- "Ivo" – 3:53
- "Lorelei" – 3:43
- "Beatrix" – 3:11
- "Persephone" – 4:20
- "Pandora (for Cindy)" – 5:35
- "Amelia" – 3:31
- "Aloysius" – 3:26
- "Cicely" – 3:29
- "Otterley" – 4:04
- "Donimo" – 6:19
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Cocteau Twins - "Treasure" (1984)
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Cocteau Twins – “Blue Bell Knoll” (1986)
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| Duas variações da capa do álbum |
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Popol Vuh - “Letzte Tage - Letzte Nächte” (1976)
O movimento krautrock alemão foi marcado pela diversidade e pelo avanço tecnológico. Embora todos os grupos e artistas se aproximem de um mesmo motivador inicial, o cenário da Alemanha pós-guerra e os efeitos da reindustrialização do país, as diferenças entre as bandas e artistas se tornariam marcantes à medida que os trabalhos desses músicos iam se desenvolvendo. E a tecnologia, princípio fundamental a toda geração da nova música alemã de meados dos anos 60, desdobrou-se de formas distintas na musicalidade de cada um. Kraftwerk, Klaus Schulze e Neu!, por exemplo, optaram pelo uso sistemático dos sintetizadores e sequenciadores, tornando-se seguidores naturais da linha de Darmstadt de Stockhausen e Boulez. Can, Gong e Faust, no entanto, foram aos poucos assumindo sonoridades mais psicodélicas e progressivas, dando aos sons das máquinas um papel complementar aos arranjos.
No caso da Popol Vuh, banda de Munique idealizada pelo viajandão Florian Fricke, estudante de piano de cauda e composição na Universidade de Freiburg – e crítico de cinema em tempo parcial, além de amigo do cineasta Werner Herzog – essa dicotomia entre eletrônico e analógico se dá noutra dimensão: no convívio quase dual entre o clássico e o moderno. Isso porque, depois do primeiro disco, “Affenstunde”, de 1970, a Popol Vuh tornou-se deliberadamente anacrônica, abandonando paulatinamente moogs, sintetizadores e afins. O negócio era manejar instrumentos acústicos como tanpura, oboé, cítara e percussões africanas das mais diversas. De sonoridades que vão do folk ao hindu, marcando álbuns como “In Den Gärten Pharaos” (1971), “Hosiana Mantra” (1972) e “Das Hohelied Salomos” (1975), eles chegam, em 1976, a seu melhor resultado: o enigmático e deslumbrante “Letzte Tage - Letzte Nächte”, que completa 50 anos de lançamento em 2026.
Entre os muitos músicos alemães que, na década de 1970, olharam para a Índia e o Extremo Oriente na busca de absorverem a espiritualidade oriental, Fricke é o maior exemplo. Seu trabalho é uma exploração constante do mesmo tema: como expressar a espiritualidade mais pessoal, profunda e austera por meio da música clássica ocidental, da música sacra e do rock profano. O nome da banda diz tudo: uma homenagem direta ao livro sagrado dos Maias, redigido na Mesoamérica no século XVI. Por isso, a Popol Vuh pode estar na Baviera do século XVIII, na Amazônia do Século XVI, na Índia védica de 1500 a.C., na Jerusalém do período bíblico ou num futuro distópico imaginado. Mas nunca no tempo presente. “Letzte...”, certamente o disco mais rock da banda, é permeado por todas essas referências.
Fricke e Daniel Fichelscher (responsáveis pela maioria dos instrumentos das gravações), travam um duelo musical, que expõe com inédita clareza a natureza dialética da Popol Vuh, a qual se equilibra entre sagrado e profano, classicismo e modernidade, teutonismo e psicodelia. “A dialética entre os dois é um espetáculo por si só: a guitarra é o demônio que salta em cada passagem, enquanto o piano é o anjo que tenta manter o calor e a tranquilidade. A guitarra é puro caos hedonista, enquanto o piano é ordens ascéticas e clássicas”, descreve o historiador cultural ítalo-americano Piero Scaruffi. Por falar em guitarras, as de “Der Grosse Krieger”, faixa de abertura, não só chamam para si o protagonismo como em muito lembram a sonoridade da The Cure e, especialmente, o estilo de tocar de Robert Smith.
Essa parecença não é infundada, visto que, dark, o som da Popol Vuh é quase gothic-punk, o que se nota também em instrumentais como “Oh Wie Nah Ist Der Weg Hinab”. Música-irmã desta, “Oh Wie Weit Ist Der Weg Hinauf" vem em seguida como numa resposta. Ritualística, traz nas vozes das cantoras Djong Yun e Renate Knaup vocalises, que fazem lembrar o mantra hinduísta ao deus Krishna (“Haram Dei Raram Dei Haram Dei Ra”), mas sem deixar de dialogar com o rock progressivo.
Depois da folk “In Deine Hände”, “Kirye” comprova aquilo que Scaruffi salienta, que é a contribuição lírico-sacra de Fricke. A despeito da carga de rock prog engendrado por Fichelscher, não é na guitarra, mas no piano que esta canção é forjada. Melódica e suplicante, a se ver pelo significado da palavra originária do grego antigo ("Senhor, tende piedade de nós"), “Kyrie” também vai ganhando intensidade no entoar das vozes femininas e da guitarra. Na sequência, “Haram Dei Raram Dei Haram Dei Ra” repete a melodia de “Oh Wie Weit Ist Der Weg Hinauf", só que agora trazendo como título as palavras de chamamento à energia divina Bhakti Yoga presente na letra.
Talvez as duas mais bonitas faixas do álbum são também as que o encerram em um clima elevado. A primeira é “Dort Ist Der Weg”, um rock experimental que antevê a sonoridade de bandas do pós-punk europeu como a já mencionada The Cure. Um rock com influências das culturas indianas, germânicas, britânicas, célticas e romani, algo que também se poderia já chamar de world music (e que se exacerbaria no som da Popol Vuh em “City Raga”, de 1995).
Já a faixa-título é ainda melhor. Ela antecipa a sonoridade de outros ilustres britânicos da cena alternativa: a Cocteau Twins. E não a Twins tristonha da primeira fase, mas a sua versão dream pop, como uma música feita para (e por) os anjos. Afora a guitarra etérea, que em muito lembra a de Robin Guthrie, as vozes de Djong e Renate cantando juntas aumentam ainda mais a semelhança com os escoceses, que usavam o vocal de Liz Frazer em overdub, produzindo um efeito de vozes paralelas e complementares muito parecido. Além disso, a própria melodia climática faz remeter aquilo que a Cocteau Twins faria anos mais tarde em discos célebres como “Heaven or Las Vegas”.
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FAIXAS:
2. "Oh Wie Nah Ist Der Weg Hinab" - 4:36
3. "Oh Wie Weit Ist Der Weg Hinauf" - 4:30
4. "In Deine Hände" - 3:00
5. "Kyrie" - 4:38
6. "Haram Dei Raram Dei Haram Dei Ra" - 1:30
7. "Dort Ist Der Weg" - 4:30 (Fichelscher/Fricke)
8. "Letzte Tage - Letzte Nächte" - 4:20 (Fichelscher/Fricke)
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
Dossiê ÁLBUNS FUNDAMENTAIS 2020
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| Corre pro abraçaço, Caetano! Você tá na liderança. |
A propósito de país estreante nos ÁLBUNS FUNDAMENTAIS, no ano que passou tivemos também a inclusão de belgas (Front 242) e russos (Sergei Prokofiev) na nossa seleta lista que, por sinal, continua com a inabalável liderança dos norte-americanos, seguidos por brasileiros e ingleses.
Também não há mudanças nas décadas, em que os anos 70 continuam mandando no pedaço; nem no que diz respeito aos anos, onde o de 1986 continua na frente mesmo sem ter marcado nenhum disco nessa última temporada, embora haja alguma movimentação na segunda colocação.
A principal modificação que se dá é na ponta da lista de discos nacionais, onde, pela primeira vez em muito tempo, Jorge Ben é desbancado da primeira posição por Caetano Veloso. Jorge até tem o mesmo número de álbuns que o baiano, mas leva a desvantagem de um deles ser em parceria com Gil e todos os de Caetano, serem "solo". Sinto, muito, Babulina. São as regras.
Na lista internacional, a liderança continua nas mãos dos Beatles, mas temos novidade na vice-liderança onde Pink Floyd se junta a David Bowie, Kraftwerk e Rolling Stones no segundo degrau do pódio. Mas é bom a galera da frente começar a ficar esperta porque Wayne Shorter vem correndo por fora e se aproxima perigosamente.
Destaques, de um modo geral, para Milton Nascimento que, até este ano não tinha nenhum disco na nossa lista e que, de uma hora para outra já tem dois, embora ambos sejam de parcerias, e falando em parcerias, destaque também para John Cale, que com dois solos, uma parceria aqui, outra ali, também já chega a quatro discos indicados nos nossos ÁLBUNS FUNDAMENTAIS.
Dá uma olhada , então, na nossa atualização de discos pra fechar o ano de 2020:
PLACAR POR ARTISTA INTERNACIONAL (GERAL)
- The Beatles: 6 álbuns
- David Bowie, Kraftwerk, Rolling Sones e Pink Floyd: 5 álbuns cada
- Miles Davis, Talking Heads, The Who, Smiths, Led Zeppelin, Wayne Shorter e John Cale* **: 4 álbuns cada
- Stevie Wonder, Cure, John Coltrane, Van Morrison, Sonic Youth, Kinks, Iron Maiden, Bob Dylan e Lou Reed**: 3 álbuns cada
- Björk, The Beach Boys, Cocteau Twins, Cream, Deep Purple, The Doors, Echo and The Bunnymen, Elvis Presley, Elton John, Queen, Creedence Clarwater Revival, Herbie Hancock, Janis Joplin, Johnny Cash, Joy Division, Lee Morgan, Madonna, Massive Attack, Morrissey, Muddy Waters, Neil Young and The Crazy Horse, New Order, Nivana, Nine Inch Nails, PIL, Prince, Prodigy, Public Enemy, R.E.M., Ramones, Siouxsie and The Banshees, The Stooges, U2, Pixies, Dead Kennedy's, Velvet Underground, Metallica, Grant Green e Brian Eno* : todos com 2 álbuns
PLACAR POR ARTISTA (NACIONAL)
- Caetano Veloso: 5 álbuns
- Jorge Ben: 5 álbuns *
- Gilberto Gil*, Tim Maia e Chico Buarque: 4 álbuns
- Gal Costa, Legião Urbana, Titãs e Engenheiros do Hawaii: 3 álbuns cada
- Baden Powell**,, João Bosco, João Gilberto***, Lobão, Novos Baianos, Paralamas do Sucesso, Paulinho da Viola, Ratos de Porão, Sepultura e Milton Nascimento**** : todos com 2 álbuns
** contando o álbum Baden Powell e Vinícius de Moraes, "Afro-sambas"
*** contando o álbum Stan Getz e João Gilberto, "Getz/Gilberto" ****
contando com os álbuns Milton Nascimento e Criolo, "Existe Amor" e Milton Nascimento e Lô Borges, "Clube da Esquina"
PLACAR POR DÉCADA
- anos 20: 2
- anos 30: 3
- anos 40: -
- anos 50: 15
- anos 60: 90
- anos 70: 132
- anos 80: 110
- anos 90: 86
- anos 2000: 13
- anos 2010: 13
- anos 2020: 1
*séc. XIX: 2
*séc. XVIII: 1
PLACAR POR ANO
- 1986: 21 álbuns
- 1985, 1969 e 1977: 17 álbuns
- 1967, 1973 e 1976: 16 álbuns cada
- 1968 e 1972: 15 álbuns cada
- 1970, 1971, 1979 e 1991: 14 álbuns
- 1975, e 1980: 13 álbuns
- 1965 e 1992: 12 álbuns cada
- 1964, 1987,1989 e 1994: 11 álbuns cada
- 1966, 1978 e 1990: 10 álbuns cada
PLACAR POR NACIONALIDADE*
- Estados Unidos: 171 obras de artistas*
- Brasil: 131 obras
- Inglaterra: 114 obras
- Alemanha: 9 obras
- Irlanda: 6 obras
- Canadá: 4 obras
- Escócia: 4 obras
- México, Austrália, Jamaica, Islândia, País de Gales: 2 cada
- País de Gales, Itália, Hungria, Suíça, França, Bélgica, Rússia, Angola e São Cristóvão e Névis: 1 cada
quarta-feira, 3 de janeiro de 2024
Dossiê ÁLBUNS FUNDAMENTAIS 2023
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| Rita e Sakamoto nos deixaram esse ano mas seus ÁLBUNS permanecem e serão sempre FUNDAMENTAIS |
Foi o ano em que nosso blog soprou 15 velinhas e por isso, tivemos uma série de participações especiais que abrilhantaram ainda mais nossa seção e trouxeram algumas novidades para nossa lista de honra, como o ingresso do primeiro argentino na nossa seleção, Charly Garcia, lembrado na resenha do convidado Roberto Sulzbach. Já o convidado João Marcelo Heinz, não quis nem saber e, por conta dos 15 anos, tascou logo 15 álbuns de uma vez só, no Super-ÁLBUNS FUNDAMENTAIS de aniversário. Mas como cereja do bolo dos nossos 15 anos, tivemos a participação especialíssima do incrível André Abujamra, músico, ator, produtor, multi-instrumentista, que nos deu a honra de uma resenha sua sobre um álbum não menos especial, "Simple Pleasures", de Bobby McFerrin.
Esse aniversário foi demais, hein!
Na nossa contagem, entre os países, os Estados Unidos continuam folgados à frente, enquanto na segunda posição, os brasileiros mantém boa distância dos ingleses; entre os artistas, a ordem das coisas se reestabelece e os dois nomes mais influentes da música mundial voltam a ocupar as primeiras posições: Beatles e Kraftwerk, lá na frente, respectivamente. Enquanto isso, no Brasil, os baianos Caetano e Gil, seguem firmes na primeira e segunda colocação, mesmo com Chico tendo marcado mais um numa tabelinha mística com o grande Edu Lobo. Entre os anos que mais nos proporcionaram grandes obras, o ano de 1986 continua à frente, embora os anos 70 permaneçam inabaláveis em sua liderança entre as décadas.
No ano em que perdemos o Ryuichi Sakamoto e Rita Lee, não podiam faltar mais discos deles na nossa lista e a rainha do rock brasuca, não deixou por menos e mandou logo dois. Se temos perdas, por outro lado, celebramos a vida e a genialidade de grandes nomes como Jards Macalé que completou 80 anos e, por sinal, colocou mais um disco entre os nossos grandes. E falando em datas, se "Let's Get It On", de Marvin Gaye entra na nossa listagem ostentando seus marcantes 50 anos de lançamento, o estreante Xande de Pilares, coloca um disco entre os fundamentais logo no seu ano de lançamento. Pode isso? Claro que pode! Discos não tem data, música não tem idade, artistas não morrem... É por isso que nos entregam álbuns que são verdadeiramente fundamentais.
Vamos ver, então, como foram as coisas, em números, em 2023, o ano dos 15 anos do clyblog:
PLACAR POR ARTISTA (INTERNACIONAL)
- The Beatles: 7 álbuns
- Kraftwerk: 6 álbuns
- David Bowie, Rolling Sones, Pink Floyd, Miles Davis, John Coltrane, John Cale* **, e Wayne Shorter***: 5 álbuns cada
- Talking Heads, The Who, Smiths, Led Zeppelin, Bob Dylan e Lee Morgan: 4 álbuns cada
- Stevie Wonder, Cure, Van Morrison, R.E.M., Sonic Youth, Kinks, Iron Maiden , U2, Philip Glass, Lou Reed**, e Herbie Hancock***: 3 álbuns cada
- Björk, Beach Boys, Cocteau Twins, Cream, Deep Purple, The Doors, Echo and The Bunnymen, Elvis Presley, Elton John, Queen, Creedence Clarwater Revival, Janis Joplin, Johnny Cash, Joy Division, Madonna, Massive Attack, Morrissey, Muddy Waters, Neil Young and The Crazy Horse, New Order, Nivana, Nine Inch Nails, PIL, Prince, Prodigy, Public Enemy, Ramones, Siouxsie and The Banshees, The Stooges, Pixies, Dead Kennedy's, Velvet Underground, Metallica, Dexter Gordon, Philip Glass, PJ Harvey, Rage Against Machine, Body Count, Suzanne Vega, Beastie Boys, Ride, Faith No More, McCoy Tyner, Vince Guaraldi, Grant Green, Santana, Ryuichi Sakamoto, Marvin Gaye e Brian Eno* : todos com 2 álbuns
PLACAR POR ARTISTA (NACIONAL)
- Caetano Veloso: 7 álbuns*
- Gilberto Gil: * **: 6 álbuns
- Jorge Ben e Chico Buarque ++: 5 álbuns **
- Tim Maia, Rita Lee, Legião Urbana, Chico Buarque, e João Gilberto* ****, e Milton Nascimento*****: 4 álbuns
- Gal Costa, Titãs, Paulinho da Viola, Engenheiros do Hawaii e Tom Jobim +: 3 álbuns cada
- João Bosco, Lobão, João Donato, Emílio Santiago, Jards Macalé, Elis Regina, Edu Lobo+, Novos Baianos, Paralamas do Sucesso, Ratos de Porão, Roberto Carlos, Sepultura e Baden Powell*** : todos com 2 álbuns
*contando com o álbum "Brasil", com João Gilberto, Maria Bethânia e Gilberto Gil
**contando o álbum Gilberto Gil e Jorge Ben, "Gil e Jorge"
*** contando o álbum Baden Powell e Vinícius de Moraes, "Afro-sambas"
**** contando o álbum Stan Getz e João Gilberto, "Getz/Gilberto"
PLACAR POR DÉCADA
- anos 20: 2
- anos 30: 3
- anos 40: -
- anos 50: 121
- anos 60: 100
- anos 70: 160
- anos 80: 139
- anos 90: 102
- anos 2000: 18
- anos 2010: 16
- anos 2020: 3
*séc. XIX: 2
*séc. XVIII: 1
PLACAR POR ANO
- 1986: 24 álbuns
- 1977 e 1972: 20 álbuns
- 1969 e 1976: 19 álbuns
- 1970: 18 álbuns
- 1968, 1971, 1973, 1979, 1985 e 1992: 17 álbuns
- 1967, 1971 e 1975: 16 álbuns cada
- 1980, 1983 e 1991: 15 álbuns cada
- 1965 e 1988: 14 álbuns
- 1987, 1989 e 1994: 13 álbuns
- 1990: 12 álbuns
- 1964, 1966, 1978: 11 álbuns cada
PLACAR POR NACIONALIDADE*
- Estados Unidos: 211 obras de artistas*
- Brasil: 159 obras
- Inglaterra: 126 obras
- Alemanha: 11 obras
- Irlanda: 7 obras
- Canadá: 5 obras
- Escócia: 4 obras
- Islândia, País de Gales, Jamaica, México: 3 obras
- Austrália e Japão: 2 cada
- Itália, Hungria, Suíça, França, Bélgica, Rússia, Angola, Nigéria, Argentina e São Cristóvão e Névis: 1 cada
domingo, 25 de janeiro de 2026
Dossiê ÁLBUNS FUNDAMENTAIS 2025
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Gil comemorando a liderança nacional nos AF |
PLACAR POR ARTISTA (INTERNACIONAL)
- The Beatles e Wayne Shorter***: 7 álbuns
- Kraftwerk e John Coltrane: 6 álbuns
- David Bowie, Rolling Sones, Pink Floyd, Miles Davis, Talking Heads e John Cale* **: 5 álbuns cada
- The Who, The Smiths, Led Zeppelin, Bob Dylan, Philip Glass e Lee Morgan: 4 álbuns cada
- Stevie Wonder, Cure, Van Morrison, R.E.M., Sonic Youth, Kinks, Madonna, Iron Maiden , U2, Lou Reed**, e Herbie Hancock***: 3 álbuns cada
- Björk, Beach Boys, Cocteau Twins, Cream, Chemical Brothers, Sean Lennon, Deep Purple, The Doors, Echo and The Bunnymen, Elvis Presley, Elton John, Queen, Creedence Clarwater Revival, Janis Joplin, Johnny Cash, Joy Division, Massive Attack, Morrissey, Muddy Waters, Neil Young and The Crazy Horse, New Order, Nivana, Nine Inch Nails, PIL, Prince, Prodigy, Public Enemy, Ramones, Siouxsie and The Banshees, The Stooges, Pixies, Dead Kennedy's, Velvet Underground, Metallica, Dexter Gordon, PJ Harvey, Rage Against Machine, Body Count, Suzanne Vega, Beastie Boys, Ride, Faith No More, McCoy Tyner, Vince Guaraldi, Grant Green, Santana, Ryuichi Sakamoto, Chick Corea, Sinéad O'Connor, Marvin Gaye e Brian Eno* : todos com 2 álbuns
PLACAR POR ARTISTA (NACIONAL)
- Caetano Veloso e Gilberto Gil* **: 8 álbuns*#
- Chico Buarque ++ #: 7 álbuns
- Jorge Ben ** e João Gilberto* **** e Milton Nascimento ***** º >: 5 álbuns
- Tim Maia, Rita Lee e Legião Urbana: 4 álbuns
- Gal Costa, Titãs, Paulinho da Viola, João Donato, Engenheiros do Hawaii, Criolo º e Tom Jobim +: 3 álbuns cada
- João Bosco, Lobão, Emílio Santiago, Jards Macalé, Elis Regina, Edu Lobo+, Novos Baianos, Paralamas do Sucesso, Ratos de Porão, Roberto Carlos, Sepultura, Cartola e Baden Powell*** : todos com 2 álbuns
*contando com o álbum "Brasil", com João Gilberto, Maria Bethânia e Gilberto Gil
**contando o álbum Gilberto Gil e Jorge Ben, "Gil e Jorge"
*** contando o álbum Baden Powell e Vinícius de Moraes, "Afro-sambas"
**** contando o álbum Stan Getz e João Gilberto, "Getz/Gilberto"
PLACAR POR DÉCADA
- anos 20: 2
- anos 30: 3
- anos 40: 1
- anos 50: 121
- anos 60: 103
- anos 70: 171
- anos 80: 146
- anos 90: 111
- anos 2000: 22
- anos 2010: 19
- anos 2020: 3
*séc. XIX: 2
*séc. XVIII: 1
PLACAR POR ANO
- 1986: 24 álbuns
- 1977: 22 álbuns
- 1972: 21 álbuns
- 1969 e 1985: 20 álbuns
- 1976: 19 álbuns
- 1970, 1971 e 1992: 18 álbuns
- 1968, 1973, 1975 e 1979 17 álbuns
- 1967 e 1980: 16 álbuns cada
- 1983, 1965 e 1991: 15 álbuns cada
- 1988, 1989, 1990 e 1994: 14 álbuns
- 1987: 13 álbuns
PLACAR POR NACIONALIDADE*
- Estados Unidos: 224 obras de artistas*
- Brasil: 174 obras
- Inglaterra: 131 obras
- Alemanha: 12 obras
- Irlanda: 8 obras
- Canadá: 5 obras
- Escócia: 4 obras
- Islândia, País de Gales, Jamaica, México: 3 obras
- Austrália, França e Japão: 2 cada
- Itália, Hungria, Suíça, Bélgica, Rússia, Angola, Nigéria, Argentina, Estônia e São Cristóvão e Névis: 1 cada











