Cly Reis
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Italian Genius Now – Santander Cultural – Porto Alegre
A famosa Vespa, idealizada por Corradino D'Ascanio.
Ícone do design italiano
|
Italian Genius Now é a exposição
em cartaz no Santander Cultural até o dia 12 de agosto. A mostra é realizada em
parceria com a Unisinos, Brinna e Melissa e reúne 90 obras de 49 artistas e
designers, que exibem um relevante panorama da produção do design italiano dos
últimos 60 anos.
A curadoria fica a cargo de Marco Bazzini, graduado pela Faculdade de
Letras e Filosofia de Bolonha, no curso de Disciplinas das Artes Musicais. A
mostra apresenta objetos de alto valor estético ricos em funcionalidade e
modernidade, entre os quais documentos, fotografias e materiais editoriais.
O projeto faz parte das celebrações do Momento Itália-Brasil e se
apresenta como uma parceria com o Centro de Arte Contemporânea Luigi Pecci. O
circuito é imperdível e reforça a riqueza da imagem artística do Made in Italy,
presente na produção das artes que tanto influenciou o mundo e continua a nos
surpreender.
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| 'Casa A.N.A.S gonfiabile' de UFO - Lapo Binazzi |
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| 'Home Sweet Home' de Paolo Canevari |
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| 'Transformabili' de Moreno Ferrari |
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| 'Fossili Moderni' de Massimiliano Adami |
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| 'Poltrona Proust' de Alessandro Mendini |
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Para visitação:
Santander Cultural Porto Alegre
Rua Sete de setembro, 1028 - Centro Histórico. Porto Alegre/RS.
Tel. 51 3287.5500
Rua Sete de setembro, 1028 - Centro Histórico. Porto Alegre/RS.
Tel. 51 3287.5500
De terça a sábado, das 10h às 19h
Domingos e feriados, das 13h às 19h
Domingos e feriados, das 13h às 19h
por Valéria Luna
terça-feira, 31 de julho de 2012
Stevie Wonder - "Innervisions" (1973)
“Ou isso é
uma visão em minha mente?”
verso da canção “Visions”
Quando vi
Paul McCartney ao vivo chorei praticamente do início ao fim do show. Eu já previa
que isso ia ocorrer, tendo em vista meu sentimento por sua obra, tão formativa
quanto vital para a história da arte moderna – e até porque o podia fazer sem
constrangimento, já que todo o estádio fazia igual a mim. Porém quando assisti
pela TV Stevie Wonder no Rock in Rio 2011 eu não esperava que o mesmo
acontecesse. E aconteceu... via satélite. Chorei música atrás de música, tanto
nas lentas quanto nas agitadas – o que virou motivo de chacota entre os amigos.
Mesmo já tendo boa parte da discografia dele há muito tempo, essa reação me
surpreendeu, pois eu mesmo não tinha noção do quanto a obra mágica deste gênio
(e isso eu já sabia) tinha tanto a ver comigo e que estava tão impregnada em minha
alma. Mas se todas as músicas me tocavam, parei para pensar naquela hora, entre
soluços e uma felicidade imbecil, com qual disco eu mais me identificava, uma
vez que gosto de todos. A resposta veio como numa visão: “Innervisions”.
A escolha só
podia ser de cunho emocional, pois TODA a discografia de Stevie Wonder dos anos
70 até o início dos 80 é fundamental. Assim como o lindo
"Talking Book" (1972),
já resenhado aqui, o exuberante “Songs in the Key of Life” (1976) ou a magnífica
trilha sonora “Journey Through the Secret Life of Plants” (1979),
“Innervisions” é item obrigatório na prateleira de qualquer diletante. Um marco
da black music considerado pelos críticos um dos melhores da música pop de
todos os tempos. Mas o que para mim o diferencia e lhe dá um significado ainda
maior é a relação estreita com universo onírico e figurativo de um artista que,
cego desde a infância, é capaz de produzir uma arte absolutamente fulgurante,
cristalina, repleta de verdade e sentimentos genuínos. Sua música vai no fundo
do fundo do fundo.
“Innervisions” é
o auge criativo de Stevie Wonder. A estas alturas, 1973, ele já não era mais o
Little Stevie de quando surgira, aos 16 anos, como um prodígio; mas, sim, o
consagrado Stevie Wonder, sucessor de uma linhagem que vem de Sam Cooke,
Solomon Burke, Ray Charles, James Brown e que vai parar nos criativíssimos
artistas negros da gravadora Motown como ele. Compositor nato,
multi-instrumentista e dono de uma voz potente e deliciosa, capaz de ir de uma
escala à outra sem esforço, Stevie já era nesta época um artista planetário que
vendia milhões de discos. Mas, mais do que isso, “Innervisions”, Grammy de Melhor
Álbum do Ano em 1974, é o resultado de um autoacolhimento pessoal, de um
sentimento muito íntimo e definitivo de reconhecimento dele mesmo enquanto
portador de uma deficiência. Não é à toa que a obra se refere justamente ao
sentido que ele não possui: a visão (e será que não possui mesmo?...). Ali Stevie
está pleno de si, fazendo com que o problema da falta de visão não seja um
problema, mas, pelo contrário, um canal sensitivo que o fez se tornar alguém
tão sensível que suas percepções se afinam a tal ponto de não precisar mais
enxergar. Prova maior disso é que ele compõe, toca, canta, arranja e produz
todo o disco. Até (pasmem!) a capa é concebida por ele: um desenho bastante simbólico
em que a energia produzida por seus olhos ganha a atmosfera e a amplidão.
E as músicas, o
que dizer? Somente nove faixas, perfeitas em tudo: melodia, harmonia, execução,
arranjo, canto, edição de áudio. Clássicos do cancioneiro norte-americano e
mundial, marcos do que de mais sofisticado e criativo se fez em música pop no
século XX. O álbum abre mandando ver com “Too High”, um funk-jazz fusion cheio
de um suingue tão contagiante que isso chega a exalar por sua voz e por todos
os sons que emanam. Moderníssima em sonoridade e texturas, é tudo o que músicos
cool de hoje gostariam de fazer mas não conseguem atingir. “Too fine”!
Se o clima começa
animado e dançante, “Visions”, uma melancólica balada tocada em guitarra base,
baixo acústico e guitarra-ponto entra delicada mas dizendo a que veio. De
arrepiar. Cantada com extremo lirismo, sua letra fala de igualdade entre os
homens e de um princípio natural capaz de promover paz para todos. “A lei nunca
foi aprovada/ Mas de alguma forma todos os homens sentem que estão
verdadeiramente livres finalmente/ Será que realmente fomos tão longe no espaço
e no tempo/ Ou isso é uma visão em minha mente?”.
Não seria exagero
se Stevie quisesse acabar o disco já na segunda faixa, que é daquelas canções
definitivas. Mas o bom é que não acaba!, e na sequência vêm o arrebatador tema-denúncia
“Living for the City”, show de vocais e sintetizadores que aborda a opressão
aos negros, e “Golden Lady”, um soul romântico e suingado tão belo que chega a
reluzir. Sempre colando uma faixa à outra – como é característico de seus
discos –, o astral leve de “Golden Lady” dá lugar ao funkão pesado de “Higher
Ground”, tão rock em concepção que não precisou muito para que o Red Hot Chilli Peppers a regravasse anos depois com mais distorção mas sem grande alteração no
arranjo. Os versos: “People keep on learnin'/ Soldiers keep on warrin'” (“As pessoas continuam aprendendo/ Os soldados continuam
lutando”), viraram clássicos. Incrível, incrível.
Outra de deixar
de o queixo caído é “Jesus Children of America”, soul cantado em escala
decrescente, mas que, do meio para o fim, aumenta um tom, o que faz Stevie
soltar, em várias vozes sobrepostas, seu afinado e cintilante falsete. O clima
cai novamente, agora para uma suíte romântica ao piano de fazer qualquer casal
brigado reatar: “All in Love is Fair”, típica balada Motown, com sua levada
carregada de sentimento e um refrão que explode em emoção. Nessa Stevie dá uma
verdadeira aula de canto. De chorar, ainda mais no fim em que bateria, voz e
piano dão os suspiros finais.
Mas se Stevie é hábil nas lentas, também possui o
mesmo talento para fazer mexer o esqueleto. “Don’t You Worry ‘bout a Thing”, que vem logo em
seguida, é uma rumba marcada no piano e nos chocalhos que faz enxugar as
lágrimas e levantar o astral de novo. Usada mais de uma vez no cinema, como na
comédia “Hitch” (a cena do passeio de Jet-ski pelo rio Hudson de Nova Iorque),
é daquelas músicas tão alegres que remetem diretamente ao colorido alegórico da
cultura africana, influência sempre tão presente e hibridizada na obra de
Stevie. O disco encerra na atmosfera melódica e gostosa de “He’s Misstra
Know-it-all”, com seus bongôs acompanhando a bateria e o piano num andamento
suave e suingado que, ao final, vai sumindo devagarzinho enquanto Stevie
improvisa nos vocais.
Essas cores e
esse brilho estavam no palco quando vi Stevie pela TV no Rock in Rio. Aos 70
anos, toda aquela verdade e prazer de produzir uma arte pura e elevada podia
ainda ser percebida. Não tinha como não ficar tocado. Reouvi “Innervisions” dias
depois do show, ainda sob efeito da apresentação. Mas não chorei mais, pois me
dei conta de definitivamente se tratar de um dos artistas mais importantes para
a minha vida. Ele, que eu já sabia ser um dos maiores de todos os tempos, como
Mozart, Ravel , Coltrane , Chico e o próprio MacCartney. Pode colocá-lo tranquilamente
nesta fila, que aqui pra mim o altar dele já está reservado.
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FAIXAS:
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Ouça:
Stevie Wonder Innervisions
1. "Too High" Stevie Wonder 4:36
2. "Visions" Wonder 5:23
3. "Living For The City" Wonder 7:23
4. "Golden Lady" Wonder 4:58
5. "Higher Ground" Wonder 3:43
6. "Jesus Children Of America" Wonder 4:10
7. "All In Love Is Fair" Wonder 3:42
8. "Don't You Worry 'bout a Thing" Wonder 4:45
9. "He's Misstra Know-It-All" Wonder 5:35
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Ouça:
Stevie Wonder Innervisions
por Daniel Rodrigues
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Johnny Cash - "American IV - The Man Comes Around" (2003)
"Nenhuma canção está segura comigo"
Johnny Cash
Depois da fama, dos dramas, do auto-exílio, do ostracismo e
de sua redescoberta, aos 70 anos de idade, Johnny Cash conseguia se reinventar
e recriar uma série de canções populares, conferindo-lhes de tal modo, nova
vida e personalidade a ponto de soarem melhores que as originais ou fazer
parecerem suas. Muito disso deveu-se ao olho perspicaz, ao ouvido afiado e às
mãos habilidosas na mesa de som de Rick Rubin, produtor consagrado que
entrou em estúdio com o Homem de Preto, sugeriu músicas para o repertório e
deixou que o velho cantor country-rock colocasse sua alma naquelas canções,
naquele que era o quarto disco da série que Cash gravara pela American Records,
trazendo-o de novo à evidência depois de algum tempo renegado pelas gravadores.
Em “American IV – The Man Comes Around”, Cash, acompanhado
de seu violão, com sua voz quase macabra, gravava Sting, Hank Williams, Beatles e coisas mais improváveis como Depeche Mode e Nine Inch Nails. O resultado é um disco
incrível, impecável, emocionante. Uma das melhores coisas feitas nos últimos 30
anos.
“The Man Comes Around”, a música que abre o disco, abre
também o "Madrugada dos Mortos" e não
poderia ser mais apropriada para um filme como aquele, uma vez que, aliada à voz sinistra do
cantor, a letra é absolutamente apocalíptica prevendo um trágico fim dos
tempos.
Johnny Cash consegue melhorar consideravelmente a insossa “Bridge Over Trouble Water” de Simon e Garfunkel, conferindo-lhe mais
sentimento, num belíssimo dueto com PJ Harvey; dá a “versão definitiva” para a
balada assassina “I Hung My Head” de Sting, como reconhece o próprio autor; e
‘apropria-se’ de “In My Life” dos Beatles como se nunca tivesse existido
uma versão original. Além disso, com a ajuda de Rubin, faz a leitura correta de
“Personal Jesus” do Depeche Mode descortinando exatamente
todo a raiz country já existente originalmente nela, proporcionando outra versão
matadora.
Revitaliza velhas canções suas como “Give My love To Rose”,
“Tear Stained Letter” e dá arranjos pessoais e especiais a canções tradicionais
americanas como “Sam Hall” e Danny Boy”, dotando-as de novas personalidades com
sua interpretação singular.
Mas o grande momento do disco e a chave de ouro para o fim
de uma carreira e de uma vida é a versão de “Hurt” do Nine Inch Nails. Nela Cash põe toda a
emoção de uma vida. Parece colocar ali todas as amarguras, as perdas as
tristezas, tamanha força da interpretação. Ex-dependente, Cash canta a letra de
Trent Reznor sobre o vício em drogas com uma sinceridade comovente numa versão que
é tão definitiva a ponto de o próprio autor reconhecer que a música deixou de
ser dele.
“Americans IV” foi o
último disco de Johnny Cash, que felizmente, apesar de toda uma vida turbulenta
de altos e baixos pessoais e profissionais, teve em seu último momento ainda
mais um grande disco e o devido reconhecimento a seu talento e importância no universo artístico.
O trabalho com o produtor Rick Rubin, que de certa forma,
trouxe Johnny Cash de volta ao mundo, aparece e é muito bem retratado na
história em quadrinhos "Johnny Cash, uma Biografia",
de Reinhard Kleist, excelente registro da carreira do cantor, ilustrando toda a
vida do artista com um roteiro muito bem amarrado e um trabalho gráfico de
primeira qualidade. Assim como o disco, vale a pena ter.
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FAIXAS:
01.The Man Comes Around [J.Cash] 4:26
02.Hurt [T.Reznor] 3:38
03.Give My Love To Rose [J.Cash] 3:28
04.Bridge Over Troubled Water [P.Simon] 3:55
05.I Hung My Head [Sting] 3:53
06.First Time Ever I Saw Your Face [MacColl] 3:52
07.Personal Jesus [M.Gore] 3:20
08.In My Life [Lennon/McCartney] 2:57
09.Sam Hall [trad.arr.J.Cash] 2:40
10.Danny Boy [trad.arr.J.Cash]3:19
11.Desperado [Frey/Henley] 3:13
12.I'm So Lonesome I Could Cry [Williams] 3:03
13.Tear Stained Letter [J.Cash] 3:41
14.Streets Of Laredo [trad.arr.J.Cash] 3:33
15.We'll Meet Again [Charles/Parker] 2:58
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vídeo de "Hurt", Johnny Cash
02.Hurt [T.Reznor] 3:38
03.Give My Love To Rose [J.Cash] 3:28
04.Bridge Over Troubled Water [P.Simon] 3:55
05.I Hung My Head [Sting] 3:53
06.First Time Ever I Saw Your Face [MacColl] 3:52
07.Personal Jesus [M.Gore] 3:20
08.In My Life [Lennon/McCartney] 2:57
09.Sam Hall [trad.arr.J.Cash] 2:40
10.Danny Boy [trad.arr.J.Cash]3:19
11.Desperado [Frey/Henley] 3:13
12.I'm So Lonesome I Could Cry [Williams] 3:03
13.Tear Stained Letter [J.Cash] 3:41
14.Streets Of Laredo [trad.arr.J.Cash] 3:33
15.We'll Meet Again [Charles/Parker] 2:58
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vídeo de "Hurt", Johnny Cash
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Ouça:
domingo, 29 de julho de 2012
Anarquia em Porto Alegre - Noite de autógrafos de Daniel Rodrigues - Pinacoteca Café (19/07/2012)
Tinha ficado devendo imagens e algumas considerações sobre o lançamento do livro "Anarquia na Passarela" (ed. Dublinense, 2012) do meu irmão, jornalista, parceiro-colaborador deste blog e dono blog do O Estado das Coisas Cine, Daniel Rodrigues.
Bom, pra começar, voltar a Porto Alegre para mim é sempre um prazer e ainda mais em circunstâncias festivas e alegres como esta, neste caso especialmente numa realização pessoal do Daniel e que por extensão enche de orgulho a todos nós da família.
O evento em si estava um grande barato. Tudo muito bacana, muito alegre, muito amistoso e ambiente aconchegante do bar Pinacoteca Café. Amigos, familiares, desconhecidos, curiosos, todos ali dando uma conferida, cumprimentando o escritor e demonstrando grande interesse pelo tema que num primeiro momento parece estranho mas que olhando em volta se vê o quanto é comum.
Tive a oportunidade de encontrar parentes queridos como minha adorada tia-prima Isaura, amigos de tempo como o Christian Ordoque e a Iris Borges, amigos até então virtuais como a Valéria Luna e o Eduardo Wolff, rever meu outro 'irmão' velho, meu primo e ex-parceiro de banda, o Lúcio Agacê detonando um punk rock nas 'picapes', e até topar com uma das lendas do punk-hardcore gaúcho, o ex-vocalista da Atraque, Leandro Padraxx, que dava uma banda por lá.
Grande noite. Grande honra e prazer ter estado lá com todas essas pessoas. E, mais uma vez parabéns, Daniel! Sucesso e que venham outros e outros livros por aí.
Abaixo algumas das cenas da noite captadas pela lente de Leocádia Costa, que igualmente tive o prazer de conhecer nesta visita:
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| "Anarquia na Passarela", já à venda |
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| Família presente prestigiando o evento. |
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| Lucio Agacê comandando o som: Replicantes, Kennedy's, Pistols, Joy, e por aí vai. |
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| O autor, Daniel, na mesa de autógrafos, atencioso com os visitantes |
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| ...tudo isso 'embalado' pela saborosa cachaça Da Chica |
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| Daniel com o grande Eduardo Wolff, resenhista de vários ÁLBUNS FUNDAMENTAIS aqui no blog,... |
![]() |
| ... com sua adorável namorada, Leocádia. |
![]() |
| ... e revivendo a extinta HímenElástico, com este blogueiro que vos escreve (dir.) e com Lúcio Agacê. |
![]() |
| Irmãos |
![]() |
| Autógrafos |
![]() |
| Daniel Rodrigues e seu livro |
fotos: Leocádia Costa e
Luís Ventura
Luís Ventura
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