Curta no Facebook

terça-feira, 10 de outubro de 2023

cotidianas #809 - Pílula Surrealista #54

 

O poeta, anacrônico, perde-se na fisiologia do mundo digital, transformador de tudo. O papel, a pena, a tinta, a traça. Nada mais. Nunca mais. Na nuvem de palavras - soltas, acotovelando-se, daninhas - o poeta se dispersa em si próprio. Dilui-se entre letras. Até sumir.


Daniel Rodrigues

Nenhum comentário:

Postar um comentário