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terça-feira, 7 de abril de 2015

“O Sal da Terra”, de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado (2014)


Terra sem sal


Fui com grande expectativa ver o último filme do genial cineasta alemão Wim Wenders, “O Sal da Terra” (França/Itália/Brasil, 2014), documentário sobre Sebastião Salgado codirigido por seu filho, Juliano Ribeiro Salgado. Além da indicação ao Oscar de Melhor Documentário (que não levou, mas não me fez perder o interesse) e de ter como tema o trabalho do grande fotógrafo brasileiro, a própria assinatura de Wenders já me significa um bom indicativo.
Expectativa frustrada. Num filme cujo conteúdo principal, a obra e a trajetória de Salgado, poderia ser muito melhor explorado, os diretores derrapam num longa monótono e comumente didático que não diz a que veio: nem pode ser considerado uma biografia (até porque o protagonista ainda tem chão pra correr), nem se configura como um documento poético-visual tal qual Wenders já fizera em outros trabalhos nesse formato como “Pina” (2011) e “Buena Vista Social Club” (1999). Além disso, o roteiro desaproveita os próprios “ganchos” levantados durante a narrativa de “improbabilidades controláveis” típica de documentários, os quais poderiam direcioná-la a algo mais autoral e criativo.
Suspeito que dois fatores tenham influenciado para que “O Sal da Terra” tenha saído assim tão “sem sal”. Primeiro, que Sebastião Salgado está vivo, e falar sobre a vida-obra de pessoas que ainda estão pela tal Terra – ainda mais quando altamente comprometidas com fatores sociais e políticos e quando a pessoa é diretamente envolvida na produção como neste caso – pode acarretar em interferências tanto positivas quanto negativas. Aqui, na queda de braço, as negativas se sobrepuseram. De bom, tem-se a riqueza de percepções do próprio Sebastião Salgado analisando, relatando e comentando projetos e fotos de sua autoria. No entanto, é impossível não cogitar a autopreservação de quem provavelmente tema entrar de cabeça num projeto com potencial de descortinar o que se quer e o que não se quer mostrar. Com Wenders à frente, este desmascaramento tem grandes chances de acontecer sem que o documentado o perceba conscientemente. Quando ele vê, já foi pra ilha de edição. Um homem público como Salgado, que guarda o status de maior em sua profissão no mundo e cujos projetos dependem de instituições financeiras, empresas e verba pública (inclusive, este filme), mesmo que ele não queira, mesmo que seja inconsciente, não permite se expor de um jeito que o discurso artístico o conduza.
Juliano filmando enquanto Sebastião fotografa.
Não digo com isso que haja má índole nem “rabo-preso” da parte de Sebastião Salgado, personalidade ciente de sua trajetória e de postura filosófico-políticas bastante esclarecida. Tanto é fato que, em “Revelando Sebastião Salgado”, outro documentário sobre ele (de Betsie de Paula, de 2013), vários aspectos de sua vida não deixam de ser conhecidos pelo espectador, como a rotina de trabalho, o papel fundamental da esposa Lélia em sua vida e modus operandi e a relação com o outro filho, Rodrigo, que tem Síndrome de Down. Em “O Sal da Terra”, por exemplo, o relacionamento com o filho é abordado de forma bastante superficial e nem se menciona que é Lélia quem organiza seu arquivo de fotos e negativos, dois elementos que denotam bastante da forma de ser de Sebastião. Um pouco por falta de um direcionamento mais assertivo, um pouco pelo ritmo/conceito da montagem, tudo é contado de forma (sono)lenta mas aproveitar essa lentidão para um aprofundamento real. A questão parece-me, sim (e aí entra o outro fator influenciador para a concepção vaga do filme), que o dedo de Juliano trouxe uma amortização de aspectos negativos tanto no sentido de preservação da imagem do pai quanto de uma inaptidão técnica sua por trás das câmeras. Ao invés de ter ajudado, a proximidade pai-filho parece trazer um complicador ao projeto de Juliano, influenciando no roteiro. Ainda mais considerando as vaidades familiares, incontroláveis em exposições tão grandes. Não captei de cara, mas lembrei da entrevista prestada por Juliano na entrega do Oscar, em que, numa mostra sabe-se lá de modéstia ou autismo ele se refere ao “Sebastião Salgado” e não simplesmente ao “pai”, já denotava esta má-resolução psicanalítica.
E onde entra Wim Wenders nisso? Justamente neste bolo de comprometimentos e presunções. Chamado para assumir a codireção – provavelmente pela constatação desta inaptidão de Juliano a que me referi –, o alemão tentou, tentou, mas não soube onde se colocar. São visivelmente dele os tais “ganchos” que poderiam salvar o filme. Primeiro, na sua didática germânica e poética, inicia o longa com um off no qual disseca o termo “fotografia”. Um começo até óbvio que, para não se tornar um jogral de ensino básico, dependeria de se desenvolver esta didática de maneira a penetrar no âmago do objeto foto: luz, escuro, ambiente, calor, frio, posição, emoção, solidão. Expectativa frustrada novamente, pois a narrativa segue para uma exposição cronológica dos projetos e viagens do fotógrafo ao longo dos anos “curiosamente” selecionada a gosto da família Salgado. Quem viu o outro documentário sobre Sebastião ou conhece um pouco de sua carreira sabe que ele prefere, por exemplo, não associar seu sucesso à famosa foto do atentado a Ronald Reagen, em 1981, quando seu trabalho ganhou definitivamente projeção internacional.
A foto de Reagan nem é mencionada em “O Sal da Terra”.
A outra “deixa” sugerida por Wenders e desconsiderada é ainda mais perceptível e até simbólica nessa relação cinema de arte X imagem institucional. Quando o cineasta relata sobre o convite que recebeu para assumir o projeto e começar a rodar, ele destaca na narração que, curiosamente, ao mesmo tempo em que ele apontava a câmera para Sebastião Salgado, o movimento inverso, por força do hábito de fotógrafo, também acontecia. Aquilo supõe que o filme, a partir dali, versaria sobre a profundidade simbólica da linguagem cinematográfica, em que o olhar do cineasta, do protagonista e do espectador pudessem se confundir, confluir e se complementar. “O que é foto?” “O que é filme?” “Quem está documentando quem?” “O quanto importa o movimento contínuo dos frames-fotos para uma significação real do objeto do filme?” Questionamentos estimulantes para qualquer obra cinematográfica.
Fotos-denúncia do fotógrafo feitas na Etiópia
Fantástico!... Não, pois simplesmente a ideia é abandonada mais uma vez para retornar à cômoda, isenta e simplória narração de Wenders e de Juliano (mais de Wenders, diga-se) com incursões de depoimentos de Sebastião. Se o filme seguisse pela lógica da discussão da linguagem de cinema, justificaria, inclusive, a presença do/s diretor/es como personagem/ns. Em outros documentários seus, Wenders optou ou por uma espécie de “presença intrínseca”, como em “Quarto 666” (1983), no qual entrevista cineastas como ele e debate o futuro de sua profissão; “Buena Vista...”, em que a figura de Ry Cooder o “substitui”; ou “Pina”, quando é totalmente diretor/entrevistador, deixando a história se construir através dos bailarinos e da presença imaterial de Pina. Todos obras-primas. Por que será?...
No fim, coube a Wenders tentar dar um ar autoral a “O Sal da Terra”, amarrando-o com offs, depoimentos e muitas, mas muitas projeções de fotos. Até demais. Muito sépia, muito esfumaçamento. Na condução, arriscou aplicar uma cadência contemplativa para dar a sensação de apreensão do tempo. Inútil, pois em todo o decorrer não se aprofundaram questões como a necessidade da espera e/ou a preparação de um fotógrafo em campo para extrair, às vezes, nenhum click. Supõe-se isso na sequência do urso polar, mas se “descarta” a ideia também. O resultado disso é um filme com bons momentos (principalmente, a sequência sobre as tristes fotos da Etiópia) mas que cansa pela lentidão e do qual ninguém sai empolgado da sala de cinema. Se Wenders, que é Wenders, não teve condições de “levantar” o filme, quem dirá Juliano. Como na vida, quando se atribuir uma função para duas pessoas sem distinguir a que cada um será responsável, nenhuma delas acaba por fazer algo por completo. Em “O Sal da Terra” é assim: dois diretores, nenhum autor.
A codireção não é o problema. Wenders já produzira assim e com sucesso, haja vista os belos “O Céu de Lisboa” (1994), em parceria com o português Manoel de Oliveira, ou “Além das Nuvens” (1995), feito a quatro mãos com mestre do cinema italiano moderno Michelangelo Antonioni. Quanto a Juliano, até temia que o filme pudesse ter mais a “cara” dele e menos a do parceiro, que poderia ter se associado de forma a dar uns pitacos providenciais mas, respeitando o ambiente familiar, não interferiria no resultado final – suposição minha que não se confirmou. A questão é que não se criou um espaço real de atuação nem para um, nem para outro.
Seja por influência ou não da família, de Juliano ou do próprio Sebastião, “O Sal da Terra”, com um substrato espetacular para que se compusesse um grande filme que contivesse como temperos elementos instigantes e questionadores, saiu um produto audiovisual “chapa branca”. Branco como sal em pitadas esparsas e imperceptíveis ao paladar.

Trailer "O Sal da Terra"

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

A arte do MDC em 2025

E lá se foi mais um ano de Música da Cabeça! O oitavo, mais precisamente, sempre com estreia na Rádio Elétrica, às quartas, 21h, e cuja programação é divulgada semanalmente aqui no blog. Programação esta, aliás, invariavelmente associada a artes que, toda semana, haja programa inédito ou não, pintam aqui e nas redes sociais. 

Por isso, como viemos fazendo nos últimos anos e a exemplo da retrospectiva da sessão Clyart, separamos as artes feitas para o MDC que rolaram durante 2026. Já com atraso, inclusive, visto que já estão rolando os programas deste ano. Mas a retrospectiva segue valendo para mostrar as linhas criativas que seguimos nos últimos meses, com temas geralmente do momento, aqueles que motivaram as nossas criações, quase como uma crônica visual. 

São temas da política, da sociedade, dos acontecimentos internacionais ou até mesmo aquele fato curioso que estava pegando durante a semana: muitos deles se transformaram em chamadas para as nossas edições do MDC. 

E dessa vez não teve desculpa de enchente, como a de 2024, que interrompeu o nosso programa por mais de um mês. Com um ano cheio, pudemos deitar e rolar em nossas chamadas. Ou seja: o que não ficou legal foi única e exclusivamente por conta de alguma inabilidade com as ferramentas de criação das artes. Contudo, o avançar dos anos, somado à constante prática de todas as semanas buscar levantar algo criativo visual e tematicamente, vem fazendo com que alguma evolução técnica apareça, mesmo que isso fique somente na menor dificuldade de executar. Pelo menos isso. 

Mas saiu coisa legal, inegavelmente. E com muita variedade, seja em peças ou vídeos. De gozações com a febre nacional “Vale Tudo” à lenga-lenga da contratação de Carlo Ancellotti para técnico da Seleção Brasileira de Futebol Masculino, passando pelo conclave do novo Papa e a morte de ilustres como Sebastião Salgado e Sly Stone, teve de um tudo. Claro: os gritos de guerra “Sem Anistia” e o processo que levou pra cadeia a corja de golpistas, incluindo o execrável ex-presidente, foi acompanhado e registrado no programa, seja através das notícias, seja por meio de suas artes de divulgação.

Enfim, mais um ano cheio de acontecimentos e motivações pra que o programa existisse e, com ele, as artes do MDC, que a gente recupera aqui o que de melhor rolou em 2025. 



Começamos o ano desejando tudo de bom para os ouvintes em 2025


E já na posse de Trump as coisa já não iam bem. Hillary Clinton que o diga 


Mas 2025 começava também com alegria e orgulho pelo filme "Ainda Estou Aqui", naquele janeiro vencedor do Globo de Ouro e concorrente ao Oscar, bem como de Fernanda Torres, que dava show por onde passava - até quando ela falava do MDC


Olha as sandices do Trump de novo! Na ed. de 19 de fevereiro, ele estava querendo mudar o nome do Golfo do México para Golfo... do MDC, claro!


E foi assim que a gente chegou à Quarta-Feira de Cinzas: sorrindo com o Oscar de
"Ainda Estou Aqui", para a ed. de 5 de março


O programa encerrou o segundo mês do ano com edição especial de nº 400, que teve a honra de entrevistar o músico, produtor e jornalista Thomas Pappon, direto de Londres, onde ele reside. Fizemos um vídeo-teaser bem legal, para este que foi um dos melhores programas MDC em 8 anos


Esta arte para a ed. 403, de 19 de março, em comemoração aos 80 anos de Elis Regina, foi das mais bonitas. A Pimentinha merece


Esta também, do programa 406, ficou interessante e visualmente instigante


Primeira vez que houve um díptico para chamar um programa, e foi na ed. 404, em março. Como foi bom ver essa gente sendo presa...


Mais uma bem legal de 2025, esta para a reprise da ed. 240, em abril, com o olhar característico do Carletto


E quando numa mesma semana se perde Nana Caymmi e Cristina Buarque? A gente uniu as duas em uma homenagem no MDC do começo de maio


E teve mais perdas entre maio e juno que viraram arte do MDC: Sebastião Salgado, Pepe Mujica e Sly Stone


Claro que a gente tinha que tirar um sarro da coqueluche do Brasil, "Vale Tudo", novela com a qual o MDC rivalizou tête-à-tête a audiência no horário nobre toda quarta-feira (#SQN)


E quando tivemos a felicidade de interromper a programação para dar a notícia do Plantão MDC, que o Bozo estava preso?! Começávamos a lavar a alma neste programa 422


O MDC 420 também teve atração especial, que foi a entrevista do músico e produtor Xuxa Levy, para o qual montamos esse pequeno vídeo em 23 de julho



E não é que em semanas subsequentes de final de agosto e início de setembro perdemos Jaguar e Verissimo? Só mesmo Sig e as Cobras para nos consolar


O soco que o Wanderlei Silva tomou não podia deixar de ilustrar a arte daquela semana de começo de outubro, né?


Pelo menos o MDC matou Odete Roitman, o que o fez com muita frieza e sem deixar vestígios
em 8 de outubro, para o programa especial 430


Aí o "imbrochável" vai lá e enfia um ferro de solda na tornozeleira eletrônica. Não tem como não virar arte do MDC! 


Outros dois grandes que partiram: Hermeto Pascoal, em setembro, e Lô Borges já em novembro. Foram tema dos nossos MDC 427 e 434 respectivamente


Na semana da Consciência Negra, repetimos o programa de nº 200 com a entrevista com Jards Macalé, outro grande que a gente perdia repentinamente naquele mês, e por isso recuperamos o belo vídeo-teaser que montamos quando de sua exibição em 2011. Salve Macao!



Pra encerrar o ano com mais um prêmio, ninguém melhor que ela, Fernandinha, dando uma chinelada na cara da extrema-direita para nosso MDC de Natal



Daniel Rodrigues

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Museu do Amanhã - Rio de Janeiro/RJ



A imponente obra arquitetônica à beira da Baía da Guanabara
Só agora, pouco mais de um mês após sua inauguração, pude visitar o badalado e disputado Museu do Amanhã, localizado na revitalizada zona portuária do Rio, mais precisamente na Praça Mauá. Com enfoque no planeta Terra, o museu, de proposta autossustentável, expõe situações de modificação do planeta de toda ordem e de toda origem, sobretudo as causadas pelo homem e alerta para suas consequências imediatas e futuras. Sua exposição permanente, de circuito programado, começa com um impressionante vídeo de tirar o fôlego, exibido 360º, em alta definição, no interior de um globo onde os visitantes permanecem por aproximadamente 8 minutos. Depois disso, o visitante percorre os demais espaços livremente com uma série de mesas e telas interativas onde recebe informações diversas conforme o tema do espaço. Muito legal a visita, o espaço, entendo a proposta tecnológica e interativa do local, mas senti falta de algum espaço de arte, mesmo se tratando de um museu evidentemente científico. Algo dentro da proposta, como uma exposição de Sebastião Salgado, por exemplo, cuja obra tem foco antropológico e ambiental extremamente fortes; ou as esculturas naturais de Frans Krajcberg que se prestariam muito bem a uma análise artístico-ecológica. Mas o visitante não sairá frustrado pela ausência de uma obra de arte pois o museu, o edifício em si é a maior atração. Uma obra prima da arquitetura projetada pelo espanhol Santiago Calatrava, encantadora em cada detalhe, cada vão, cada espaço. Colocado à beira da Baía da Guanabara, o Museu do Amanhã tem a justa ambição de ser mais uma maravilha do homem a concorrer em beleza com as maravilhas da natureza que Deus gentilmente concedeu à cidade do Rio de Janeiro.


Abaixo algumas imagens da visita e do espaço:

O átrio de entrada

Um planeta Terra girando e em constante mudança
de projeções sobre os visitantes

O globo negro onde acontece a projeção de 360º

As costas da sala de projeção, já nas mesas interativas

Um dos grandes cubos que marcam cada fase da visitação.
Este destacando os rios.


Os impressionantes tótens de led em alta definição

Um dos painéis interativos.
Informação na ponta dos dedos

O interior de outro dos cubos com imagens dinâmicas e fascinantes
da fauna e da flora por todas suas paredes

Interior do cubo Pensamento

Exterior do cubo Pensamento

Os paineis com informações constantes

Visitantes interagindo nos painéis

Ponto final da exposição:
O Amanhã.


Os belíssimos espaços internos da edificação

Os fundos da edificação dando para a Baía

Este blogueiro que vos fala encerrando a visita.



Cly Reis




quarta-feira, 20 de maio de 2020

Música da Cabeça - Programa #163


Essa quarentena tá desorientando todo mundo, né? Então, o Música da Cabeça veio te salvar! Afinal, quarta-feira é dia do programa mais musical (e cerebral) da web. Não tem como errar. Assim como a gente não erra na playlist, que terá João Gilberto & Stan Getz, Fellini, The Crusaders & Randy Crowford, Herbie Hancock, Arthur Verocai e mais. No “Cabeção”, o genial Moondog e no “Música de Fato” o projeto de Sebastião Salgado em defesa dos índios brasileiros. Não te perde: se terça foi ontem e amanhã é quinta, então é sinal de que hoje, quarta, é dia de MDC, às 21h, na infalível Rádio Elétrica. Produção, apresentação e orientação temporal: Daniel Rodrigues.



Rádio Elétrica:
http://www.radioeletrica.com/

quarta-feira, 28 de maio de 2025

Música da Cabeça - Programa #413

 

Sebastião Salgado, esse gênio que nos deixou, cantava enquanto fazia fotografias. E a gente, para chegar perto de Deus como ele, canta também. No MDC desta semana, ele será motivo de música, assim como o serão The Cure, Daniel Salinas, Cocteau Twins, frevo, Lou Reed e outros. No Palavra, Lê, também louvamos Bob Dylan, que sempre é hora. O programa aponta suas lentes às 21h em direção à amazônica Rádio Elétrica. Produção, apresentação e pés na terra: Daniel Rodrigues




www.radioeletrca.com