorothy descobriu em Oz
o valor de sua casa.


3. “O Mágico de Oz” de Victor Fleming (1939)
Depois de ter fugido de casa e ter passado por todoas as aventuras no fantástico reino de Oz, a pequena Dorothy chega à mais óbvia conclusão que poderia:
Não existe lugar melhor do que a nossa casa.”.
Eu que adoro estar em casa e voltar para ela, sempre repito essa.







Grande tacada de Scorsese
4. “A Cor do Dinheiro”(1986), de Martin Scorscese
Do grande Paul Newman, jogador de bilhar revitalizado depois de uma temporada de trambiques com um talentoso porém vaidoso aprendiz. Num embate revanche entre os dois, o velhote dipõe as bolas na mesa, encara o adversário e dispara:
“Eu estou de volta!”.
Uma tacada e fim do filme.
Matador.




Você gosta de olhar, não gosta?


5. "Invasão de privacidade” de Phillip Noyce (1993)
Passa longe de ser um grande filme mas gosto do final quando Sharon Stone, tendo descoberto que era vigiada indiscretamente por seu senhorio e amante, destrói o equipamento de bisbilhotagem do voyeur.  A loira atira nas telas dos monitores de TV onde o curioso observa a intimidade dos moradores e larga essa:
“Arranje o que fazer".
Perfeito!





Apenas humanos.
6. "Robocop 2", de Paul Verhoeven (1990)
Irônica e perfeita frase dita por um robô no segundo filme da franquia original "Robocop".
"Somos apenas humanos".
E diz isso ajustando um parafuso na cabeça.
Ótimo.






Quando se ama...
7. "Quanto Mais Quente Melhor", de Billy Wilder (1959)
Fugitivo de mafiosos e travestido de mulher, a fim de dar credibilidade a seu disfarce, um músico, interpretado brilhantemente por Jack Lemmon, infiltrado numa orquestra feminina, depois de ter "conquistado" um velhote ricaço e diante de um inusitadíssimo pedido de casamento, é obrigado a se revelar como homem, ao que surpreendentemente ouve como resposta:
"Ninguém é perfeito”.
Mestre Billy Wilder.




O bom filme "Kuarup"
8. “Kuarup”de Ruy Guerra (1989)
Outro que não é um grande filme mas tem um final marcante. O personagem interpretado por Taumaturgo Ferreira, diante de uma total derrocada final, sem perspectivas é perguntado sobre o que iria fazer então diante daquela situação:
“Eu vou fazer um Kuarup”.
Sempre penso nessa frase final quando não há mais nada o que fazer.









Confusão de corpos, frases,
sentimentos, significados e lugares.
9. “Hiroshima, meu amor” de Alain Resnais” (1959)
Revelação bombástica do jogo sensual e enigmático dos amantes, ele japonês e ela francesa, em meio a lençóis no clássico de Alain Resnais.
“Teu nome é Nevers”.






A boca vermelha de Maria.
O adeus à pureza?


10. "Je Vous Salue, Marie!", Jean-Luc Godard, de 1985
Maria se dá o direito de ser mulher. Fuma, passa um batom escarlate vibrante nos lábios e é saudada pelo "anjo" Gabriel com a frase:
“Je vous salue, Marie!".
Ih, parece que o menino Jesus vai ter um irmãozinho.






e como extra...

10 +1.  "Cidadão Kane", de Orson Welles (1941)
Frase que não é frase e que também não é dita, é mostrada no trenó do magnata Kane, quando jogado ao fogo, sendo que sabemos que fora a última palavra proferida por ele antes de morrer, e é a palavra que encerra a obra-prima de Orson Welles:
"Rosebud".
E sobe a fumaça, sobe a trilha e... FIM.

Cena final de Cidadão Kane, considerado por muitos o melhor filme de todos os tempos.

Paul Newman





Em tempo, queria postar algo sobre o grande ator norte-americano Paul Newman.
Me marcou, principalmente o filme Butch Cassidy que vi numa época que começava a gostar mais de cinema e naquele momento foi um filme que me empolgou bastante. Aquele final fantástico com a foto congelada ficou muito tempo na minha retina.
Adorei também o Golpe de Mestre (que assim como Butch Cassidy, é com Robert Redford) com sua engenhosidade e surpresa, o ótimo O Indomado, e o melhor ainda Rebeldia Indomável, além de alguns outros que tive o prazer de ver.
Revi ontem, num desses especiais pela morte do ator, a Inferno na Torre. É bem legal mas a grande atuação neste caso é a do bombeiro Steve McQueen. Apesar de ter um papel destacado, a atuação de Newmann fica no normal.
Mas a que destaco mesmo é do filme A Cor do Dinheiro, de Martin Scorscese, que merecidamente lhe rendeu um Oscar e que tem uma das melhores frases de final de filme de todos os tempos. Depois de uma discussão com Tom Cruise, seu ex-pupilo nas mesas de jogo de sinuca, Paul pega seu taco se inclina sobre a mesa dá uma tacada forte e diz "Eu estou de volta!". Entra tela preta e o filme acaba.
Adoro usar esta frase pensando no filme, tipo, como se estivesse dando a nova tacada inicial em alguma coisa. O jogo recomeçou e eu estou dentro.


Cly Reis

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

The Fall - 'Bend Sinister" (1988)




"Bem-vindos aos anos 80-90"





Estava ouvindo dia desses no carro o Bend Sinister do The Fall.
Este é um daqueles álbuns que considero referência. Um dos discos mais expressivos dos anos 80, que com certeza, pra mim, tem seu lugar entre os 10 desta época.
O álbum tem a cara dos 80, só que ao mesmo tempo, dá cara para o rock da década com faixas emblemáticas como a excepcional "US 80's-90's", com sua batida funk e sua guitarra forte a agressiva com aquela voz narrada, recitada, desfilando POR CIMA da música, característica esta, aliás presente em diversas faixas.
Mark E. Smith é daqueles vocalistas que claramente "não sabe cantar". Não sabe. Não tem a técnica vocal perfeita e sua voz é meio rascante, aguda. Mas faz disso seu trunfoe diferencial, criando uma maneira toda sua que ora dá pungência, ora dá tom de ironia, e muitas vezes uma ar divertido.
O álbum mistura rock tradicional, com new wave, sem perder contudo, a característica de banda surgida do punk de Manchester.Outros destaques do álbum são a faixa de abertura "R.O.D", vibrante, a ótima "Mr. Pharmacist" e a quase monocórdia "Living too Late".

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FAIXAS:
  1. "R.O.D." (Mark E. Smith, Steve Hanley, Simon Rogers, Craig Scanlon, Brix E. Smith, Simon Wolstencroft) – 4:36
  2. "Dktr Faustus" (M. Smith, Scanlon) – 5:35
  3. "Shoulder Pads 1#" (M. Smith, B. Smith) – 2:56
  4. "Mr Pharmacist" (Jeff Nowlen) – 2:22
  5. "Gross Chapel - GB Grenadiers" (M. Smith, Hanley, Scanlon) – 7:21
  6. "U.S. 80's-90's" (M. Smith, B. Smith) – 4:36
  7. "Terry Waite Sez" (M. Smith, B. Smith) – 1:39
  8. "Bournemouth Runner" (M. Smith, Hanley, B. Smith) – 6:06
  9. "Riddler!" (M. Smith, Rogers, B. Smith) – 6:22
  10. "Shoulder Pads 2#" (M. Smith, B. Smith) – 1:57
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