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quarta-feira, 11 de março de 2026

Música da Cabeça - Programa #450

Estamos na semana do Oscar na torcida pelo nosso O Agente Secreto. Mas o que se vê lá no final do tapete vermelho?! É... o MDC desta semana! Humm, isso pode ser um bom presságio! Assim como é rodar Tim Maia, Morcheeba, The The, Public Enemy e Les Étolies. No quadro especial, Um Sete-List, claro, a ver com os brasileiros no Oscar. Louquinho por mais uma estatueta, o programa vai ao ar às 21h na oscarizável Rádio Elétrica. Produção, apresentação e espumante já gelando: Daniel Rodrigues.


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quarta-feira, 4 de março de 2026

Música da Cabeça - Programa #449

Descobriram que a tartaruga-dos-galápagos ainda vive, gente! Agora, o negócio é esperar ela chegar de novo no seu habitat. Quem também está bem devagarinho essa semana é o MDC, afinal, todo mundo precisa de umas férias. Mas a gente tira férias pondo música pra rolar com a reprise da edição 410, de maio do ano passado. A passo de tartaruga, o programa vai ao ar às 21h na sabiamente lenta Rádio Elétrica. Produção, apresentação e um passo de cada vez: Daniel Rodrigues


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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Música da Cabeça - Programa #448

 

Estão vendo essas imagens? É da ação da polilaminina sobre os nossos neurônios que regenera lesões musculares. Entenderam? Pra falar a verdade, nós não, mas estamos, isso sim, celebrando no MDC o pioneirismo da ciência brasileira. E, claro, a gente celebra com música, que desta vez será de The Cure, Peter Tosh, Rita Lee, Chico Buarque, Ace of Base e mais. Torcendo pelo primeiro Nobel brasileiro para a bióloga Tatiana Sampaio, o programa cruza os dedos hoje às 21h na científica Rádio Elétrica. Produção, apresentação e louvor à pesquisa: Daniel Rodrigues


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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Música da Cabeça - Programa #447

 

Tá vendo aquele folião ali no meio da galera? Pois é, a gente deu uma estendida no Carnaval e, por isso, vamos trazer um MDC de reprise. Mas uma reprise do tamanho que o programa e o Carnaval merecem, repetindo o programa da quarta-feira de cinzas do ano passado, quando, além da ressaca dos festejos, ainda sentíamos pela primeira vez o peso da estatueta do Oscar (quem sabe não é auspicioso, né?). Quase recolhendo a fantasia, o programa vai ao ar hoje, às 21h, na foliã Rádio Elétrica. Produção, apresentação e ponto facultativo: Daniel Rodrigues


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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Música da Cabeça - Programa #447

 

Tanto esforço desses praticantes do curling nas Olimpíadas de Inverno pra deslizar aquela pedra! Pra que tudo isso, gente?! O alvo é mais fácil que vocês imaginam, pois nem precisa esfregar a vassourinha pra acertar no MDC, que terá Living Colour, Beatles, Bauhaus, Robson Jorge, Marina e mais. Tem também quadro especial aludindo ao samba e ao Carnaval, que tá se aproximando rapidinho igual à pedra do curling. Deslizando em seus ouvidos o programa entra na pista hoje às 21h na esportiva Rádio Elétrica. Produção, apresentação e vassourinha na mão (mas a de frevo, afinal, o Carnaval tá aí): Daniel Rodrigues


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

A arte do MDC em 2025

E lá se foi mais um ano de Música da Cabeça! O oitavo, mais precisamente, sempre com estreia na Rádio Elétrica, às quartas, 21h, e cuja programação é divulgada semanalmente aqui no blog. Programação esta, aliás, invariavelmente associada a artes que, toda semana, haja programa inédito ou não, pintam aqui e nas redes sociais. 

Por isso, como viemos fazendo nos últimos anos e a exemplo da retrospectiva da sessão Clyart, separamos as artes feitas para o MDC que rolaram durante 2026. Já com atraso, inclusive, visto que já estão rolando os programas deste ano. Mas a retrospectiva segue valendo para mostrar as linhas criativas que seguimos nos últimos meses, com temas geralmente do momento, aqueles que motivaram as nossas criações, quase como uma crônica visual. 

São temas da política, da sociedade, dos acontecimentos internacionais ou até mesmo aquele fato curioso que estava pegando durante a semana: muitos deles se transformaram em chamadas para as nossas edições do MDC. 

E dessa vez não teve desculpa de enchente, como a de 2024, que interrompeu o nosso programa por mais de um mês. Com um ano cheio, pudemos deitar e rolar em nossas chamadas. Ou seja: o que não ficou legal foi única e exclusivamente por conta de alguma inabilidade com as ferramentas de criação das artes. Contudo, o avançar dos anos, somado à constante prática de todas as semanas buscar levantar algo criativo visual e tematicamente, vem fazendo com que alguma evolução técnica apareça, mesmo que isso fique somente na menor dificuldade de executar. Pelo menos isso. 

Mas saiu coisa legal, inegavelmente. E com muita variedade, seja em peças ou vídeos. De gozações com a febre nacional “Vale Tudo” à lenga-lenga da contratação de Carlo Ancellotti para técnico da Seleção Brasileira de Futebol Masculino, passando pelo conclave do novo Papa e a morte de ilustres como Sebastião Salgado e Sly Stone, teve de um tudo. Claro: os gritos de guerra “Sem Anistia” e o processo que levou pra cadeia a corja de golpistas, incluindo o execrável ex-presidente, foi acompanhado e registrado no programa, seja através das notícias, seja por meio de suas artes de divulgação.

Enfim, mais um ano cheio de acontecimentos e motivações pra que o programa existisse e, com ele, as artes do MDC, que a gente recupera aqui o que de melhor rolou em 2025. 



Começamos o ano desejando tudo de bom para os ouvintes em 2025


E já na posse de Trump as coisa já não iam bem. Hillary Clinton que o diga 


Mas 2025 começava também com alegria e orgulho pelo filme "Ainda Estou Aqui", naquele janeiro vencedor do Globo de Ouro e concorrente ao Oscar, bem como de Fernanda Torres, que dava show por onde passava - até quando ela falava do MDC


Olha as sandices do Trump de novo! Na ed. de 19 de fevereiro, ele estava querendo mudar o nome do Golfo do México para Golfo... do MDC, claro!


E foi assim que a gente chegou à Quarta-Feira de Cinzas: sorrindo com o Oscar de
"Ainda Estou Aqui", para a ed. de 5 de março


O programa encerrou o segundo mês do ano com edição especial de nº 400, que teve a honra de entrevistar o músico, produtor e jornalista Thomas Pappon, direto de Londres, onde ele reside. Fizemos um vídeo-teaser bem legal, para este que foi um dos melhores programas MDC em 8 anos


Esta arte para a ed. 403, de 19 de março, em comemoração aos 80 anos de Elis Regina, foi das mais bonitas. A Pimentinha merece


Esta também, do programa 406, ficou interessante e visualmente instigante


Primeira vez que houve um díptico para chamar um programa, e foi na ed. 404, em março. Como foi bom ver essa gente sendo presa...


Mais uma bem legal de 2025, esta para a reprise da ed. 240, em abril, com o olhar característico do Carletto


E quando numa mesma semana se perde Nana Caymmi e Cristina Buarque? A gente uniu as duas em uma homenagem no MDC do começo de maio


E teve mais perdas entre maio e juno que viraram arte do MDC: Sebastião Salgado, Pepe Mujica e Sly Stone


Claro que a gente tinha que tirar um sarro da coqueluche do Brasil, "Vale Tudo", novela com a qual o MDC rivalizou tête-à-tête a audiência no horário nobre toda quarta-feira (#SQN)


E quando tivemos a felicidade de interromper a programação para dar a notícia do Plantão MDC, que o Bozo estava preso?! Começávamos a lavar a alma neste programa 422


O MDC 420 também teve atração especial, que foi a entrevista do músico e produtor Xuxa Levy, para o qual montamos esse pequeno vídeo em 23 de julho



E não é que em semanas subsequentes de final de agosto e início de setembro perdemos Jaguar e Verissimo? Só mesmo Sig e as Cobras para nos consolar


O soco que o Wanderlei Silva tomou não podia deixar de ilustrar a arte daquela semana de começo de outubro, né?


Pelo menos o MDC matou Odete Roitman, o que o fez com muita frieza e sem deixar vestígios
em 8 de outubro, para o programa especial 430


Aí o "imbrochável" vai lá e enfia um ferro de solda na tornozeleira eletrônica. Não tem como não virar arte do MDC! 


Outros dois grandes que partiram: Hermeto Pascoal, em setembro, e Lô Borges já em novembro. Foram tema dos nossos MDC 427 e 434 respectivamente


Na semana da Consciência Negra, repetimos o programa de nº 200 com a entrevista com Jards Macalé, outro grande que a gente perdia repentinamente naquele mês, e por isso recuperamos o belo vídeo-teaser que montamos quando de sua exibição em 2011. Salve Macao!



Pra encerrar o ano com mais um prêmio, ninguém melhor que ela, Fernandinha, dando uma chinelada na cara da extrema-direita para nosso MDC de Natal



Daniel Rodrigues

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Música da Cabeça - Programa #446

 

A nevasca no Hemisfério Norte tá tão forte, que quase não dá pra ver o que tem na frente. Por isso, o MDC desta semana vai desembaçar. Bem diante dos olhos estão Kraftwerk, João Nogueira, James Brown, Renato Russo, Caetano Veloso, Elisa Lucinda e mais. Também, Cabeça dos Outros, Palavra, Lê, Música de Fato, tudo aquilo! Garantindo boa visibilidade, o programa vai ao ar às 21h na flocada Rádio Elétrica. Produção, apresentação e visão turva: Daniel Rodrigues


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Música da Cabeça - Programa #445

 

AGORA SÓ FALTAVA ESSA: O TRUMP TÁ FAZENDO TANTA BARBARIDADE, QUE ADIANTOU O RELÓGIO DO JUÍZO FINAL! MAS VAMOS AJUSTAR ESSES PONTEIROS AÍ! NO TEMPO CERTO, TEREMOS NO MDC DE HOJE AIMEÉ MANN, JOYCE, CHICO SCIENCE, MADONNA, BODY COUNT, ALICE RUIZ E MAIS. TEM TAMBÉM CABEÇÃO, QUE RESGATA OS 120 ANOS DE RADAMÉS GNATALI. O PROGRAMA ENTRA ÀS 21H, MUITOS SEGUNDOS ANTES DA MEIA-NOITE, NA ATÔMICA RÁDIO ELÉTRICA. PRODUÇÃO, APRESENTAÇÃO E PREVISÕES MAIS OTIMISTAS: DANIEL RODRIGUES.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

André Abujamra & Marcos Suzano - Torakutan - Porto Verão Alegre 2026 - Teatro Simões Lopes Neto - Multipalco Theatro São Pedro - Porto Alegre/RS (13/01/2026)

 

Torakutan Arado da Nova Era
No motor do peito, o som desperta,
Não é apenas barulho, é a trilha certa.
Torakutan chega com o peso do aço,
Abrindo caminho, rompendo o cansaço.
Como o trator que curva o horizonte,
Buscamos a pureza direto na fonte.
Não viemos para derrubar o que é bom,
Mas para limpar o terreno com o nosso tom.
Trecho do semimanifesto “Torakutan”

Tem encontros artísticos que a gente para pra pensar e se admira: “como que isso não aconteceu antes?!”. No caso de André Abujamra e Marcos Suzano, dois craques da música brasileira, até já havia ocorrido, mas não com a intensidade e inteireza que o novíssimo projeto Torakutan apresentou-nos em um inspiradíssimo (e inédito!) show em Porto Alegre, durante a programação do Porto Verão Alegre 2026. Perfeitamente sintonizados em seus estilos, referências e, principalmente, liberdade artística, Abu e Suzano fizeram do palco do Simões Lopes Neto um altar de criatividade e musicalidade, improvisando e inventando, ali mesmo na hora, vários números, mesmo quando havia algum “roteiro”.

Sempre bem-humorado, o “Mulher Negra”, o “Homem Bruxa”, o Karnak ou seja lá o que se queira creditar a esse artista especial, Abu - a quem conheci anos atrás em Gramado e que virou um amigo desde lá - conversou e interagiu com a plateia o tempo todo, entre os números e, às vezes, durante os mesmos. Suzano, menos falante mas muito simpático, largou observações que também tiraram risos da galera. Usando programadores digitais (que conseguem gravar na hora e sequenciar os acordes tocados, mantendo a base das músicas) e poucos instrumentos (Abu: guitarra, piano e flauta chinesa, e Suzano: uma diversidade de instrumentos percussivos, tanto físicos quanto eletrônicos), eles começaram executando o que se pode chamar de “Intro Torakutan”, um show de improvisação que já deu a noção do que viria.

 Vieram, na sequência, a delicada “Pangea”, do repertório de Abujamra, com sua tradicional poesia humanista-universalista (“Antigamente o continente era colado/ A África ficava aqui do lado/ Angola, Senegal/ Coladinho no Candeal”). No primeiro “improviso maluco” da noite, conforme Abu anunciou, ouviu-se de ritmos nordestinos e africanos a trance music! Outra linda de Abu, sobre a perda de sua mãe, “O Mar” (presente no álbum “Omindá”, de 2018), foi tocada com alto grau de emoção, visto que ela, no passado, conheceu seu pai, o ator e diretor de teatro Antônio Abujamra, justo em Porto Alegre, de onde vem parte de sua família – na plateia estavam presentes diversos parentes de Abu, inclusive o diretor e idealizador do festival, o ator Zé Victor Castiel, seu primo. Mas tinha ainda mais: Abu contou que, quando apresentou a letra da música para seu pai, este, sincero e mordaz como era, não gostou do que leu. Porém, dias depois, foi ele quem faleceu. A música, onírica e profunda: diz assim em seus versos: “O mar é como a vida, o mar/ Que tá calmo e no outro não”.

Um trecho da emocionante "O Mar"

Na sequência, foi a vez de Suzano trazer uma de seu repertório, a malemolente “Desentope Batucada”, do seu disco solo “Sambatown”, de 1996. Nesta foi uma das vezes em que pudemos ouvir o pandeiro de Suzano, que vale por uma escola de samba inteira. Mais um “improviso maluco”, agora com a participação efetiva do público. Abu pediu para que três pessoas da plateia dissessem cada uma alguma palavra. Saíram: “lucidez”, “panela” e “amor”, que, juntas, viraram o título do xote criado na hora, inclusive a própria letra, feita por outra pessoa da plateia a pedido do artista via IA no celular. A música resultante, embora um pouco errática em algumas horas, saiu legal, além de engraçada, sonora e filosófica, visto que coloca todos diante da dicotomia analogia x digital.

Com maravilhas de improvisos desses dois feras entre as músicas (como no duelo de baião entre guitarra e pandeiro, um dos momentos mais aplaudidos), rolou ainda uma música-tema da “terceira maior big band do mundo” (afinal, Os Mulheres Negras é conhecido por ser a segunda), “Torakutan”, uma versão diferente de “Porquá Mecê”, também do repertório dos tempos d’Os Mulheres, e a crítica “Mendigo”, que Suzano disse ter ficado impressionado quando ouviu pela primeira vez, em 2015, no disco “Homem Bruxa”, de Abu.

Para encerrar, mais improvisação e a brilhante “Espelho do Tempo”, noutro momento carregado de emoção, pois é uma peça que fala da ancestralidade e escrita por Abu para seu pai. “O presente é o reflexo do passado/ E o futuro é o reflexo do presente”. Versos bastante simbólicos estes para finalizar um show em que se vê dois artistas à frente de seu tempo. Entre a brincadeira e a poesia, Abu diz que a palavra “Torakutan”, quer dizer, em algum dos vários idiomas nos quais brinca de traduzir, “farol de luz”. Vimos dois deles no palco.

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A dupla começa o show no Simões Lopes Neto!


Abu: uma cabeça rara


Suzano: craque da percussão


Abu cantando trecho de "Candelara", do repertório da Karnak, 
acompanhando o pandeiro de Suzano


Torakutan em ação


Aplausos e mais aplausos ao final


Nós no camarim com o amigo Abu


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texto: Daniel Rodrigues
fotos e vídeos: Daniel Rodrigues e Leocádia Costa

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Música da Cabeça - Programa #444

Se alguém acredita num conselho de paz liderado por um louco como o Trump, há alguma coisa errada. Certo mesmo é ouvir o MDC desta semana, que tem Beastie Boys, Bob Marley, Maria Rita, Incognito e Gal Costa. Ainda, um Cabeça dos Outros que homenageia um dos aniversariantes da semana, Jorge Mautner. Nosso conselho é ouvir o programa de hoje, que vai ao ar na pacífica Rádio Elétrica. Produção, apresentação e #Palestinalivre: Daniel Rodrigues.


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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Música da Cabeça - Programa #443

 

A gente tá igualzinho ao Wagner Moura: rindo à toa! E não só por causa do sucesso de O Agente Secreto, mas porque vamos ter o primeiro MDC inédito de 2026! Alegrando nossos ouvidos, The Cure, Paulinho da Viola, Stephen Stills, Manoel Carlos e muito mais. Ainda, pra começar o ano com um sorrisão estampado, um Sete-List no quadro especial. Só alegria, o programa vai ao ar na risonha Rádio Elétrica às 21h. Produção, apresentação e motivos de felicidade: Daniel Rodrigues 



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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Música da Cabeça - Programa #442 (retrospectiva)

 O ano tá começando não muito feliz com a invasão a Venezuela e o sequestro do Maduro. Mas mesmo assim, sem essa de dar adeus ao ano velho. Afinal, no MDC a gente valoriza tudo aquilo que se fez nos 365 dias que se passaram. Por isso, nossa retrospectiva 2025 vai ser montada somente com blocos dos nossos programas rodados durante o ano passado: as edições, 397 (fevereiro), 417, 418 (julho), 423 (agosto), 433 (outubro) e 435 (novembro). Desejando uma bom 2026, vamos ao ar às 21h, na valorosa Rádio Elétrica. Produção, apresentação e muito dinheiro no bolso: Daniel Rodrigues.  


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