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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Coletânea "LAR" – Noite de autógrafos de Daniel Rodrigues – Livraria Bamboletras e Bar Mr. Pickwick - Porto Alegre/RS (23/09/2014)





Num clima agradável e divertido, comemorei com amigos e parentes o lançamento da coletânea “LAR” em parceria com a livraria Bamboletras, na amável pessoa de Lu Vilella, que me recebeu super bem desde o início. O local onde recebi os convidados foi o Bar, Restaurante e Café Mr. Pickwick, parceiro da livraria e com o qual Leocádia e eu temos uma longa relação, haja vista que frequentamos o local há anos. Então, estava tudo em casa.

Foi Leocádia quem, contando ainda com alguns experientes cliques do amigo Luís Ventura, fez os registros fotográficos, que capturaram, como sempre, com muita sensibilidade o clima alegre e aprazível do momento.

O meu conto presente na obra, “Dentro”, para minha surpresa (boa), recebeu duas ótimas avaliações de duas amigas que também estiveram no lançamento. Uma delas, Carolina Costa, escreveu esse rico depoimento de boa leitora que é:

“Li o teu conto e tomei um susto bom! Um susto bom (no mundo dos livros) é quando algo perturbador, mas interessante mexe e desacomoda o leitor. Quando fiz Letras, se não estou subvertendo a ordem mundial, o estilo literário do fantástico/sobrenatural ou nonsense é assim, ele nos deixa impactado, com uma 'pulga atrás da orelha', pois relata algo que é absurdo, quase impossível. Pelo viés psicológico, é um thriller. E nenhum Hitchcock passa despercebido, não é mesmo? Assim eu vivenciei o teu conto.

Confirma o título algo que está 'Dentro' e, portanto, algo que estava por vir. O desenlace é algo “Trainspotting” (o filme) e a trilha sonora é Lou Reed, ou Pierre Boulez, pela dissonância de vozes internas e externas. O lugar ou o lar pode ser qualquer um, pois ele acontece, primeiramente, no lugar interno de cada um e por isso relata uma solidão um esvaziamento interior. Por outro lado, alguém que está cheio ou atolado desse vazio de ser. Contradições fantásticas de um lar surreal!”


Já Cristina Arikawa, ousou, para minha felicidade, me comparar a Gabriel García Marques:
“Só o teu conto por enquanto, mas eu tô lendo junto o ‘Crônica de uma morte anunciada’, do Gabriel Garcia Marquez. Não sei se é a leitura conjunta das duas coisas, mas vi uma relação muito legal nos dois textos, essa coisa fantástica dentro de um cotidiano muito familiar.”

Não que mereça tanto, mas gostei do elogio, sim. Indica estar num bom caminho. Legal que, mesmo contendo apenas este conto de minha autoria, a edição em si foi apreciada também. A mesma segue nas prateleiras da Bamboletras, a propósito, para os que quiserem adquirir. Por ora, confiram o clima do encontro nas fotos:

A amiga e fotógrafa Iris Borges foi prestigiar também

A artista plástica Rosana Splitzer, presença sempre carinhosa

Com Lu Vilella da livraria Bamboletras,
na estante onde se pode encontrar o livro.

Com Luís Ventura (esq.), aqui sendo fotografado, e Marcelo Costa.

Elisete Mallman veio de Lajeado prestigiar o lançamento.

Família Reis presente na pessoa da Tia Isaura.

Lúcio Bragança sempre presente nos lançamentos.

Livro e autor sendo apresentados pela fotógrafa da noite, Leocádia Costa

Malu também foi prestigiar junto com os pais,
os amigos Rodrigo e Lisiane.

O casl Victor e Cristina, queridos.

O legítimo 'facebook' do autor, com Carolina Costa.

Registro com - quase - todos à mesa




por Daniel Rodrigues

fotos: 

domingo, 17 de maio de 2015

Exposição “A Aventura de Criar” - Galeria Espaço Cultural Duque - Porto Alegre/RS (12/05/2015)










A curadora e a obra de Augusto Rodrigues, de seu acervo próprio
Tive a felicidade e o privilégio de presenciar – e fotografar! – a abertura da exposição “A Aventura de Criar”, na Galeria Espaço Cultural Duque, em Porto Alegre. Isso porque a curadora é ninguém mais, ninguém menos, que minha amada Leocádia Costa, costumaz colaboradora do Clyblog. Desta vez, a sensível fotógrafa usou suas habilidades de arte-educadora e produtora cultural para montar essa mostra que reúne obras de artistas e educadores que participaram da história do Instituto de Artes e da Escolinha de Arte da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), esta última, com mais de 50 anos de existência e pela qual passaram diversos artistas consagrados das artes do Rio Grande do Sul e de outros estados.
Tela do precursor da arte-educação,
Augusto Rodrigues
A ligação emocional, profissional e artística que Leocádia tem com a Escolinha vem de bastante tempo. Resultado do seu trabalho de conclusão  para a Especialização em Arte-Educação na Feevale, em 2011, a mostra “A Aventura de Criar” é uma materialização daquilo que só estava no papel até então, considerando também o filme que ela dirigira para o cinquentenário da Escolinha e o período em que esteve lá dentro. Isso, graças ao fato de a proposta dela no Curso de Curadoria, ministrado por José Francisco Alves ano passado no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, ter essa temática e ser uma das três escolhidas para a montagem de uma exposição. Deu nessa mostra, que, na prática, funcionou realmente muito bem.
O traço delicado de Alice Soares em três quadros
Estão ali obras de: Ado Malagoli, Alice Soares, Alice Brueggemann, Ângelo Guido, Augusto Rodrigues, Cristina Balbão, Fayga Ostrower, Fernando Corona, João Fahrion, Plinio Bernhardt, Romanita Disconzi e Teresa Poester. Todos feras. Espacialmente, foram divididos, nas duas compridas paredes do segundo piso da galeria, obras dos artistas homens de um lado e mulheres do outro, as quais se interpõem apenas quadros do mais feminino deles: o pernambucano Augusto Rodrigues, principal difusor da Arte-Educação no Brasil. Dele, são quatro obras: um desenho, uma pintura e duas serigrafias, sendo uma delas a única do acervo pessoal de Leocádia. Ainda, a mostra traz sete obras convidadas da artista Cecília Machado Bueno, falecida no ano passado, arte-educadora dedicada cuja arte (basicamente desenho) é de visível delicadeza. A renda obtida com a venda dos quadros dela será revertida para a Associação De Peito Aberto, na qual, entre outras atividades, era voluntária pelo calendário anual da entidade.
De resto, todas as obras, à venda, pertencem ao acervo da Galeria Duque. E tem maravilhas. Ao mesmo tempo, a exposição homenageia a Escolinha de Artes, seus principais artistas e educadores e dá um panorama da diversidade de estilos e referências de cada um. Ainda, evidencia a rica variedade de técnicas desses artistas, que datam desde os anos 50 à década atual. É o que se vê nas três selecionadas de Alice Soares: uma pintura, uma xilogravura e um desenho a grafite. Nas quatro de Alice Brueggemann e de Fayga Ostrower, também: total domínio e multiplicidade de técnicas.
Obras de Cecília Machado Bueno, 
homenageada especial da exposição
Merecem destaque ainda o trio de telas de Plinio Bernhardt, com sua temática tradicionalmente picante aliado à grande expressividade, dois desenhos lindos de Cristina Balbão – um deles, “Borracha”, que reproduz em tamanho natural o rosto de um negro –, dos mais antigos entre os selecionados, um vistoso óleo sobre tela de Ado Malagoli, autor que também foi contemplado com uma sensível litogravura chamada “Pomba”.
Haverá duas visitas guiadas com a presença da curadora e do colecionador e proprietário da Duque,  Arnaldo Buss, agendadas para final de maio e para julho, além da apresentação da pesquisa de Leocádia, no próximo dia 6. Porém, independente dessas datas, vale a pena visitar a mostra. E olha que não é parcialidade minha: “A Aventura de Criar” está realmente muito interessante, tanto pela importância do tema que aborda quanto pela qualidade das obras e do recorte curatorial que foi empregado. E como desta vez foi com isso e com a recepção aos vários convidados e amigos que prestigiaram a abertura que Leocádia teve que se preocupar, a maioria das fotos ficaram a cargo da minha pessoa mesmo.



Movimentação na galeria na abertura da mostra


A fotógrafa Iris Borges foi prestigiar

A também fotógrafa Tânia Meinerz esteve lá

Arte e desejo nos quadros de João Fahrion

Carolina Costa foi conferir as flores de Cecília Machado Bueno

Loecádia Costa com as historiadoras
Luísa Khul Brasil e Luciana de Oliveira

Leocádia e a arte-educadora Maria Lúcia Varnieri,
autora do texto de apresentação da exposição

Alice Brueggermann e a força de sua arte
em quatro quadros

Publico interessado n'Aventura de Criar

Galeira movimetada




fotos: Daniel Rodrigues, Carolina Costa e

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"A Aventura de Criar", vários artistas ligados ao Instituto de Artes do RS e da Escolinha de Artes da UFRGS
onde: Galeria Espaço Cultural Duque (R. Duque de Caxias, n° 649 - Centro/POA)
quando: segunda a sábado, das 18h às 20h
entrada: gratuita
curadoria: Leocádia Costa

segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Lançamento do livro "Chapa Quente" - 70ª Feira do Livro de Porto Alegre - Espaço Força & Luz (16/11/24)



O autor e a obra prontos
para uma tarde inesquecível
na Feira do Livro
Demorou, mas foi com requintes de especialidade. Meu livro “Chapa Quente”, meu primeiro individual de contos, foi selecionado no segundo semestre de 2023 na chamada de originais aberta pela editora Caravana e entrou em pré-venda em dezembro do mesmo ano. Já com exemplares em mãos, a ideia era fazer algum encontro para lançá-lo oficialmente que não só pela internet. Reunir os amigos, apresentar a obra, autografar, celebrar. Deixei passar os meses de férias, janeiro e fevereiro, inadequados para este tipo de ocasião. Março, quando o ano começa de fato, passou voando e abril tirei para adoráveis férias no Rio de Janeiro. 

Ocorre que, ao retornar ao Rio Grande do Sul, o caos se instaurou. As chuvas e as enchentes, que castigaram o estado por mais de um mês, não só impediram que este lançamento se desse no retorno das férias como alteraram toda a agenda prevista para o resto do ano. Porém, que bom que Porto Alegre, tão frágil em vários aspectos, tem uma consistente Feira do Livro. E a 70ª edição foi o ambiente perfeito para que, enfim, pudesse por “Chapa Quente” em evidência e dividir isso como amigos, familiares e leitores.

Não poderia ser diferente para um livro com esse título. Num quente sábado de novembro, foi ainda mais especial sentir o calor do afeito daqueles que presenciaram, primeiro, o bate-papo com a escritora Simone Saueressig na sala O Retrato do Espaço Força & Luz, por acaso coordenada com carinho por Leocádia. Leitora atenta (coisa dos bons escritores), Simone conduziu a conversa de forma muito inteligente e amistosa, abordando em seus comentários e perguntas direcionadas a mim aspectos de cada um dos contos, de forma que foi possível, assim, dar um 360 na obra.

Logo em seguida, corremos todos para a sessão de autógrafos em plena Praça da Alfândega, no meio do povo, ocasião em que pude, sob as lentes sempre atentas da hermana Carolina Costa, conversar melhor tanto com os que presenciaram o bate-papo quanto com os que foram para o autógrafo ou, simplesmente, confraternizar. Uma tarde quente, mas não só do sol: quente de afetos. As fotos não deixam mentir.

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E começa o bate-papo

Simone lê trecho de "Chapa Quente"

Público atento

Argumentando...

... e trocando ideia

Com Leocádia, que nos recebeu e assistiu
carinhosamente na sala O Retrato

Com o primo Leandro Leão já na sessão de autógrafos

A amiga Viviane, que também prestigiou o bate-papo

O querido casal Roberto e Júlia: biautógrafo

Batendo um papo com os sempre presetnes amigos Lisi e Rodrigo

Colega de Accirs, a querida professora Fatimarlei Lunardelli

Amigo de infância, professor Nilson Araújo e a esposa Carol

Preparando mais um autógrafo

Queridos Guilherme e Camila

Um abração na parceira de bate-papo e
das letras Simone Saueressig

Amigo Otávio Silva

Primo Luis Ventura foi de muleta e tudo

Hermanos na expectativa...

Com eles no último autógrafo da fila



texto: Daniel Rodrigues
fotos: Carolina Costa, Luis Ventura
Marjorie Machado/Câmara Riograndense do Livro