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segunda-feira, 13 de julho de 2026

COPA DO MUNDO JOY DIVISION - finalistas



Era emoção que vocês queriam? Então toma!

Não tinha como ser mais empolgante a decisão dos finalistas da Copa Joy Division! 

Olha foi tudo no detalhe...

Coube a cada dois árbitros-especialistas definir uma das semifinais e, é claro, deste modo o empate entre opiniões seria algo bem possível. 

Não quis avisar aos participantes mas, caso cada um optasse por uma vencedora, a decisão seria no saldo de gols. 

Ótimo! Isso resolveu em uma das semifinais. Sim, como eu disse, foi no detalhe.

Mas e na outra? 

Nem o saldo de gols resolveu tamanha a igualdade.

O que tivemos que fazer? Apelar para um outro especialista, de fora do nosso time de jurados para definir a parada.

Sim, amigos, nenhuma Copa do Mundo Rock do ClyBlog foi tão disputada assim!

E pensa que acabou? Que nada!

Ainda tem a final.

E quem vai para lá? Descubra agora com a definição no lance-a-lance dos nossos mestres joydivisianos:


⚽⚽⚽⚽⚽


TRANSMISSION x DECADES

  • Luna Gentile:

Transmission entrou com marcação alta desde o apito inicial. Com seu baixo pulsante sua a bateria precisa, a música transmite grandiosidade e abre espaços na defesa adversária para sair na frente no placar.

Decades respondeu com uma bela jogada coletiva trocando passes com seus sintetizadores envolventes diminuindo o placar. Considero uma das faixas mais sofisticadas de Closer que contêm uma atmosfera única, então garante mais um gol.

Mas a noite era de Transmission, um hino do pós-punk, com intensidade e um refrão que nunca perde a força. Transmission fecha conta em 4 a 2 fazendo um jogo perfeito.


  • Daniel Rodrigues:

O caminho de “Decades” nessa copa não tem sido nada fácil, hein? Na fase classificatória, fez valer sua estatura de faixa de encerramento de Closer sobre “Interzone”. Depois, despachou “I Remember Nothing” em vitória simples e, nas quartas, teve que se impor de novo para virar sobre “A Means to Na End”. E se pra “Decades” foi esse osso todo, imagina para “Transmission”?! Na preliminar, ok: não teve maiores problemas pra eliminar “No Love Lost” Mas, nas oitavas, de cara pegou “Shadowplay”, que ganhou numa vitória magra. Depois, pior: “Love Will Tear Us Apart”, mais pedreira ainda. Num jogo emocionante, com adversário saindo na frente e ampliando, “Transmission” teve que buscar o resultado. Ou seja: dois times que chegam desgastados e em pé de igualdade, seja em tamanho quanto em condições de jogo. Isso fez com que o 0 x 0 se estendesse por praticamente toda a partida, com os times se estudando e dando aquela estocada sempre que possível, mas calculada, pra não gerar contra-ataque. Pois foi justamente numa dessas investidas, depois de correr e marcar o jogo todo, que “Transmission” perdeu uma bola no meio de campo quando tentava armar uma jogada e viu o adversário tocar três vezes na bola e chegar na área, até ser duramente castigada. Bola na rede faltando apenas 3 minutos para o final, tempo que “Decades” segurou para garantir mais uma vitória sofrida, mas suficiente para se classificar: 1 x 0 e “Decades” na final!


*como consta no Art. 350125 Go! Exercise I, em caso de empate entre os votantes a decisão do classificado se dará pelo saldo de gols:

PLACAR FINAL - 

TRANSMISSION 4 X DECADES 3


⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽


DISORDER x NEW DAWN FADES

  • Cly Reis:

Mais um clássico local do Unknown Pleasures.

A energia de Disorder contra a cadência de New Dawn Fades.

Aquele introdução pulsante de bateria, numa das grandes aberturas de um álbum na história do rock, garante um gol relâmpago para Disorder um gol relâmpago, logo nos primeiros segundos, abrindo o placar: 1x0.

Mas New Dawn Fades não se assusta e com seu jogo seguro, construído, parte por parte, com paciência, chega ao gol de empate: 1x1.

O jogo mais completo, mais equilibrado de NDF se impõe e o conjunto garante o gol da vitória. 2x1 num jogo incrível que justifica o tamanho dessas duas equipes na discografia da banda.


  • Roberto Sulzbach:

Bem amigos do ClyBlog, não tem jogo fácil à esta altura do campeonato. 

Disorder x New Dawn Fades são símbolos da qualidade e influência que a banda tem no cenário da música pop global. Ambas podem servir de argumento sobre como mudaram a música, mas a sensação de abrir a vitrola, colocar o LP e embarcar em uma viagem é transcendental. Jogo duro, plástico e aberto. Placar final: 3 a 2 Disorder

*como consta no Art. 350125 Go! Exercise I, em caso de empate entre os votantes a decisão do classificado se dará pelo saldo de gols:

PLACAR FINAL - 

DISORDER 4 X NEW DAWN FADES 4



JOGO EXTRA - DISORDER x NEW DAWN FADES:

*(como consta no regulamento da International Blog, ficando as equipes empatadas no saldo de gols, o jogo será decidido por um convidado também fã e especialista em Joy Division)


  • Jairo Alone:

Difícil, hein!

"Disorder" ganha. Por quê? Sonoramente, ela é mais influente. Dá para ver esse DNA desde bandas como The Cure como Legião Urbana. Se tivesse que apresentar uma das duas para alguém, seria essa. Num jogo? Dois a  um (2 X 1). Placar apertado e gol nos acréscimos. 


PLACAR FINAL JOGO EXTRA -
DISORDER 6 X NEW DAWN FADES 5






quinta-feira, 9 de julho de 2026

Copa do Mundo Joy Division - quartas-de-finais - CLASSIFICADOS

Dois clássicos regionais, um clássico entre dois ícones da banda, um confronto de gigantes!

O que foram essas quartas-de-finais, meu amigo!!!

Nossos árbitros-especialistas tiveram muito mais dificuldade em definir os vencedores nessa fase. Mas é inevitável. Afunilou de vez e agora só tem camisa pesada.

Vamos ver então como foram as definições das quartas e os quatro classificados para as semifinais, segundo os critérios do nosso time de analistas:


⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽


LUNA GENTILE

A Means to an End 1 x Decades 2 - Nesse clássico do Closer A Means to an End começou em alta, com seu baixo pulsante, bateria precisa e um ritmo pós-punk envolvente que dominou a posse de bola.
Mas Decades cresceu no segundo tempo: os sintetizadores atmosféricos, o andamento mais lento e a interpretação encantadora de Curtis deram outro peso ao jogo, controlando o ritmo até a virada.


ROBERTO SULZBACH

Disorder 4 x Candidate 2 - Disorder é frenética e organizada. A linha de baixo carrega a canção como um “8” talentoso. Seu riff icônico icônico tem a ousadia digna de Garrincha. Disciplina, ritmo e inventividade, todos em um só time. Candidate, segue com a marcação na sua metade do campo, esperando pela bola do jogo. A diferença é que em um jogo de dois timaços, não vem apenas uma bola do jogo. Então, Candidate tentou aproveitar ao máximo as chances que teve.
Teve "Trocação" franca, mas Disorder conseguiu se sobressair no ataque e na importância no catálogo do grupo. Apesar de suas valências, Candidate não foi capaz de superar a favorita.
4 x 2 Disorder.

DANIEL RODRIGUES

Transmission 3 x Love Will Tear Us Apart 2 - Outra baita jogo. Clássico joydivisiano! As duas entram em campo com esquema tático parecido, a se ver pelo mesmo conceito de abertura, que vem num crescendo, e marcam um gol cedo cada uma, um após o outro. 1 x 1. Love, mais atrevida, amplia logo depois. Mas Transmission é cascuda, com jogo bem armado, que não se apavora com qualquer adversário mesmo com bom futebol. E empata. 2 x 2. No intervalo para hidratação, porém, o técnico “transmite” aos jogadores as palavras certas e acerta a estratégia. Resultado: Transmission marca mais um e segura o placar até o final mesmo com o abafa do adversário. Final: Transmission 3 x Love Will Tear Us Apart 2. E teve novamente dancinha ao som do rádio.


CLY REIS

Atmosphere 0 x New Dawn Fades 1 - Sabe quando os times se perfilam antes do jogo para a execução dos hinos? Aqui New Dawn Fades se alinha e tem que cantar nada menos que seu próprio adversário.
Atmosphere é um hino do joy division!
E como se faz para superar um símbolo tão forte, tão marcante?
Ah, tem que fazer o jogo perfeito, e ninguém melhor que New Dawn Fades para executar essa tarefa. Talvez a música mais completa do Joy division.
Um esquema de jogo bem traçado, a estratégia bem desenvolvida e todos os setores funcionando perfeitamente. 
ali, ali, no detalhe, New Dawn Fades supera o hino e o transforma em réquiem (que de certa forma, sempre foi)
adeus, Atmosphere!

 


sexta-feira, 3 de julho de 2026

Copa do Mundo Joy Division - Oitavas-de-Finais - CLASSIFICADOS

 




Nossos especialistas em Joy Division cumpriram sua missão e definiram os últimos 8 classficados na Copa Eterna.

A fase de oitavas não teve nenhuma grande zebra, até porque agora só tem time grande e nenhum resultado é exatamente absurdo.

A cadenciada Candidates eliminando a quase neworderiana Isolation pode ser considerada uma surpresa para alguns, mas a eliminação She's Lost Control mesmo sendo uma das favoritas, passa longe de ser um resultado improvável considerando a qualidade do adversário, a espetacular New Dawn Fades.

Mas enfim, vamos às considerações de cada um dos nossos julgadores e a apreciação de cada confronto das oitavas-de-final definindo os classificados para a fase seguinte.

Restam 8!

⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽


Daniel Rodrigues: 

Transmission 2 x Shadowplay 1

Quase uma final antecipada, ou pelo menos dois candidatos a campeão, que se pegam precocemente. “Shadowplay”, com seu jogo mais agressivo, marca primeiro. “Transmission”, no entanto, com seu estilo mais constante, não se apavora e empata já no primeiro tempo. O jogo vai para a segunda etapa nessa igualdade, com os dois times atacando, lá e cá. Encaminhando-se pro fim da partida, “Transmission” acha um pênalti. Gol de vitória apertada, com direito à comemoração de dancinha ao som do rádio.

Day of the Lords 1 x Love Will Tear Us Apart 3

Confronto pesado de “Unknown Pleaseures” vs. “Closer”. O primeiro, com forma de jogar mais convencional, mas não menos eficiente. O segundo com aquele futebol moderno, que lembra o futebol-total da Laranja Mecânica. Com um time de média de idade alta, “Day...” sabe o que faz e abre o placar numa jogada bem construída. Mas quando eles achavam que ia ser “o dia dos senhores”, o “amor” vem não para “separar”, mas para vencer. Com jogadas bonitas e tabelinha entre todos os integrantes, “Love...” vira o placar em poucos minutos e ainda acerta uma bucha no finzinho pra sacramentar. Na hora da comemoração, o atacante chama a câmera: “Closer! Closer!” E fez o gesto de coração com as mãos. É muito amor.


Roberto Sulzbach:

Candidate 2 x Isolation 1

Não foi fácil. Jogo duro, truncado e complicado. Isolation é formatada para trabalhar intensamente, marcação lá em cima, em um estilo "gen-pressing" que daria inveja ao ex-treinador do Liverpool, o alemão Jurgen Klopp. Já Candidate é mourinista: bloco baixo, jogando por uma bola. Mas, quando vem, é mortal. Isolation é talvez uma das músicas mais animadas de Closer. Segunda na track list, e seguida pelas batucadas envolventes de Atrocity Exhibition, acaba por acelerar o ritmo do disco. Candidate queima devagar; talvez seja a música que mais reforça a temática de UP ao longo da audição sequencial das faixas. Sendo assim, Candidate leva, por 2 a 1, em cima de Isolation.

I Remeber Nothing 0 x Decades 1

Duas canções que apostam no mesmo estilo: letras niilistas, envoltas em uma atmosfera manchesteriana. I Remember Nothing fecha UP de maneira magistral. Decades encerra Closer e te faz sentir em uma capela gótica do século XII, com seus órgãos sintetizados. A dinâmica é a mesma: estranheza e desconforto. Jogo muito parelho, mas Decades traz elementos únicos no catálogo da banda e acaba por levar o confronto.1 a 0, Decades.


luna gentile:

Something Must Break 1 x Disorder 3

Grande partida.Disorder abriu o placar com seu ritmo frenético e a energia inconfundível do baixo, mas Something Must Break reagiu com intensidade e clima sombrio.

No segundo tempo, o impacto histórico de Disorder fez a diferença marcando mais dois gols, garantindo a vitória.

Athrocity Exhibitions 1 x Atmosphere 2

Atrocity Exhibition assustou a defesa no início, mas a Atmosfera tomou conta do estádio e mudou completamente o clima da partida.

No segundo tempo, a pressão ficou no ar, a torcida respirou fundo e Atmosphere marcou o gol da virada nos acréscimos.


Cly reis:

Leader of men 0 x a means to an end 2

Jogo sem muita complicação. Leader of men é aquele time esforçado mas que não tem muito de onde tirar. por outro lado, A Means to An End é bem estruturada, tem um andamento embalado, um trabalho de bateria excelente e uma ótima interpretação de ian curtis. vitória tranquila de A means to an End. placar clássic: 2x0.

She's Lost Control 1 x New Dawn Fades 2

Dois grandes times. Duas camisas pesadas do Unknown Pleasures.

Estilos de jogo distintos. She's Lost Control com seu ritmo constante, jogada repetitiva, insistência. New Dawn Fades com mais alternativas, deslocamentos, variações de jogada.

Cada um à sua maneira, pelas virtudes de cada música, fazem um golfZnho no tempo normal. 1x1 nos 90 minutos.

O jogo vai para o tempo-extra e aí She's Lost Control não consegue controlar as investidas organizadas do adversário. A saída de bola com aquela introdução de bateria, o passe para o baixo, o ganho de intensidade, o solo da guitarra, a interpretação emocionante de Ian Curtis... New Dawn Fades chega com qualidade ao gol, tocando, e vence o jogo na prorrogação. Que jogaço,  senhoras e senhores! 



c.r
d.r.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Copa do Mundo Joy Division - primeira fase - CLASSIFICADOS

 


Restam 16!

Nossos especialistas em Joy Division até agora não tiveram grandes dificuldades para decidir vencedores. Algum jogo mais equilibrado aqui, outro mais enroscado ali, mas uma ordem bastante clara na hierarquia da qualidade e da ascendência das canções da banda vai definindo tudo com uma certa lógica na Copa Eterna.

Isso até agora! 

Porque agora afunilou. 

Salvando três da compilação Substance e uma do póstumo Still, o resto é dos dois grandes álbuns. Unknown Plasures domina plenamente e só não  colocou três de suas representantes nas oitavas, enquanto Closer, não deixando por muito menos, colocou metade das suas integrantes na próxima fase.
Confira aí todas as classificadas e como os julgadores do ClyBlog definiram os vencedores da primeira fase da 
Copa Joy Division.

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  • Roberto Sulzbach:

Something Must Break x Warsaw: Passa Something Must Break

Decades x Interzone: O confronto mais difícil mas Decades classifica

Novelty x Shadowplay : Dá Shadowplay. Barbada!

Walked in Line x She's Lost Control : O páreo foi bom, mas a favorita She's Lost Control levou.


  • Daniel Rodrigues: 

Insight x Transmission: Transmission ia golear, mas tirou o pé em respeito.

A Means to An EndWilderness: Wilderness passaria, não tivesse pego esse timaço pela frente

Athrocity Exhibitions x The Eternal: Foi, sim, uma exibição de atrocidades. Athrocity passa.

Leaders of Men x All of This For You: O mais parelho, mas deu Leaders


  • Luna Gentile:

Candidate x Twenty Four Hours: Disputa acirrada, foi difícil eliminar um. mas dá Candidate

Disorder x Incubation: Essa foi fácil demais. Disorder passa tranquilo.

Isolation x Colony: Deu Isolation nesse clássico local.

Day of the Lords x Heart and Soul: Passa Day of the Lords


  • Cly Reis:

I Remember Nothing x Dead Souls: Dois grandes times mas I Remeber Nothing vence bem.

Love Will Tear Us Apart x Passover: Dérbi local do Closer! Vitória de uma das grandes favoritas do torneio, LWTUA.

New Dawn Fades x Exercise One: Goleada! New Dawn Fades passa por cima!

Atmosphere x Glass: Glass foi quebrada em pedacinhos por Atmosphere.





C.R.

D.R. 


quarta-feira, 10 de junho de 2026

Copa do Mundo Joy Division - Fase Preliminar

 


E rola a bola na Copa do Mundo Joy Division...

Mas calma, as 'grandes seleções' não entram ainda nesta fase. As que tiveram a honra de compor os únicos dois álbuns de estúdio lançados pela banda, terão o privilégio de entrar a partir da fase seguinte.

Nesta fase preliminar, os singles, inéditas e integrantes de coletâneas se enfrentam tentando seu lugar na elite. Eles que lutem!

É lógico que numa obra tão curta, algumas que deveriam ter entrado em álbuns mas não tiveram tempo para isso e mesmo assim ficaram eternizadas, terão que passar por essa pequena humilhação e enfrentar uma eliminatória, como é o caso de clássicos como "Atmosphere" e "Transmission", por exemplo. Mas imagino que não devam ter dificuldades para passar e devam se encontrar com suas iguais na fase seguinte...

Será? 

Futebol pode ser uma caixinha de surpresas.

Então que tal conhecermos quem serão os adversários desses clássicos que não deveriam estar na série B, e todos os outros confrontos dessa fase pré?

Confiram aí então os confrontos da fase preliminar da Copa Joy Division que nós, os blogueiros do ClyBlog, Clayton e Daniel, juntamente com nossos convidados entendedores da obra da banda, Luna Gentile e Roberto Sulzbach, definiremos os vencedores e que avançarão à fase seguinte:



sexta-feira, 5 de junho de 2026

Copa Joy Division 2026








E NOVAMENTE TEREMOS COPA DO MUNDO NO CLYBLOG!

MAIS UMA COPA MUSICAL NA QUAL CANÇÕES DE UM ARTISTA, UM CANTOR, UMA BANDA SÃO COLOCADAS FRENTE A FRENTE PARA UM EMBATE FUTEBOLÍSTICO-MUSICAL CUJO OBJETIVO É DEFINIR

QUAL SUA MELHOR MÚSICA.

E DESTA VEZ DESCOBRIREMOS QUAL A MAIOR MÚSICA DE UMA DAS BANDAS MAIS ICÔNICAS DE TODOS OS TEMPOS. GRUPO DE CURTA MAS DE CANÇÕES MARCANTES E ETERNAS, ESPECIALMENTE PARA SEUS FÃS.

E AQUI TEREMOS QUATRO DELS, QUATRO ADMIRADORES DESSA LENDA DE MANCHESTER, QUE COM SUAS PREFERÊNCIAS E CONHECIMENTO, AJUDARÃO A DEFINIR O QUE MUNITA GENTE SE PERGUNTA:

QUAL A MELHOR MÚSICA DO JOY DIVISION?

CLAYTON REIS E DANIEL RODRIGUES, TITULARES DO BLOG, E OS CONVIDADOS LUNA GENTILE E ROBERTO SULZBACH DEFINIRÃO OS VITORIOSOS EM MATA-MATAS SORTEADOS.

OS SINGLES, AS INÉDITAS E AS INTEGRANTES DE COMPILAÇÕES SE ENFRENTAM EM UMA FASE PRELIMINAR DE ONDE SAEM 12 QUE SE JUNTARÃO ÀS 20 CANÇÕES DOS ÚNICOS DOIS ÁLBUNS DA BANDA, QUE JÁ ESTARÃO ESPERANDO PARA, ENTÃO, FORMAR AS 32 QUE EM ELIMINATÓRIAS SIMPLES, SEMPRE SORTEADAS, SE ENFRENTARÃO ATÉ CHEGAR À GRANDE FINAL.

QUE COMECE A COPA!

A COPA ETERNA!


COPA JOY DIVISION






C.R.


quinta-feira, 2 de abril de 2026

Parque Estadual de Ibitipoca - Município de Lima Duarte /MG

 


Homônima do grande ator brasileiro chamado, na verdade, Ariclenes Venâncio Martins, Lima Duarte é uma joia turistico-ecológica nacional localizada na Zona da Mata de Minas Gerais. Parte do Parque Estadual de Ibitipoca, a simpática cidadezinha apresenta belas montanhas, formações rochosas instigantes, inúmeras cachoeiras com suas interessantíssimas águas de coloração ferrosa e um valioso centro histórico-cultural. 
Confiram aí a seguir algumas imagens das atrações naturais da aprazível Lima Duarte.






























fotos: Luna Gentile
e Rosana Gentile

terça-feira, 24 de junho de 2025

Orquestra Petrobras Sinfônica apresentando "Na Trilha do Rock" - projeto Entre Notas BandNews FM - Theatro Municipal do Rio de Janeiro - 22/06/2025 - Rio de Janeiro/RJ

 


Pintou do nada a oportunidade de assistir, no último domingo, a Orquestra Sinfônica Petrobras executando clássicos do rock brasileiro no Theatro Municipal do Rio, em comemoração pelos 20 anos da Band News FM. Um amigo me avisou que ia rolar, conseguiu os ingressos online, me repassou e já era. Apareci por lá!

Tive o prazer de ir com a minha filha que, apesar dos 13 aninhos de idade apenas, curte de montão o som dos anos 80 e adorou ouvir com aqueles arranjos orquestrais grandiosos com aqueles instrumentos diferenciados naquele espaço nobre e altamente adequado para uma audição de qualidade, muitas das músicas que ela escuta, gosta e tira pra tocar na guitarra.

Numa proposta de muito bom gosto, a Orquestra Petrobras preparou arranjos acessíveis, nada excessivamente pomposo e embalou o público totalmente identificado com a época das canções na noite carioca do domingo. Desde o início o maestro Felipe Prazeres deixou claro que aquilo não seria um concerto tradicional, seria um concerto de rock e portanto o público podia deixar de lado a formalidade daquele espaço que tradicionalmente exige uma postura mais sóbria, e podia se soltar e cantar junto.

E foi o que todo mundo fez! Cantou junto com a Petrobras Sinfônica hits que embalaram os anos 80 e 90, como "Era Um Garoto que Como eu Amava os Beatles e os Rolling Stones", dos Engenheiros do Hawaii, "Como Eu Quero", do Kid Abelha, "Música Urbana", do Capital Inicial, "Lanterna dos Afogados", dos Paralamas, a santa padroeira do rock brasileiro Rita Lee com "Desculpe o Auê", e, como não podia faltar aquele tradicional pedido de "toca Raul", fizeram aquele "Maluco Beleza" pra galera.

"Bete Balanço" do Barão Vermelho, muito saudada, "Sonífera Ilha" dos Titãs num ótimo arranjo surpreendentemente imponente, e "Será", da Legião Urbana, cantada em uníssono pelo público, na minha opinião foram os pontos altos do concerto. A Orquestra preparou a saída com a "Saideira" do Skank, voltou para  fazer um verdadeiro baile no bis com "Whyski a Go-Go", do Roupa Nova, com as pessoas dançando entre as fileiras, e depois de outra saída do maestro, um derradeiro retorno para o número final com a popularíssima "Pelados Em Santos" dos infames Mamonas Assassinas que, particularmente não gosto, mas valeu pra fechar a noite em altíssimo astral.

Adorável noite de música, nostalgia e alegria num dos mais emblemáticos templos de espetáculos do Brasil, o sempre belíssimo Theatro Municipal do Rio de Janeiro.


Fique abaixo com alguns momentos da noite:


🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻


O belíssimo saguão de entrada do Municipal.

A escultura em mármore, "A Verdade", no topo da escadaria central. 

Espaço interno do teatro visto do balcão superior

A riquíssima ornamentação dos lustres de cristal no centro do salão principal


Orquestra já posicionada para o concerto

O maestro não regeu apenas sua orquestra.
Regeu palmas e coros quase como o band-leader
de uma banda de rock

"Bete Balanço", uma das melhores do show

"Será", da Legião Urbana, um das que teve maior participação do público

Este blogueiro na escadaria, ao final do espetáculo.
Noite especial!

🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻🎻




por Cly Reis
fotos e vídeos: Cly Reis e Luna Gentile


segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

domingo, 18 de dezembro de 2022

Copa do Mundo Kraftwerk - Final

 



A hora da decisão chegou!

Nossas duas finalistas, dois grandes times, duas camisas pesadas da discografia kraftwerkiana chegam para o confronto final credenciadas por muita qualidade, muito prestígio junto aos fãs e campanhas de respeito ao longo da competição.

Radioactivity, faixa que dá título a um álbum, uma das mais inovadoras em linguagem considerando a época em que foi concebida e as limitações técnicas existentes, uma das favoritas do público nos shows, chega à decisão contra The Hall of Mirrors, canção extremamente técnica, riquíssima ritmicamente, uma das mais mencionadas entre fãs quando se fala nas preferidas de cada um, presente no álbum considerado, por muitos, o mais revolucionário do grupo.

E aí, o que pesa mais nessa hora?

Descobriremos...

Vejamos, então, como decidiram nossos especialistas, Luna Gentile, Daniel Rodrigues, Luciana Danielli e José Júnior. 

Como diria aquele narrador: vai ter emoção até o fim.

Que comece a decisão:


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Luna Gentile

Grande final com muita radiatividade e explosões ao longo do jogo. Radioactivity tem uma melodia simples mas The Hall of Mirros se abre mais ao longo do jogo e tem o seu solo de taclado de outro mundo. E Radioactivity fica mais incrivel com seu solo de código morse. Assim, temos essa final em que o meu placar é...
RADIOACTIVITY 3 X THE HALL OF MIRRORS 2

Grande jogo.


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Luciana Danielli


Eu continuo dando o placar pra The Hall of Mirrors. Ganhou pelo placar acirrado de 1X0 sobre a grande Radioactivity, pois não posso deixar de elogiar a majestosa música que demarca a raiz da música eletrônica pra cena musical contemporânea com o uso dos sintetizadores, construindo um gênero e consolidado pelas décadas seguintes.
RADIOACTIVITY 0 X THE HALL OF MIRRORS 1


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Cly Reis


Sabe aquele jogo que, com três minutos já está 1x1? Pois é, a final já começa eletrizante. Se por um lado, Radioactivity começa com aquela introdução de contador Geiger aumentando a frequência com a proximidade de alguma radiação, para se transformar, definitivamente, na base da percussão da música, Hall of Mirrors, empata rapidinho com aqueles passos ecoando no ambiente para também se transformar numa das bases percussivas mais inteligentes e impressionantes da história da música. Hall of Mirros passa à frente no placar por conta de sua atmosfera misteriosa e melodia flutuante quase hipnótica. Radioactivity busca o placar com se solo de código-morse que é das coisas mais impressionantes e criativas que eu já ouvi na minha vida. 2x2. Que jogaço, senhoras e senhores!
Sinceramente..., não consigo encontrar nenhum ponto de desequilíbrio. Alguma avaliação lógica, racional, ponderada, sobre algum elemento, algum item que possa pender mais para um lado do que para o outro. 
Vai no subjetivo: por uma leve preferência pessoal, mas LEVE mesmo, Radioactivity solta uma verdadeira bomba de fora da área e estufa as redes do adversário aos 48 do segundo tempo. Vitória apertada. Muitos diriam que injusta, mas no futebol não existe injustiça. O que importa é bola na rede.

RADIOACTIVITY 3 X THE HALL OF MIRRORS 2


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Daniel Rodrigues


É chegada a grande final! E pra representar esta Copa, nada melhor que dois times clássicos. Camisas pesadas em campo. A escola alemã, que não abre mão de usar a ciência, a técnica, a tecnologia, mas tudo a favor e de forma a obter o melhor dos atletas. Enfim, sem mais delongas: rola a bola no Stadion Kling Klang! O jogo começa com muito estudo de ambas as partes. Todos sabem de suas próprias qualidades técnicas, mas ninguém avança de forma afoita, pois respeitam o adversário. Aliás, são dois times de característica de cadenciar o ritmo, em que o jogo vai sendo conduzido aos poucos e de forma constante. Neste passo, “The Hall of Mirrors”, que troca a bola literalmente de pé em pé, lentamente, mas com segurança de que está fazendo o espelhamento certo das funções táticas, abre o placar. A partida volta para o segundo tempo na mesma condição de igualdade de oportunidades do início, tendo em vista o equilíbrio dos dois times. Mas acontece que “The Hall...” já está na frente. Então, “Radioactivity” tem que correr atrás do prejuízo! Preocupado, o técnico decide por o time pro ataque faltando 15 min pra terminar. Ele troca peças e põe em campo o time que jogou em “The Mix”, aquele mais acelerado e pulsante. A mexida, porém, não dá certo, até porque esta versão é inferior tecnicamente à sua original. E já não havia mais tempo pra nada. Num placar apertado, “The Hall of Mirrors”, por muito pouco, vence a Copa Kraftwerk e leva a taça para guardar como relíquia no nobre Salão dos Espelhos, em Dusseldörf!
RADIOACTIVITY 0 X THE HALL OF MIRRORS 1


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voto de desempate...

José Júnior


Começa a partida da final: Radioactivity x Hall of Mirrors.
O barulho da torcida é ensurdecedor e a alegria geral.
A sinfonia de sintetizadores de Radioactivity garante o primeiro gol no primeiro tempo.
O jogo segue tenso e, no segundo tempo, Hall of Mirrors abre empatando com um gol de bicicleta.
Essas duas canções, merecedores dessa final, mantém um jogo sem faltas, sem cartões, mas difícil de se prever qual venceria essa partida.
O jogo já está na prorrogação do segundo tempo. Hall of Mirrors parte para o ataque, mas “mesmo as maiores estrelas vivem suas vidas no espelho”. E, no último minuto do segundo tempo, foi ela quem decidiu o jogo. Com calma e maestria, Madame Curie define o placar:
RADIOACTIVITY 2 X THE HALL OF MIRRORS 1

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RADIOACTIVITY
CAMPEÃ

quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Copa do Mundo Kraftwerk - classificados das semifinais


Se lá no Catar já sabemos que argentinos e franceses decidirão o Mundial de futebol, por aqui, finalmente conheceremos os finalistas da Copa do Mundo Kraftwerk!

Como cada dupla de jurados ganhou uma partida, corríamos o risco que cada um escolhesse um vencedor. Deste modo, convocamos um convidado "coringa" para cada confronto, de modo a não correr o risco de empate. Anderson Reis, estudante, de Porto Alegre, ajudando a decidir o confronto entre Radioactivity e Metal on Metal, e José Júnior, fotógrafo, de Niterói, colaborando em Tour de France e Hall of Mirros. 

Assim, nossos especialistas, juntamente com os participantes de apoio, avaliaram as semifinais e chegaram aos vencedores.

Vamos ver então, quem vai à decisão?


Confere aí, abaixo, o jogo de cada um:



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TOUR DE FRANCE 

THE HALL OF MIRRORS



Luna Gentile

Um dos confrontos mais difíceis que eu peguei e dois times que não estão para brincadeira. Tour De France é incrivelmente completa e bem construída sendo da década de 80. Mas The Hall Of Mirros é de outro mundo, não da para explicar essa musica que vai se construindo com passos e um teclado tranquilo. E então o meu placar é:
Tour de France 2 x 4 The Hall Of Mirrors


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Luciana Danielli

Hall of Mirrors ganha nesta semifinal. Essa música é viciante e profunda, um verdadeiro poema sonoro!! Salve e muita comemoração pra Hall of Mirrors!
Tour de France 0 x 2 The Hall of Mirrors

 

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José Júnior

Semifinal tensa. Os times chegaram ao segundo tempo no zero a zero, pois a cada ataque, uma defesa perfeita. A velocidade ritmada de Tour de France ajudou a chegarem aos pênaltis, mas Hall of Mirrors refletiu os jogadores adversários, com sua melodia mais melancólica, os confundindo, e ganhou a partida nos penais. Um a zero para Hall of Mirros nos pênaltis.
Tour de France 0 (0) x 0 (1) The Hall of Mirrors


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RADIOACTIVITY 

METAL ON METAL




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Cly Reis

Jogo grande. Duas camisetas pesadas. Dois timaços! 
Metal on Metal tem todas aquelas variações 'táticas', a fusão com Trans-Europe Express, os elementos que entram, os trilhos, o túnel, os vagões, o ápice, quando tudo se entra e se mistura, mas Radioactivity é um time agressivo. é um pós-punk antes do punk existir, é um metal sem guitarras, sem falar naquele solo de código Morse que é pra quebrar qualquer um. Aí não tem jeito. Radioactivity detona os trilhos de Metal on Metal e vence a partida.
Radioactivity 4 x Metal on Metal 2


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Daniel Rodrigues

Times grandes, que conduzem bem o jogo, que não têm pressa em alongar a bola. Times que sabem do seu tamanho e qualidades. “Metal on Metal”, que já abre na sequência de “Trans-Europe Express” com a locomotiva a pleno vapor, vai pro ataque no início e marca nos primeiros segundos da partida. Mas do outro lado tem “Radioactivity”, que com seu início épico, em que o sinal de radioatividade vai se transformando nos acordes musicais, mal dá tempo da comemoração e também faz o seu. Que jogo! Na sequência, “Metal”, na parte em que os trilhos vão sendo construídos, põe outro no placar, mas “Radioactivity” não se intimida, e devolve a igualdade no solo de contador Geiger. Partidaça! Os times seguem se estudando, se respeitando, mas sem deixar de oferecer perigo na meta adversária. Até que, já na prorrogação, “Metal” não resiste à imponência de “Radioactivity” e leva o terceiro, que sacramento o placar de uma legítima semi de Copa Kraftwerk:
Radioactivity 3 x 2 Metal on Metal


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Anderson Reis

Metal on Metal começa o jogo fraca no primeiro tempo, já no segundo ela da uma animada, porém não consegue bater a Radioactivity que já é um time bom do início ao fim.
Radioactivity 2 x 1 Metal on Metal


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FINALISTAS:
RADIOACTIVITY
THE HALL OF MIRRORS

domingo, 11 de dezembro de 2022

Copa do Mundo Kraftwerk - classificados das quartas-de-finais (semifinalistas)

Se no Catar Argentina, França, Croáccia e Marrocos foram os classificados nas quartas e garantiram vaga para as semifinais, por aqui, na Copa do Mundo Kraftwerk, conheceremos também os semifinalistas.
Nessas quartas, teve clássico dos metais (Metal on Metal contra Robots), teve clássico dos transportes (Tour de France contra Trans-Europe Express), e muita disputa também nos outros dois jogos, afinal num torneio como esse, só dá jogaço.

E aí, quem será que os nossos especialistas kraftwerkianos classificaram?

Vamos conferir como foram os confrontos na avaliação de Luna Gentile, Cly Reis, Daniel Rodrigues e Luciana Danielli:



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Luna Gentile

Trans Europe Expres x Tour de France
Um jogo disputado com dois times de primeira. Trans-Europe´é muito marcante na história da banda e Tour de France é aquela música que  a gente consegue sentir como se estivesse andando de bicicleta. 
Pela sua introdução, com a respiração ofegante, e todos os seus elementos, Tour de France ganha.
TRANS-EUROPE EXPRESS 1 x TOUR DE FRANCE 2


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Cly Reis

Metal on Metal x The Robots
Com certeza o confronto mais difícil que me caiu nas mãos, até agora. Duas gigantes! É tipo um Flamengo x Corinthians, um Alemanha x França, um Real Madrid x Liverpool... 
Mas Metal on Metal, se fosse um time de futebol, parece aquela equipe que tem mais variações táticas, sai do 4-4-2, passa pro 4-3-3, se precisar cai num 4-1-4-1, conforme a necessidade do jogo. Ela incorpora Trans-Europe Express, adiciona aqueles sons metálicos dos trilhos, dos vagões, transforma-se em Abzug, volta aser TEE, mistura tudo e no final, o ouvinte está em êxtase. Já The Robots, mesmo brilhante, parece aquele time que tem um estilo de jogo mais fixo, um jogo mais macanizado, todos os jogadores sabem perfeitamente o que fazer, o fazem de modo brilhante mas o adversário consegue prever os próximos movimentos e fica fácil de marcar as principais jogadas.
METAL ON METAL 3 x THE ROBOTS 1


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Daniel Rodrigues

Radioactivity x Boing Boom Tschak
Jogo bom, bem jogado, com esquemas táticos diferentes e propositivos, mas... com um time realmente grande. “Radioactivity” impõe um ritmo cadenciado, bola no chão, toque de pé em pé com categoria, diante de uma “Boing...” boa de bola, atrevida, com variações de jogadas, mas que não segura a adversária, que abre o placar logo de cara. Depois, sem mudar a cadência, enfia um segundo e um terceiro, tudo no primeiro tempo. Avassaladora. “Boing...”, que tem muitas qualidades, volta pro segundo tempo atacando e marca também, mas aí a adversária, com sua imponência de faixa-título do disco que solidificou o estilo da banda, segura o placar e fecha a conta: 3 x 1 pra “Radioactivity”.
RADIOACTIVITY 3 x BOING BOOM TSCHAK 1


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Luciana Danielli

Planet of Visions x The Hall of Mirrors
Novamente entre a cruz e a caldeirinha... E por conta disso escolho “Hall of Mirrors”, pois esta música pertence a um dos maiores discos de todos os tempos "Trans-Europe Express". Essa música é sombria, é de viciar, como o disco, a discografia, a banda. Kraftwerk é uma das bandas que nos revela, representa o extraordinário e famigerado século XX.
PLANET OF VISIONS 0 x THE HALL OF MIRRORS 2


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CLASSIFICADOS:
METAL ON METAL
THE HALL OF MIRRORS
RADIOACTIVITY
TOUR DE FRANCE