segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Cotidianas #17 - Sinal Fechado
Olá, como vai ?
Eu vou indo e você, tudo bem ?
Tudo bem eu vou indo correndo
Pegar meu lugar no futuro, e você ?
Tudo bem, eu vou indo em busca De um sono tranquilo, quem sabe ...
Quanto tempo... pois é...
Quanto tempo...
Me perdoe a pressa
É a alma dos nossos negócios
Oh! Não tem de quê Eu também só ando a cem
Quando é que você telefona ?
Precisamos nos ver por aí
Pra semana, prometo talvez nos vejamos
Quem sabe ?
Quanto tempo... pois é... (pois é... quanto tempo...)
Tanta coisa que eu tinha a dizer
Mas eu sumi na poeira das ruas
Eu também tenho algo a dizer Mas me foge a lembrança
Por favor, telefone, eu preciso
Beber alguma coisa, rapidamente
Pra semana
O sinal ...
Eu espero você
Vai abrir...
Por favor, não esqueça,
Adeus...
Adeus...
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"Sinal Fechado"
O Beijo da Década
A loja de departamentos inglesa Selfridges encomendou uma pesquisa entre seus clientes para saber qual seria o Melhor Beijo da Década e deu na cabeça o sensualíssimo beijo de Madonna e Britney Spears no Video Music Awards de 2003, que deixou, inclusive, o ex de Britney, Justin Timberlake, com uma cara de bunda na platéia. Acho justa a escolha. O beijo foi excitante e a ex ninfeta com aquele modelito noivinha tava de enlouquecer. Pra deixar qualquer marmanjo com vontade de fazer um ménage à trois.
Coma medalha de prata ficou o já clássico beijo de ponta cabeça do Homem Aranha com Kirsten Dunst e com o bronze outro beijo homossexual, o do casal de vaqueiros de "O Segredo de Brokeback Montain".
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Metallica "Metallica" (ou "Black Album") - 1991
Na onda dos shows do Metallica no Brasil, aproveito pra destacar um dos grandes discos da história do rock. O Metallica, depois de já ter mudado o rumo das coisas com “Master of Puppets”, revolucionava novamente o metal em 1991 com um álbum sem título, batizado pelo público de “Black Álbum” em virtude de sua capa toda negra apenas com pequenos detalhes quase invisíveis.
O “Álbum Negro” traz um Metallica extrapolando peso mas totalmente aceitável e audível mesmo para ouvidos mais delicados. Esta química sonora obtida no disco fez com que agradasse não só aos fãs como arrebatase de vez o público mais pop colocando a banda no topo das paradas.
O primeiro single, “Enter Sandman” era uma bomba pesada, destruidora, com um riff absolutamente marcante e um refrão certeiro, vociferado por Hatfield. Tornou-se logo um grande hit e impulsionou grandes vendas do álbum, ajudado por um clipe que transmitia toda a atmosfera pretendida na música. Um grande pesadelo assustador e sem saída. Serpentes embaixo da cama, quedas de prédios e precipícios, sonho dentro do sonho e a conjugação letra-música-imagem estava completa: “Enter Sandman” era um verdadeiro pesadelo.
O disco também traz as ótimas “Sad But True” com suas guitarras estourando e a longa balada “The Unforgiven” que igualmente figuraram nas paradas; além de muitos outros bons momentos menos conhecidos do grande público mas não menos valorosas e interessantes que mantinham a característica pesada do som da banda. A balada “Nothing Else Matters , outra que tocou bastante por aí, e que contou no álbum com acompanhamento orquestrado, ficou tão boa que acabou gerando a idéia de fazerem um álbum ao vivo com a Orquestra Sinfônica de São Francisco . O projeto, chamado “S&M”, vingou e contém diversas músicas do álbum negro, com destaque exatamente, para a já citada ‘Enter Sandman” que ganhou tons monumentais com o acréscimo das cordas de orquestra.
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FAIXAS:
1. ENTER SANDMAN
2. SAD BUT TRUE
3. HOLIER THAN THOU
4. THE UNFORGIVEN
5. WHEREVER I MAY ROAM
6. DONT TREAD ON ME
7. THROUGH THE NEVER
8. NOTHING ELSE MATTERS
9. OF WOLF AND MAN
10. THE GOD THAT FAILED
11. MY FRIEND OF MISERY
12. THE STRUGGLE WITHIN
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Ouça:
Metallica - Metallica (Black Album)
Cly Reis
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
cotidianas #16 - Estátua
- E então, o que é que você faz?
- O que? Não consigo ouvir. Tá muito barulho.
- O que é que você faz? Tipo, da vida? – pergunta ela praticamente gritando perto do ouvido do rapaz.
- Ah! Eu sou estátua.
- Como é que é?
- Estátua – confirma num tom meio constrangido quase como se se desculpasse por ser o que era.- Tu nunca viu na rua? Dessas que se mexem quando alguém põe uma moeda e tal, sabe?
- Hmmm. - fez ela com um ar que pareceu a ele algo entre o indiferente e o decepcionado.
Ele na verdade nem ouviu aquele “hmmm”, mas nem se deu ao trabalho de confirmar o que ela dissera porque praticamente adivinhou ou supôs que ela tivesse respondido algo desinteressado daquele tipo.
-Olha, só ,– chamou a garota, despertando-o da distração da visão dos corpos em movimento sob o som retumbante das batidas repetidas e mecânicas– vou ali no banheiro e já volto, tá? Tu me espera?
- Espero. Claro.
Pegou a bolsa, levantou num ímpeto e saiu rápido esgueirando-se por entre a massa dançante até sumir na multidão.
Tomou um gole da bebida. Que voltar que nada! No mínimo esperava um engenheiro, um médico. Não, não, um advogado. Elas adoram advogados. Pode ser uma besta, mas se o cara diz que é advogado, hmf!, é garantido. Mas estátua? Estátua?
“Tu me espera?, tu me espera?”. Ahan! Vou ficar esperando a noite toda. A vida toda. Bebeu o resto.
De repente:
- Demorei?
- Não, não. Foi rapidinho – respondeu indisfarçadamente pasmo. Será que ela notara que ele estava, assim, com cara de bobo, descrente desse seu retorno?
- E então, - agora encostando no ouvido dele para não precisar gritar – me fala mais desse lance de estátua.
Cly Reis
domingo, 24 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Manchetes sobre Tessália
Particularmente, não gosto e não assito BBB, mas tenho ouvido falar tanto em Tessália, que eu nem sei quem é, nem o que faz e pra falar a verdade só há pouco soube que faz parte do ilustríssimo time de subcelebridades do tal programa. Mas, de qualquer forma, com um nome desses, podia ser qualquer coisa, como uma comida, um carro ou uma parte do corpo. Sendo assim aí vão manchetes diversas sobre Tessália, seja lá o que isso venha a ser:
-ONU AUTORIZA EUA A INVADIR A TESSÁLIA
situação na região está fora de controle e Obama deve ordenar embarque de tropas
-DERCY GONÇALVES SERÁ SUBMETIDA A NOVA OPERAÇÃO NAS TESSÁLIAS
quadro da atriz continua estável
-FLAGRA: TESSÁLIA DO VESTIDINHO CAI E NANA PAGA CALCINHA
modelo se empolga em festa em boate da noite carioca
-TRAGÉDIA: MILHARES CONTAMINADOS PELO TESSÁLIO 39
vazamento na usina é o maior desde Chernobyl
-AVIÃO DA TESSALI AIR CAI NA BAÍA DO GOLFO
número de vítimas pode chegar a 200
-TESSALA ASSUME ATENTADO
grupo extemista assumiu atentado de ontem em Fiuk
-BOAS TESSÁLIAS PRA TODO MUNDO
-ONU AUTORIZA EUA A INVADIR A TESSÁLIA
situação na região está fora de controle e Obama deve ordenar embarque de tropas
-DERCY GONÇALVES SERÁ SUBMETIDA A NOVA OPERAÇÃO NAS TESSÁLIAS
quadro da atriz continua estável
-FLAGRA: TESSÁLIA DO VESTIDINHO CAI E NANA PAGA CALCINHA
modelo se empolga em festa em boate da noite carioca
-TRAGÉDIA: MILHARES CONTAMINADOS PELO TESSÁLIO 39
vazamento na usina é o maior desde Chernobyl
-AVIÃO DA TESSALI AIR CAI NA BAÍA DO GOLFO
número de vítimas pode chegar a 200
-TESSALA ASSUME ATENTADO
grupo extemista assumiu atentado de ontem em Fiuk
-BOAS TESSÁLIAS PRA TODO MUNDO
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
The Smiths - "The Smiths" (1984)
"Agora eu sei como Joana D'Arc se sentiu
Enquanto as chamas subiam até seu perfil romano
E seu walkman começava a derreter."
verso de "Bigmouth strikes Again"
A propósito de show cover dos Smiths, já postei aqui sobre discos de diversas bandas mas nunca desta que é uma das minhas preferidas. Há um certo consenso dos fãs em torno da preferência pelo álbum “The Queen Is Dead”, que inegavelmente é um discaço, com as clássicas “Bigmouth Strikes Again” e “There’s a Light that Never Goes Out”; mas particularmente, poucas vezes ouvi um disco de estréia tão notável quanto “The Smiths” de 1984. Chegando com um nome simples, em contraponto aos elaborados de outras bandas da época e com um som limpo e TOCADO, num contexto cheio de bandas que só ligavam os sintetizadores e a bateria eletrônica e o resultado acabava sendo quase o mesmo; o quarteto de jovens de Manchester não demorou nada a se destacar no cenário musical. Parecia que era tudo o que o pop precisava. Melodias, guitarras, sensibilidade, letras inteligentes e bem elaboradas, vocal singular e autêntico. Era finalmente uma banda de gente. De gente como a gente. Não à toa, logo os jovens perceberam que Morrissey se colocava muito próximo a eles nas suas angústias, nas suas aflições, no seu sarcasmo e medida agressividade e a relação fãs-banda, desde então, passou as ser mais do que meramente musical.
"The Smiths (1984)” é doce, é violento, é apaixonante e apaixonado. “Reel Around the Fountain” que abre a seleção traz um início com uma bateria marcada que logo deixa entrar a voz terna de Morrissey cantando sobre uma relação complicada que sofreu acusações de pedofilia na época do lançamento do álbum. Johnny Marr já mostra seu cartão de visitas, com uma melodia aparentemente simples mas, como o restante da obra virá a mostrar, é altamente bem elaborada mas sem espalhafato, distorções ou grandes solos. “Miserable Lie”, uma das minhas prediletas do álbum é quase uma exceção a obra dos caras, com sua estrutura diferenciada, partindo de uma levada lenta até explodir em fúria e passar daí a evoluções vocais extremamente afetadas. Tudo isso com uma bateria inapelavelmente punk e curiosamente com uma guitarra sem distorção.
“This Charming Man”, um dos grandes clássicos da banda, que não saiu na edição inglesa, é outra destas coisas primorosas da história do rock com aquele riff marcante e inconfundível de Johnny Marr e com aquele vocal totalmente auto-revelador de Morrissey.
“Still Ill” é outra das fantásticas! Esta mais vigorosa e com a verve potente de Moz. Falar da guitarra de Marr já é redundância. Ele simplesmente dilacera tudo do início ao fim.
“What Difference Does It Make?”, falando sobre rejeição provavelmente seja uma das que representam mais perfeitamente a mistura amor-ódio-sarcasmo do mestre . Talvez tenha as frases mais apaixonadas e frustradas da história do rock: “...eu me jogaria em frente a uma bala voando por você”, ou “eu roubei e menti (...) porque você me pediu”, trazem toda a dedicação e o desgosto com uma pessoa amada.
A rotação depois dela dá uma aliviada com as ótimas “I Don’t Owe You Anything” e “Suffer Little Children” com aquele final provocante com umas risadinhas safadas.
Ainda hoje, mais ou menos uns 12 ou 13 anos depois de tê-lo ouvido pela primeira vez, ainda me impressiona e me faz acabar a audição com um sorriso no rosto.
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FAIXAS:
1. Reel Around The Fountain 5:55
2. You've Got Everything Now 3:58
3. Miserable Lie 4:27
4. Pretty Girls Make Graves 3:41
5. The Hand That Rocks The Cradle 3:45
6. This Charming Man 2:52
7. Still Ill 3:19
8. Hand In Glove 3:23
9. What Difference Does It Make? 3:49
10. I Don't Owe You Anything 4:04
11. Suffer Little Children 5:29
7. Still Ill 3:19
8. Hand In Glove 3:23
9. What Difference Does It Make? 3:49
10. I Don't Owe You Anything 4:04
11. Suffer Little Children 5:29
Globo de Ouro 2010 - Premiados
| O badalado "Avatar de James Cameron |
Melhor filme de drama
Avatar, de James Cameron
Melhor atriz coadjuvante
Mo´Nique, por Preciosa
Melhor atriz em série de TV (comédia ou musical)
Toni Colette, por United States of Tara
Melhor ator coadjuvante em série de TV
John Lithgow, por Dexter
Melhor animação
Up - Altas Aventuras
Melhor ator em série de TV (drama)
Michael C. Hall, por Dexter
Melhor atriz em série de TV (drama)
Julianna Margulies, por The Good Wife
Melhor canção original
The Weary Kind, de T-Bone Burnett e Ryan Bingham, do filme Crazy Heart
Melhor trilha sonora
Up - Altas Aventuras, de Michael Giacchino
Melhor minissérie ou filme feito para TV
Grey Gardens
Melhor atriz de comédia ou musical
Meryl Streep, por Julie & Julia
Melhor ator em minissérie ou filme para TV
Kevin Bacon, por Taking Chance
Melhor atriz em minissérie ou filme para TV
Drew Barrymore, por Grey Gardens
Melhor Roteiro
Jason Reitman e Sheldon Turner, por Amor sem Escalas
Melhor ator em série de TV comédia ou musical
Alec Baldwin, por 30 Rock
Melhor filme estrangeiro
A Fita Branca (Alemanha)
Melhor série de TV drama
Mad Men
Melhor atriz coadjuvante em série de TV, minissérie ou telefilme
Chlöe Sevigny, por Big Love
Melhor ator coadjuvante em filme
Christoph Waltz, por Bastardos Inglórios
Homenagem do ano
Martin Scorsese, pelo conjunto da carreira
Melhor diretor de cinema
James Cameron, por Avatar
Melhor série de Tv de comédia ou musical
Glee
Melhor filme de comédia ou musical
Se Beber Não Case
Melhor atriz de drama
Sandra Bullock, por O Lado Cego
Melhor ator de comédia ou musical
Robert Downey Jr., por Sherlock Holmes
Melhor ator de drama
Jeff Bridges, por Crazy Heart
domingo, 17 de janeiro de 2010
The Smiths Cover - Rio Rock & Blues Club - Rio de Janeiro (16/01/10)
Na minha Porto Alegre, quando morava lá, costumava ir muito nas noites de terça-feira a um bar chamado 8 e 1/2, onde acontecia a "Terça Clássica", a noite com apresentações de bandas cover dos clássicos do rock. Lá vi covers de Doors, Hendrix, Pink Floyd, Stones, Raul; algumas muito boas, outras nem tanto. Mas de qualquer forma adorava ir ao 8 e 1/2 para ver fãs, como eu, tocando as músicas dos nossos heróis.Logo que cheguei ao Rio de Janeiro senti falta de ter lugares deste tipo, com rock, covers de bandas e tal. Infelizmente, ainda que se encontre este tipo de programa, a cultura local predominante é samba e funk, e lugares qualificados com boa música não são assim tão fáceis e comuns.
Aqui, depois de alguma procura, depois de alguma demora, fui brindado com a existência do Rio Rock & Blues Club que me proporciona estas oportunidades, das quais com alguma frequência desfruto. Ontem, em especial tive uma das melhores experiências neste local. A casa apresentou uma banda cover do quarteto de Manchester, The Smiths. Pela fila, pela espera, pelas camisetas, pelos topetes já se via que não seria uma apresentação cover como as outras da casa. Quando se fala em The Smiths, em Morrissey, a gente sabe que existe aquela coisa meio "religiosa" dos fãs. E, de fato, foi um dos shows cover mais emocionantes que já assisti.
Contando com um vocalista simpaticíssimo e músicos competentes a banda empolgou mesmo os espectadores mais exigentes. O Morrissey-cover não se limitava às imitações de postura e trejeitos do original e mandou bem no microfone conseguindo se aproximar do timbre do inglês, e o nosso Johnny Marr, impressionantemente, não fez feio e segurou até algumas difíceis como "Still Ill", por exemplo. Tá certo que quando alguém pediu "Girl Afraid" o vocalista disse que aí teria que chamar o próprio Marr, mas a gente compreende. Seria complicado mesmo.
Pontos altos pra mim foram a ótima e muito bem executada "Handsome Devil"; a surpresa de "Headmaster Ritual" que não é das mais conhecidas e a já citada "Still Ill" que eu tinha mesmo expectativa de ouvir. Mas o ápice do show foi "Suedehead", da carreira solo de Morrissey, que o vocalista definiu como uma "quase Smiths". Eu já tinha visto pessoas cantarem juntas lá no RR&BC refrões conhecissimos e populares do rock como "can't buy me loooove" ou "smoooke on the water...", mas nunca tinha presenciado o bar todo em uníssono entoar um refrão, e assim foi com "i'm so sorry" de "Suedehead". Todos juntos. Lindíssimo. Verdadeiramente incrível!
Como se não bastasse tudo isso, me pegaram de surpresa com a inusitada "Last Night I Dreamt that Somebody Love Me" que invariavelmente me emociona. Nunca imaginei que fossem tocá-la até porque não foi dos hits da banda. O fato de ser a "cópia" dela não fez com que me tocasse menos e o resultado foi que quase cheguei às lágrimas.
Mas como disse o prórpio vocalista, Robeto Freitas, gostar de bandas como Smiths e Legião (que faria o show cover de fundo) não é pra qualquer um, "tem que ter sensibilidade" disse ele, ao que alguém respondeu de algum lugar da platéia, "tem que ter coração". E é mesmo. É por isso que um show assim consegue provocar todas estas reações. Os fãs de Smiths tem, sobretudo, coração.
Cly Reis
sábado, 16 de janeiro de 2010
cotidianas #15 - Cidade Irmã
Hora da faxina
(Quando o sol entrar pelos
fundos)
Você sai
na sua corrida maluca
Eu fico só
Amo Você como louco, louco
louco, louco
Nada que nos una
Vendo a lua saindo de um
prédio
Tantas luzes
Que piscam na zona sul
Estrelas mortas
Amo Você como louco, louco
louco, louco
Nada que nos una
Eu vejo navios
Paris no tempo do rei sol
Folheia um livro
Você toma banho de espuma
Eu fico só
Amo você como louco
*************************
"Cidade Irmã"
(Cadão Volpato)
Ouça:
Fellini Cidade Irmã
*PS: A última estrofe aparece no encarte mas não foi gravada no álbum "Amor Louco" de 1989.
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